Le laser MHTEL ( Laser Tactique à Haute Energie )

science/mhd laser

En résumé (grâce à un LLM libre auto-hébergé)

  • O laser MHTEL é um sistema móvel de alta energia desenvolvido pela Northrop-Grumman, capaz de destruir projéteis em voo.
  • Já foi testado com sucesso em obuses e foguetes, mas sua eficácia depende de condições ideais.
  • O texto destaca as limitações desse tipo de defesa diante de ataques múltiplos ou em condições meteorológicas desfavoráveis.

O laser MHTEL (Laser Tático de Alta Energia)

O Laser MTHEL

(Móvel Tático de Alta Energia Laser)

Trata-se de uma instalação móvel de laser de alta energia, emitindo na faixa do infravermelho, sistema desenvolvido pela empresa Northrop-Grumman, que também produz o famoso B2. O vídeo a seguir, extraído do site da empresa, mostra esse laser em ação, capaz de destruir durante seu trajeto projéteis como obuses ou foguetes disparados por órgãos de Stalin, ambos se movendo a velocidade supersônica.

http://www.st.northropgrumman.com/media/VideoInfo.cfm?VideoID=19

Meu comentário:

É claro que é muito espectacular. Aqui se percebe a confiança infinita dos americanos em soluções puramente tecnológicas. No vídeo, pode-se ver que o laser conseguia destruir o projétil durante sua trajetória balística, mas essa destruição não era instantânea. O desempenho reside na aquisição da metais-projétil e no seu rastreamento pelo laser. Porém, trata-se de um tiro de demonstração, muito provavelmente realizado sob condições ótimas. A potência fornecida pelo sistema emitente de radiação varia inversamente ao quadrado da distância. Neste teste, tudo certamente foi organizado "ao melhor" do ponto de vista balístico. O mesmo vale para as condições meteorológicas (nenhuma cobertura de nuvens, pouca turbulência no ar). O problema reside na confiabilidade do sistema de defesa. O que fazer se o inimigo atacar com uma bateria de Katyushas (os famosos "Órgãos de Stalin")? A taxa de disparo seria então extremamente alta. O mesmo poderia ocorrer com tiros de obuses. Para saturar uma defesa baseada em lasers de potência, bastaria realizar tiros simultâneos, em número, sobre um mesmo alvo. A proteção tornar-se-ia rapidamente ilusória, pois seria necessário tantos lasers em operação quanto obuses ou foguetes disparados. E se o tempo estiver nublado, se a forte turbulência do ar, próxima ao solo, dispersar a energia irradiada pelo laser?

Uma coisa é certa: este produto enriquecerá ainda mais o lobby militar-industrial que o produz. Isso me lembra o título de um livro de Jean Lartéguy, na época em que os americanos assumiram o papel na Guerra da Indochina:

Um milhão de dólares o viet ---

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