Armas climáticas, nuvens artificiais, tornados, meteorologia

En résumé (grâce à un LLM libre auto-hébergé)

  • O documento apresenta uma animação mostrando uma nuvem de grande porte no noroeste da China, sugerindo fenômenos climáticos artificiais.
  • Ele menciona a possibilidade de criar nuvens artificiais alterando a ionosfera, podendo provocar fenômenos meteorológicos extremos.
  • Tornados artificiais poderiam ter um potencial destrutivo comparável ao de armas nucleares, sem radiação.

Armas climáticas nuvens artificiais tornados meteorologia

Há traços visíveis de testes
de armas climáticas?

23 set 2002, retransmitido em 29 set 2002

Animação 2

O vídeo seguinte, um gif animado de 316 K, mostra um fenômeno diferente. Observa-se a formação de uma nuvem de dimensões muito grandes, em escala planetária, ao noroeste da China. O escurecimento no solo deveria permitir a um meteorologista avaliar sua espessura. A olho nu, esses fenômenos parecem formar-se longe de relevos importantes e em regiões distantes (Sinkiang?). Tem-se a impressão de que a nebulosidade está ganhando altitude. &&& Comentários de um meteorologista experiente seriam bem-vindos. Talvez se trate de um aquecimento mais localizado (ao "abrir uma janela" na ionosfera), que provocaria uma ascensão violenta para as camadas altas, onde ar úmido, ao se resfriar, se condensaria, formando uma nuvem. Assim, criaria-se uma espécie de cumulonimbus artificial gigantesco, talvez mais potente do que o que a natureza conseguiria produzir por si só.

Sob formações nuvens tão importantes, com esse intenso escurecimento sob a massa nuvem, podem ocorrer fenômenos naturais extremamente violentos: tornados (nas áreas continentais), trombas (acima dos oceanos), que os americanos conhecem apenas too bem. Há alguns anos, o tornado mais potente já observado tinha 1500 metros de diâmetro na base. Gerou ventos de 450 km/h, matou 45 pessoas e causou danos no valor de dois bilhões de dólares. Outro danificou 40.000 veículos. O país que souber criar tornados artificiais disporá de um potencial destrutivo comparável ao dos mais poderosos armamentos nucleares... sem radiação.

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