O primeiro ciclone surgiu em Portugal

En résumé (grâce à un LLM libre auto-hébergé)

  • O primeiro ciclone tropical atingiu Portugal em outubro de 2005, um evento raro e inesperado.
  • O ciclone, chamado Vince, formou-se no Atlântico e atingiu Portugal depois de atravessar águas quentes.
  • O artigo levanta questões sobre o aquecimento global e outras causas potenciais de fenômenos meteorológicos extremos.

O primeiro ciclone sobre Portugal

Ciclone sobre Portugal

Mistério em torno do ciclone Rita

**
Fonte do primeiro documento ** :

http://www.lameteo.org/meteo-8.html

Sinalizado por Frédéric Baudemont.

**Terça-feira, 11 de outubro de 2005 **

Eis um evento que passou quase despercebido no meio do dilúvio de notícias internacionais (dilúvio é, neste caso, uma palavra bem escolhida).

Os ciclones formam-se sobre águas quentes e, em princípio, quando estas atingem uma temperatura-limite de 26°C. Em meados de outubro de 2005, um ciclone de tipo tropical, cuja intensidade (nível 1) é obviamente incomparável à dos dois ciclones que atingiram o sul dos Estados Unidos, formou-se no meio do Atlântico, em 9 de outubro, e atingiu Portugal no dia 11. O resultado foram apenas ventos violentos e chuvas muito fortes.

Vamos primeiro dar uma olhada nas curvas de temperatura correspondentes a 14 de outubro de 2005:

Vê-se que a isoterma de 26° está situada a vários milhares de quilômetros de Portugal. A seguir, uma imagem mais aproximada da situação meteorológica neste dia 14 de outubro de 2005.

Distribuição das temperaturas oceânicas a oeste da Europa em 14 de outubro de 2005

No sábado, 9 de outubro, contra todas as expectativas, formou-se um autêntico ciclone, em pleno Atlântico, dirigindo-se para Portugal. Distingue-se muito bem "o olho"

**O ciclone Vince, em 9 de outubro de 2005 **

Vince formou-se a noroeste da Madeira, entre os Açores e as Canárias. Na imagem acima, a velocidade dos ventos em espiral é de 120 km/h, com rajadas de 140 km/h. É a primeira vez na história da meteorologia moderna (desde 1851) que um fenômeno tropical se forma tão perto do continente europeu. A Europa é às vezes atingida por tempestades subtropicais que se formaram no sul do oceano Atlântico ou em direção ao Golfo do México, como em 1993 ou 1995. De acordo com os arquivos históricos, nenhum ciclone tropical jamais atingiu a terra firme na Península Ibérica. Furacões e tempestades tropicais geralmente se formam em águas quentes situadas muito mais ao sul do que o pequeno arquipélago português da Madeira, que fica a cerca de 2.000 km a sudoeste de Portugal. Deslocando-se a 10 km/h, o ciclone subiu em direção a Portugal.

Vince em 10 de outubro de 2005

Uma animação de
3 megas mostrando a formação e a dissipação de Vince.

Nosso clima estaria se modificando profundamente? Se julgarmos apenas pelo derretimento das geleiras, isso é uma evidência. Estamos em plena fase de aquecimento climático. Mas qual é a causa? O efeito estufa certamente não ajuda. Mas, se controlássemos totalmente essa causa, seria suficiente para deter o fenômeno? Não é certo. Há um fenômeno que atualmente não sabemos avaliar bem: é o efeito do aumento da atividade solar. O Sol conheceu em agosto passado sua maior erupção solar desde que somos capazes de observar esses surtos. O bombardeamento da alta atmosfera terrestre pelas partículas de alta energia emitidas durante essa erupção ( a causa desse fenômeno ) altera o albedo terrestre, a capacidade da atmosfera de refletir a energia que o Sol lhe envia.


Por fim, existem outras causas, que não podemos excluir a priori, embora pareçam pertencer à ficção científica. Poderia tratar-se de experimentações de armas climáticas.

Uma estranha formação, a oeste de "Rita"

16 de outubro de 2005

Gerencio o que me enviam diariamente com dificuldade. A matéria é sempre excessiva. Minha pilha de mensagens cresce a uma velocidade impressionante. Recebo 200 por dia. Tento tratar o que considero prioritário. Alguns leitores devem se perguntar às vezes "mas por que ele não deu eco à documentação que lhe enviei?". Sem dúvida porque essa mensagem, esses anexos, afundam a toda velocidade no fundo da pilha constituída por centenas de e-mails.

Quando se considera o alucinante encadeamento de catástrofes naturais que ocorrem há meses: ciclones, terremotos, tsunami, ameaça de .. pandemia, fica-se tentado a se perguntar: essas coisas poderiam ser o sinal de uma intervenção humana, a menos que encarar essas coisas sob esse ângulo fosse paranoia?

Quando eu tiver conseguido encontrar tempo para fazê-lo, colocarei diante de seus olhos o conjunto do que dispomos sobre os eventos de 11 de setembro de 2001. Cabe a vocês formarem sua própria opinião, construírem sua própria conclusão, com base no que lhes será fornecido, ou seja, de um lado a contra-investigação realizada pela equipe de Jimmy Walter, um bando de americanos que não têm medo de nada, e do outro os discursos daqueles que apoiam a tese oficial. Não se trata de enfiar ideias goela abaixo. Trata-se de colocar à sua disposição elementos de reflexão. Os campeões da tese oficial apresentam argumentos que às vezes beiram o ridículo. Em um site, pode-se ler, por exemplo, "a prova de que um Boeing 757 atingiu o Pentágono é que o diâmetro do buraco na fachada é igual ao da fuselagem do avião". O que nos parece extremamente grave é que a cadeia de televisão que se engaja mais ativamente nessa campanha seja a franco-alemã ARTE, que se esforçou, ao nos revelar "tudo sobre as guerras da CIA" etc..., em construir uma imagem de jornalismo corajoso e sem concessões. No entanto, essa cadeia produziu não um, mas dois documentos, um após o outro, em 2004. O primeiro, que representa uma verdadeira vergonha para o meio jornalístico, intitula-se "O 11 de setembro não aconteceu". O segundo, a partir do qual um dos meus leitores está extraindo uma sequência que demonstra a manipulação da informação, tem um título que me escapa no momento. O documento é apresentado por uma jornalista da filial alemã da Arte, mas foi realizado nos Estados Unidos. Ouve-se ali o próprio projetista das torres gêmeas confessando seus pecados e explicando por que essas duas gigantes de Manhattan desabaram uma hora após serem atingidas pelos aviões. Um erro de concepção, confessa ele, que agora "não o deixa dormir". Mostrarei, ao analisar esse documento, que os argumentos não se sustentam. O homem atribui esse desabamento ao "flambagem" da estrutura portante dos edifícios, essencialmente uma casca externa, evocando uma espécie de "gaiola". O que é fantástico é que a demonstração que ele nos propõe, sob a forma de uma maquete que ele carrega diante de nossos olhos, demonstra-nos ... o contrário. Nessas condições, as duas torres jamais teriam podido desabar verticalmente. Teriam se inclinado para o lado (o que faz ... sua maquete!). Além disso, por que o edifício número sete, que não havia sido atingido por um avião e havia sofrido um incêndio bastante modesto, também desabou verticalmente, no mais puro estilo "demolição controlada", embora sua estrutura fosse, desta vez, totalmente diferente. Nota-se que o desabamento desse edifício nem sequer é mencionado no relatório final da comissão de investigação oficial dos EUA !!!

Que trabalho retomar tudo isso e, em particular, extrair de todos os documentos "resumos" mais curtos (os da Arte, cobertos por direitos autorais, não podem ser reproduzidos integralmente, embora alguns tenham cogitado disponibilizá-los no Emule). O filme americano "Painful Deception" tem duas horas e quarenta minutos, o que é muito longo. Mas vou fazê-lo porque é um verdadeiro dever de informação, denunciando as escandalosas manobras de desinformação postas em prática pela Arte.

Quando se imagina que seres humanos possam ser capazes de perpetrar aquilo que, se uma verdadeira contra-investigação confirmar suspeitas já muito bem fundamentadas, constituiria o maior crime de todos os tempos, tem-se o direito de se perguntar o que poderia estar em ação nos dias de hoje, ou se tais interrogações pertencem à paranoia, o que se chama agora de "teses conspiratórias". Às vezes, tenho tendência a pensar:

- Seja paranoico e você estará abaixo da verdade.

Três mil mortos em 11 de setembro. E daí? A CIA matou dez vezes mais para provocar a explosão do conflito com o Vietnã do Norte. Se vocês viram o documento em duas partes (transmitido pela "corajosa" cadeia Arte) intitulado "As Guerras da CIA", verão um dos diretores dessa agência, indiciado por uma comissão de inquérito, sob o mandato de Jimmy Carter, respondendo perante a comissão senatorial americana à pergunta:

- Então, vocês admitem que crimes foram de fato cometidos no território norte-vietnamita por sul-vietnamitas infiltrados, supervisionados por agentes da CIA - Sim - E quantas pessoas foram mortas nessas ações de desestabilização? - Vinte mil...

Aqui, temos confissões que emergem da boca daquele que ordenou as ações, sempre com a anuência da Presidência dos Estados Unidos. Então, três mil assassinatos, em 11 de setembro de 2001, por que não?

Duzentos marinheiros entregues a uma agonia atroz em agosto de 2000 durante o naufrágio do Kursk, sacrificados no altar da razão de Estado. Mais sutilmente, centenas de soldados franceses irradiados, devido à indiferença cínica de um poder militar, sob as ordens do ministro das Forças Armadas Messmer, durante as campanhas do Saara e de Mururoa. Ontem, falava-se dos operários mortos pelo amianto, lentamente. Fala-se de cem mil vítimas no total. Enquanto que, quando essas pessoas eram contaminadas, por exemplo, equipando instalações com isolantes dentro de navios, em estaleiros navais franceses, sua direção estava perfeitamente ciente da toxicidade mortal do produto. O que dizer das dezenas de milhares de jovens franceses mortos na Argélia sob balas francesas compradas pela FLN com dinheiro que o governo francês lhe fornecia, para evitar que o gasoduto que levava o gás do Saara ao porto de Bougie fosse explodido? Testemunho de Delouvrier, Delegado Geral na Argélia, sob ordens diretas de De Gaulle, aliviando sua consciência antes de partir desta vida.

Em matéria de monstruosidades, temos na Terra apenas o embaraço da escolha. Poderíamos desenrolar páginas e páginas, e novas surgem a cada dia, de maneira enjoativa.

Voltemos a Rita. Um ciclone tropical representa uma energia colossal. Mas a que o Sol nos envia também é. Um quilowatt e meio por metro quadrado, joules, calorias que se acumulam, hora após hora. Evocou-se o fato de que, refletindo essa energia ou, ao contrário, facilitando sua absorção, poder-se-ia teoricamente criar fortes diferenças de pressão entre duas regiões do globo e provocar um reajuste sob a forma de uma tempestade catastrófica. Quanto mais distantes os pontos envolvidos e maior o tempo de maturação do processo, mais devastador pode ser o efeito. Estou convencido de que as armas climáticas podem ser infinitamente mais destrutivas que as armas termonucleares, simples fogos de artifício em comparação.

Pode-se, com meios simplesmente humanos, criar um ciclone, um terremoto, um tsunami? Não, dadas as energias em jogo. Mas pode-se desencadear uma situação que atingiu a maturidade. Isso, eu penso. Expliquei que a explosão de uma forte carga termonuclear submarina, diante das costas de Sumatra, poderia ter sido a causa de um fenômeno, um Tsunami que causou a morte de 275.000 pessoas, servindo de gatilho. Não está provado, mas permanece uma possibilidade do ponto de vista técnico. Em regiões onde se acumularam tensões fenomenais, como nesta fronteira indo-paquistanesa, a explosão subterrânea de uma carga nuclear poderia ser amplamente suficiente para desencadear uma catástrofe (mas onde os paquistaneses realizam esse tipo de teste, já que se sabe que eles têm a bomba e a desenvolveram, como os israelenses, à base de experimentações nucleares subterrâneas?)

Provavelmente não se pode criar um ciclone do nada, mas muito provavelmente pode-se desencadeá-lo e, em todo caso, pode-se guiá-lo. Todos temos na memória as imagens da progressão do ciclone Rita em direção ao sul dos Estados Unidos. Essas imagens não são as que um leitor me havia enviado. Existem outras, formando uma animação. Cyril Leblanc encontrou outras, provenientes de um site:

http://www.enterprisemission.com/weblog/2005/09/hyperdimensional-katrina-scientific.html

(site de Richard Hoegland)

Estamos confrontados com algo totalmente estranho, a oeste da formação ciclônica. Na animação, via-se muito bem essas cinco faixas paralelas aparecerem, no meio de uma zona totalmente homogênea. Os satélites meteorológicos filmam numa vasta gama de comprimentos de onda. Nas duas imagens a seguir, a da esquerda corresponde ao infravermelho. Parece, portanto, que se criou artificialmente nesse local uma zona superaquecida. À direita (satélite GEOS), no visível, há um buraco na cobertura de nuvens, o que é lógico. O ar quente absorve mais vapor d'água.

Uma estranha formação, a oeste de Rita. As temperaturas são codificadas em azul-verde-amarelo-vermelho

Um gif animado mostrando a evolução dessa formação.

Dada a aparência perfeitamente regular dessas marcas, perfeitamente insólitas, não se pode excluir que possa tratar-se de uma modificação local do campo de pressão para dar um leve empurrão a um monstro que caminha lentamente (15 km por hora). Bastaria solicitar a ionosfera por feixes de micro-ondas, seja emitidos por um navio ou submarino, seja emitidos por um satélite, seja refletidos por um espelho de gases ionizados. Ver o dossiê sobre as armas climáticas e seu princípio de funcionamento. Depois que essas formações se manifestaram, Rita passou bruscamente da categoria 4 para a categoria 3, infletindo seu curso para o norte, poupando assim Galveston e Houston, bem como todos os complexos petrolíferos e petroquímicos localizados nessa região.

Uma ação fraca, mas, se desencadeada de maneira precoce, poderia revelar-se suficientemente eficaz para fazer com que, por exemplo, a cidade de Houston fosse poupada, o que foi o caso.

Graças às pesquisas efetuadas por Eric Dezoête, outras imagens daquilo que ele chama "As garras do urso".

Fonte : Morphed Integrated Microwave Imagery at CIMSS (MIMIC)

http://cimss.ssec.wisc.edu/tropic/real-time/marti/2005_EIGHTEEN/webManager

8 h 15

8 h 20

8 h 45

Mas, sempre descoberto por Dezoëte, há algo muito mais louco e ainda mais incompreensível. O monitoramento por infravermelho da zona, em 24 de setembro de 2005, mostra o aparecimento de duas marcas térmicas muito acentuadas, que não poderiam de forma alguma aparecer como sinal de um fenômeno natural. Então, escaldados pelas destruições causadas por Katrina, os americanos teriam feito tudo para controlar e enfraquecer Rita?

pesquisa em emails

Estranhas formações térmicas aparecem ao redor do ciclone Rita, em progressão no sul dos Estados Unidos

Como na Cantora Careca, de Ionesco:

*- Como é estranho, como é esquisito e que coincidência! *

23 de outubro de 2005 : A Universidade de Wisconsin, encarregada de analisar as imagens fornecidas pelo satélite meteorológico, "forneciu uma explicação" a respeito das marcas estranhas que haviam subitamente aparecido nas imagens relacionadas ao ciclone Rita. Segundo essas pessoas, tratar-se-ia de "problemas relacionados ao algoritmo de decodificação utilizado". Observa-se, de passagem, uma coisa: a perturbação sinalizada por essas "garras de urso" possui, no entanto, sua contrapartida nos registros efetuados no domínio do visível. Caso a acompanhar.


**16 de outubro de 2005. O mês de setembro mais quente desde um século. ** ****

AFP 14.10.05 \

23h59

Setembro foi o mês mais quente já registrado no planeta

desde que as temperaturas são medidas cientificamente em 1880, indicou

na sexta-feira o Centro Nacional Oceânico e Atmosférico americano

(NOAA).

A temperatura média estava 0,63 grau Celsius acima da média, segundo um

comunicado do NOAA publicado em seu site na internet. Tratava-se do

segundo mês mais quente desde setembro de 2003, quando a temperatura

média havia sido 0,57 graus Celsius superior à média.

Nos Estados Unidos, setembro de 2005 foi apenas o quarto mês mais

quente desde 1880, com uma temperatura média de 1,4 grau Celsius acima

da média. A Louisiana, atingida pelo ciclone Katrina em 29 de agosto,

conheceu seu mês de setembro mais quente desde 111 anos, e outros 27

estados americanos também registraram temperaturas médias record neste

mesmo mês.

Em 28 de setembro, o Centro Nacional Americano sobre Neve e Gelo (NSIDC)

havia anunciado uma forte redução da calota de gelo ártica durante o

verão de 2005, e isso pelo quarto verão consecutivo, um fenômeno

atribuído ao aquecimento do clima.

"Dado o nível recorde baixo dos gelos este ano, à medida que nos

aproximamos do final de setembro, 2005 quase certamente superará 2002

pela menor superfície de gelo no Ártico desde há mais de um século",

havia declarado então Julienne Stroeve, uma das cientistas do NSIDC.

Essas observações e medições são efetuadas com a ajuda de satélites da

NASA, a agência espacial americana.

"A esse ritmo, o Ártico não terá mais gelo durante a estação de verão

bem antes do final deste século", acrescentou ela.

AFP 14.10.05 \

23h59

Setembro foi o mês mais quente já registrado no planeta

desde que as temperaturas são medidas cientificamente em 1880, indicou

na sexta-feira o Centro Nacional Oceânico e Atmosférico americano

(NOAA).

A temperatura média estava 0,63 grau Celsius acima da média, segundo um

comunicado do NOAA publicado em seu site na internet. Tratava-se do

segundo mês mais quente desde setembro de 2003, quando a temperatura

média havia sido 0,57 graus Celsius superior à média.

Nos Estados Unidos, setembro de 2005 foi apenas o quarto mês mais

quente desde 1880, com uma temperatura média de 1,4 grau Celsius acima

da média. A Louisiana, atingida pelo ciclone Katrina em 29 de agosto,

conheceu seu mês de setembro mais quente desde 111 anos, e outros 27

estados americanos também registraram temperaturas médias record neste

mesmo mês.

Em 28 de setembro, o Centro Nacional Americano sobre Neve e Gelo (NSIDC)

havia anunciado uma forte redução da calota de gelo ártica durante o

verão de 2005, e isso pelo quarto verão consecutivo, um fenômeno

atribuído ao aquecimento do clima.

"Dado o nível recorde baixo dos gelos este ano, à medida que nos

aproximamos do final de setembro, 2005 quase certamente superará 2002

pela menor superfície de gelo no Ártico desde há mais de um século",

havia declarado então Julienne Stroeve, uma das cientistas do NSIDC.

Essas observações e medições são efetuadas com a ajuda de satélites da

NASA, a agência espacial americana.

"A esse ritmo, o Ártico não terá mais gelo durante a estação de verão

bem antes do final deste século", acrescentou ela.


Forte redução da calota de gelo ártica pelo 4º verão consecutivo

WASHINGTON (AFP) - A calota de gelo ártica reduziu-se fortemente este ano,

e isso pelo quarto verão consecutivo, indicaram na quarta-feira

cientistas americanos, segundo os quais esse fenômeno, atribuído ao

aquecimento do clima, provavelmente se acelerará. "Dado o nível recorde

baixo dos gelos este ano, à medida que nos aproximamos do final de

setembro, 2005 quase certamente superará 2002 pela menor superfície de

gelo no Ártico desde há mais de um século", declarou Julienne Stroeve do

Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo (NSIDC). Essas observações e

medições são efetuadas com a ajuda de satélites da NASA, a agência

espacial americana.

"A esse ritmo, o Ártico não terá mais gelo durante a estação de verão

bem antes do final deste século", acrescentou ela.

A zona gelada do oceano Ártico é normalmente reduzida ao seu mínimo em

setembro, no final do degelo de verão. Em 21 de setembro de 2005, a

banquisa era de apenas 5,32 milhões de km2, a menor superfície jamais

medida pelos satélites de observação, precisaram os cientistas em um

comunicado.

"Com quatro anos consecutivos de baixa superfície de gelo ártico, pode-se

pensar com uma grande certeza que um fenômeno de derretimento durável

está ocorrendo", explicou Walt Meier, outro climatologista do NSIDC.

"Isso indica claramente (...) que não se trata de uma anomalia de curta

duração", acrescentou ele. Os especialistas do NSIDC calcularam,

integrando as últimas medições de setembro de 2005, que a calota de gelo

do Ártico se reduzia cerca de 8% a cada dez anos.

Eles também constataram que houve cerca de 20% menos formação de gelo

durante o inverno nos últimos quatro anos, em comparação com o período

1978-2000.

Essa redução da superfície gelada do oceano Ártico representa

aproximadamente 1,3 milhão de km2, o equivalente a cerca de duas vezes a

França.

A crescente desaparecimento dos gelos árticos corresponde a um aumento

das temperaturas nas últimas décadas, destacou o NSIDC.

A temperatura média na superfície do oceano Ártico entre janeiro e agosto

de 2005 estava de 2 a 3 graus Celsius mais quente do que nos últimos

cinquenta anos.

Neste verão, a lendária Passagem do Noroeste no Ártico canadense, entre

a Europa e a Ásia, estava completamente navegável, exceto por uma faixa

de 90 km onde flutuavam blocos de gelo. A Rota do Mar do Norte, ao norte

da costa siberiana, estava totalmente desprovida de gelo de 15 de agosto

a 28 de setembro, também observaram os cientistas do NSIDC.

Forte redução da calota de gelo ártica pelo 4º verão consecutivo

WASHINGTON (AFP) - A calota de gelo ártica reduziu-se fortemente este ano,

e isso pelo quarto verão consecutivo, indicaram na quarta-feira

cientistas americanos, segundo os quais esse fenômeno, atribuído ao

aquecimento do clima, provavelmente se acelerará. "Dado o nível recorde

baixo dos gelos este ano, à medida que nos aproximamos do final de

setembro, 2005 quase certamente superará 2002 pela menor superfície de

gelo no Ártico desde há mais de um século", declarou Julienne Stroeve do

Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo (NSIDC). Essas observações e

medições são efetuadas com a ajuda de satélites da NASA, a agência

espacial americana.

"A esse ritmo, o Ártico não terá mais gelo durante a estação de verão

bem antes do final deste século", acrescentou ela.

A zona gelada do oceano Ártico é normalmente reduzida ao seu mínimo em

setembro, no final do degelo de verão. Em 21 de setembro de 2005, a

banquisa era de apenas 5,32 milhões de km2, a menor superfície jamais

medida pelos satélites de observação, precisaram os cientistas em um

comunicado.

"Com quatro anos consecutivos de baixa superfície de gelo ártico, pode-se

pensar com uma grande certeza que um fenômeno de derretimento durável

está ocorrendo", explicou Walt Meier, outro climatologista do NSIDC.

"Isso indica claramente (...) que não se trata de uma anomalia de curta

duração", acrescentou ele. Os especialistas do NSIDC calcularam,

integrando as últimas medições de setembro de 2005, que a calota de gelo

do Ártico se reduzia cerca de 8% a cada dez anos.

Eles também constataram que houve cerca de 20% menos formação de gelo

durante o inverno nos últimos quatro anos, em comparação com o período

1978-2000.

Essa redução da superfície gelada do oceano Ártico representa

aproximadamente 1,3 milhão de km2, o equivalente a cerca de duas vezes a

França.

A crescente desaparecimento dos gelos árticos corresponde a um aumento

das temperaturas nas últimas décadas, destacou o NSIDC.

A temperatura média na superfície do oceano Ártico entre janeiro e agosto

de 2005 estava de 2 a 3 graus Celsius mais quente do que nos últimos

cinquenta anos.

Neste verão, a lendária Passagem do Noroeste no Ártico canadense, entre

a Europa e a Ásia, estava completamente navegável, exceto por uma faixa

de 90 km onde flutuavam blocos de gelo. A Rota do Mar do Norte, ao norte

da costa siberiana, estava totalmente desprovida de gelo de 15 de agosto

a 28 de setembro, também observaram os cientistas do NSIDC.

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