Energia solar em abundância em Kirkland, Novo México, com espelhos e motores Stirling
A energia solar e o motor Stirling. Os EUA: líderes neste campo
13 de agosto de 2005
Meus leitores me dão muito trabalho. Mas é assim mesmo. É meu trabalho puxar as campainhas de alarme e também difundir as ideias. Certamente, é mais agradável propor soluções do que insistir de forma cansativa sobre todas as misérias do mundo. Frédéric Deroche me conecta a um novo dossiê acrescentando "desculpe, está em inglês". Bom, terei que traduzir, a fresco, esta manhã.
O motor Stirling é uma forma de explorar uma diferença de temperatura entre uma fonte quente e uma fonte fria. Procure no Google como isso funciona. No que segue, as pessoas utilizam o solar como fonte quente.
É aí que se mede toda a absurdidade do mundo. Eis uma solução inteligente. Ocorre que ela é implementada pelos ... Laboratórios Sandia, alto lugar da tecnologia militar dos EUA, que visitei em 76. Prova de que a ciência pode engendrar o pior como o melhor. É o resultado de grandes investimentos. Se não fôssemos na França completos idiotas, seria em direção a fórmulas como essa que nos orientaríamos. Atualmente, salvo engano, os sistemas Stirling são estudados por ecologistas-faz-tudo (a menos que eu esteja errado).
Mas o que é um ministro da pesquisa e da tecnologia na França, senão um incapaz cada vez mais no cargo, generosamente pago? Tinham bem sentado nesse assento uma astronauta, sem a sombra de uma ideia.
Sem dinheiro, não se faz nada, ou pouco. Faz-se um improviso. É, infelizmente, uma realidade. Ou então faz-se o que eu faço há 25 anos: colocar tinta no papel, alinhar equações. A propósito, a briga começou para a publicação de nossos últimos trabalhos. "É algo", poder-se-ia dizer. Grande aposta, grande avanço, com co-signatários de peso. Lubrificamos o tubo, nos colocamos em imersão periscópica e lançamos o torpedo. O bloqueio já se põe em marcha. Mas, na ciência, sabe-se a que se atém. É inútil bater gentilmente nas portas: é preciso arrombá-las. Terá que chamar os "tenores" nas arenas onde não se apressam em descer. O mais terrível é ... o muro do silêncio. Basta pensar naquele que saudou a saída de "Perdemos metade do universo em 1997", Albin Michel.
Não é bonita, a ciência?
Além disso, me sinalizam, de tempos em tempos, que sou atacado por pessoas que se abrigam corajosamente atrás de pseudônimos desabafando em fóruns. Antes de partir para os Emirados, tive um intercâmbio com um certo "Kouropoulos", que não economiza em relação a mim, fingindo saber tudo sobre tudo. Eu o questionei. Canadense, 47 anos, vivendo em Genebra. Pede insistentemente para manter o segredo sobre seu verdadeiro nome: Couropoulos com um C. E então, o quê? Não, não é um pesquisador. Não publicou nada. Por seu próprio depoimento, nível DEA (diploma de estudos aprofundados). Autodidata que não figura em nenhuma instância universidade-pesquisa. Não pude saber de que vivia. Talvez mora com a mãe.
É um início de resposta a uma questão muitas vezes colocada: "O que você pensa do que Kouropoulos diz sobre você?". Minha resposta:
*- Esse bravo rapaz se superestima. *
Voltemos a coisas mais sérias.
A fonte: http://pesn.com/2005-08-11/9600147_Edison_Stirling_largest_solar
Começo a traduzir.

Como funciona
O sistema Stirling converte a energia solar em eletricidade enviando a energia solar ao receptor do motor. Cada painel é motorizado para poder seguir os raios do sol e acompanhá-los da melhor forma possível.

**Receptor do sistema de Sandia. **



**O projeto. O estado atual com seis receptores. **


Bush visitando as instalações do laboratório de Sandia ( Novo México )
**Aqui, observação: **Como o espelho está ao fundo, pode-se avaliar sua superfície em 100-120 metros quadrados. Mais adiante, diz-se que os espelhos têm 12 metros.
Lá, uma observação JPP, concernente ao que tentaremos chamar a atenção dos emires, em Dubai, Christophe Tardy e eu, se possível. Existe uma forma de concentrar a energia solar, muito mais racional que usando esses espelhos côncavos, volumosos e sensíveis ao vento. Poderíamos, na França, desenvolver isso facilmente, se não fôssemos dirigidos por completos idiotas. É, de resto, em nosso solo que nasceu o inventor desses sistemas, um certo ... Fresnel.

**Augustin Fresnel **( 1788 - 1827 )
Na época de Fresnel, deseja-se melhorar a segurança marítima desenvolvendo faróis e balizas. Mas como instalar lentes de um metro e algo de diâmetro no alto dos faróis? Fresnel tem uma ideia. Ele "segmenta" o objeto:

Lente de Fresnel
Esse tipo de lentes, você encontra sob forma de autocolantes a "microsulcos" em todos os supermercados. Você pode até fixá-los na janela traseira de seu furgão. É o que permite à caixa explorar o conteúdo de seu carrinho.

**Lente de Fresnel com micro-sulcos. **
Na mesma ordem de ideias, pode-se conceber um espelho de Fresnel, esférico ou cilíndrico.

Espelho de Fresnel
Poderia-se mesmo passar a um sistema a "microsulcos". Daí um gadget que o automobilista poderia dobrar em seu porta-malas e que lhe permitiria assar salsichas com um forno solar improvisado, na área de descanso à beira da estrada. Saiba que o Sol nos envia generosamente um quilowatt e meio por metro quadrado.

Além do gadget, há aí um meio extremamente cômodo de captar a energia solar. Lembro-me (era há trinta anos) de ter encontrado na INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) um patente concernente a uma "casa solar".

**O patente de casa solar. Nada mais cômodo. **
O autor havia imaginado captar a energia do sol transformando um trecho do telhado em espelho cilíndrico côncavo. Refaça a mesma coisa com elementos pré-fabricados, que seriam produzidos em grandes números e vendidos em lojas de materiais, permitindo transformar um dos trechos do telhado em espelhos de Fresnel. Focalização sobre um segmento, móvel. É fácil deslocar este sobre um braço, com um parafuso sem fim e um sistema de engrenagem para que se situe a cada instante no foco do sistema. Com um trecho de telhado de 10 metros por cinco, são 50 quilowatts que chegam. Nada mal para aquecer sua banheira ou alimentar seus radiadores.

Casa equipada com um trecho de telhado em espelho de Fresnel
À direita, a limpeza automática do telhado com um ... limpador de para-brisa com movimento linear. Injeção de água no cume do telhado. Escovamento do espelho. Uma caixa poderia produzir elementos adaptáveis para compor telhados de tamanho variável. Mas quem fará isso?
14 de agosto. Observação : *Eis um site americano, creio, onde você encontrará lentes de Fresnel de 38"x50": http://www.alltronics.com/lenses.htm mas não espelhos. *


Lentes de Fresnel de grande tamanho, simplesmente fixadas sobre uma montagem de madeira. EUA
O armazenamento da energia? Se eu devesse construir uma casa, eu previria um vasto volume de água, enterrado e cuidadosamente isolado. Eu armazenaria simplesmente ... água quente. Seria necessário fazer cálculos de perda. Saber quantas dezenas de metros cúbicos de água a boa temperatura seria necessário armazenar para poder se aquecer por um bom tempo. Há também a concentração do calor. Um sol de inverno, focalizado sobre um segmento, dará água fervente. Experimentei essa coisa há uma boa trintena de anos, em Aix. Eu havia alugado uma cabana na planície dos Verguetiers. A água doce era trazida por um longo tubo preto, desde um reservatório situado a dois ou trezentos metros de distância. Na primavera, eu estava incomodado. A evaporação da orvalho fazia congelar a água em meu tubo. Então, pendurei-o na ramificação das árvores. E lá, horror, eu não tinha mais que água fervente em minha torneira. Mas, compensação: eu podia tomar banhos quentes gratuitos.
O Sol nos dispensa uma energia louca que não fazemos NADA. Se eu fosse ministro da pesquisa e da tecnologia, eu teria desenvolvido essa coisa de espelhos de Fresnel, em escala industrial. Mas os ministros da tecnologia não estão lá para impulsionar projetos. Estão lá para falar, falar.... Lembre-se dos discursos vazios de Haygnerie, no capítulo composto por nosso Ministro da Educação Nacional, Luc Ferry:
- Terei a preocupação de fazer com que os pesquisadores se vejam dotados de meios à altura das missões que se terão fixado....
Blá blá blá....
Ministros, eu encontrei. Eu até almocei um dia com Madelin, há ... 25 anos. Mostrei-lhe um software de CAD que rodava em um microcomputador de 64 K. Na época, era um Amstrad. Eu era o primeiro no mundo a fazer isso. Ele tomou isso como um ... jogo de vídeo. Ele havia reunido na época pessoas que estavam na vanguarda da informática. Na época, era meu caso e eu havia mesmo apresentado esse software à TF1, rodando em um Apple II. Balançando na tela "imagens pré-calculadas" com partes ocultas eliminadas, armazenadas em "uma placa de extensão de memória de 256 K", eu produzia mesmo uma ... animação. Obtinha-se uma sobrevoada de uma aldeia em 360°, em loop. Em suma, em 79 eu havia inventado o ... CD-ROM, sem saber. Madelin nos saiu com um belo discurso. Tive vontade de lhe dizer:
*- Diga, por uma vez, você não poderia nos sair algo que não se pareça com seus discursos eleitorais? *
Madelin, Edith Cresson, Curien, as pessoas da Villette. Eu os encontrei todos. Na França, fazendo porta a porta com mil ideias, perde-se tempo.
Se eu fosse ministro, eu me inspiraria na experiência de Sandia, mais os espelhos de Fresnel. Mas voltemos a essa coisa e retomemos nossa tradução.
Há pessoas que poderiam desenvolver tudo isso. São os emires de Dubai. Pode-se sempre tentar. Mas terão que construir "os maiores espelhos de Fresnel do Mundo". Do sol, do espaço, eles têm. Têm todo um deserto, atrás, à vista.
Mas retomemos nossa tradução
O receptor capta o calor que serve para aquecer hidrogênio. A expansão do gás age sobre um pistão ligado a um virabrequim e o conjunto constitui um motor sem que haja combustão interna. (Por que hidrogênio? Porque é mais eficaz como fluido de transferência de calor). O giro arrasta um gerador de eletricidade. O conjunto do sistema de conversão tem o tamanho de um grande galão de óleo. O processo não requer água e não emite energia.

Observação
A energia solar, neste desenho, chega por baixo. Tem-se dois pistões, ligados a bielas, acoplados por uma engrenagem, que trabalham alternadamente. Todo o dispositivo cabe efetivamente em um volume de menos de 200 litros, pendurado ao foco do sistema visível nas fotos. Mais simples que o sistema Stirling, morra.
Comparação com outros sistemas que utilizam a energia solar
Os testes conduzidos pela SCE e pelos laboratórios nacionais Sandia mostraram que o sistema fundado em uma máquina Stirling era quase duas vezes mais eficaz que os outros, como por exemplo os sistemas de espelhos parabólicos com os quais se cria vapor destinado a alimentar turbinas ou os sistemas fotovoltaicos
Aplicações adicionais
São inumeráveis.
Mas retomemos nossa tradução
:
O receptor capta o calor que serve para aquecer hidrogênio. A expansão do gás age sobre um pistão ligado a um virabrequim e o conjunto constitui um motor sem que haja combustão interna. (Por que hidrogênio? Porque é mais eficaz como fluido de transferência de calor). O giro arrasta um gerador de eletricidade. O conjunto do sistema de conversão tem o tamanho de um grande galão de óleo. O processo não requer água e não emite energia.
Observação
:
A energia solar, neste desenho, chega por baixo. Tem-se dois pistões, ligados a bielas, acoplados por uma engrenagem, que trabalham alternadamente. Todo o dispositivo cabe efetivamente em um volume de menos de 200 litros, pendurado ao foco do sistema visível nas fotos. Mais simples que o sistema Stirling, morra.
Comparação com outros sistemas que utilizam a energia solar
Os testes conduzidos pela SCE e pelos laboratórios nacionais Sandia mostraram que o sistema fundado em uma máquina Stirling era quase duas vezes mais eficaz que os outros, como por exemplo os sistemas de espelhos parabólicos com os quais se cria vapor destinado a alimentar turbinas ou os sistemas fotovoltaicos
Aplicações adicionais
São inumeráveis.
http://pesn.com/2005-08-11/9600147_Edison_Stirling_largest_solar
A maior instalação do mundo utilizando a tecnologia dos motores Stirling
É o resultado de 20 anos de trabalhos da Southern California Edison Company e da Stirling Energy Systems, Inc. O projeto consiste em cobrir 4500 acres de terreno com 20.000 espelhos, produzindo 500 megawatts de eletricidade. Mais que todos os sistemas atualmente em funcionamento no território dos EUA.
"Somos competitivos no mercado, embora não desejemos indicar a quantidade de dólares que investimos nesta operação. Não precisamos de nenhuma subvenção para levar a cabo este trabalho", declara-nos Gil Alexander em 11 de agosto de 2005".
Observação
Situemos a superfície dos espelhos entre 100 e 120 metros quadrados. Vinte e quatro mil unidades para 500 megawatts, isso dá 20 kW por peça. Com 1 kW por metro quadrado (no Novo México) isso nos dá uma potência solar coletada entre 100 e 120 kW. Com um rendimento bruto de 16 a 20 %. Isso parece muito honesto, dada a simplicidade do dispositivo. Observações dos leitores bem-vindas &&. Na verdade, esses rendimentos podem nos parecer baixos. Mas que sentido isso tem na medida em que a energia convertida (solar) é ... gratuita. Quando se acopla turbinas a gás nos queimadores de uma central térmica, está-se muito atento aos rendimentos. Cada ponto ganho representa uma economia enorme concernente à fatura das importações de petróleo. No caso presente, cada ponto de rendimento perdido (mudando de modo de conversão) impõe simplesmente aumentar a superfície do espelho coletor. O trabalho feito pelas pessoas dos laboratórios de Sandia consistiu em melhorar o funcionamento do sistema Stirling, negligenciado até aqui por rendimentos "relativamente baixos". Mas essa fórmula encontra-se particularmente bem adaptada para essa coleta de energia solar, que se acomoda de baixos rendimentos. Acoplando os conversores desenvolvidos pelos americanos a espelhos de Fresnel, parece-me que se chegaria a um conceito muito interessante, em relação à simplicidade de construção, à resistência ao vento, à facilidade de limpeza (na região de Albuquerque onde foram feitos os testes, a poluição não é, creio, uma preocupação maior. Em outros lugares, sim. Limpar um espelho côncavo de 12 metros: não é fácil).
ROSEMEAD, Califórnia, EUA
Em 8 de agosto de 2005, o Presidente Bush visitou o conjunto das instalações testando a capacidade de conversão de energia solar, situadas na base da Força Aérea de Kirkland, em Albuquerque (Novo México).
Notar-se-á o tamanho dos espelhos de 12 metros de diâmetro, em relação ao das pessoas presentes.
Com base em um contrato assinado pela Société Edison, uma subsidiária da Southern California Edison (SCE), o país está agora pronto para se situar como um líder em matéria de energias renováveis. Uma convenção acabou de ser assinada, sujeita à aprovação da comissão de projetos de interesse público da Califórnia, concernente ao desenvolvimento de uma instalação de 500 megawatts situada a 70 milhas a nordeste de Los Angeles, utilizando essa combinação motor Stirling-espelhos solares. Isso seria suficiente para alimentar em energia meio milhão de moradias. O projeto seria de estender esse projeto a 850 MW. A construção se estenderia por um período de quatro anos, partindo de 2008. Se a instalação for levada a 850 MW, isso elevaria o número de espelhos a 34.000.
Observação
O custo dos espelhos é muito provavelmente importante no orçamento total. Estes devem ser motorizados. São sensíveis ao vento. Espelhos de Fresnel poderiam ter dimensões muito maiores e apresentar um custo unitário de fabricação e manutenção mais baixo. Além disso, parece-nos mais simples deslocar o captador de energia do que o conjunto da instalação em si.
Continuação: Blá blá blá......
Líderes em matéria de rentabilidade dos sistemas Stirling acoplados à energia solar.
Os sistemas foram objeto de 26.000 horas de testes. Um sistema com seis espelhos funciona atualmente no laboratório Sandia. Claro, isso não constitui a primeira aplicação dos sistemas Stirling. Assim, os submarinos suecos utilizam motores desse tipo para sua propulsão.
A sociedade SCE entregou mais de 13.000 gigawatts-hora de energia renovável em 2004, mais que qualquer sistema fonte de energia de uso militar e suficiente para alimentar dois milhões de lares durante um ano inteiro.
Em 2004, mais de 18 % da energia entregue aos 13 milhões de californianos pela sociedade SCE se traduziram pela exploração de energias renováveis.
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1,021 MW de energia eólica
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892 MW em geotermia
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354 MW solares
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226 MW a partir da biomassa
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95 MW de pequenas instalações hidroelétricas.
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Nas próximas semanas, a SCE lançará seu nono programa de chamada a produtores independentes, utilizando energias renováveis. Essa política se traduz por contratos que abrangem uma potência de 1.630 MW.
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A Southern California Edison Company é uma das mais importantes do país, alimentando 13 milhões de pessoas. Conta com 4,6 milhões de clientes repartidos em uma área de 50.000 milhas quadradas.
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A Stirling Energy Systems (SES) desenvolve sistemas de energia renovável. Suas atividades incluem o desenvolvimento de aparelhos destinados a submarinos (Kockums Submarine Systems), e se traduzem por vínculos com os Laboratórios NASA-Glenn, o departamento americano de energia (DOE) e a sociedade Boeing. No futuro, a SES será parte interessada em projetos utilizando biomassa e motores de hidrogênio.
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Além de suas instalações de Sandia, a SES possui laboratórios em Huntington Beach; UNLV, Nevada; e perto de Johannesburgo, África do Sul, que representa a instalação mais importante implantada na África. Sistemas solares Stirling estão também implantados no estado de Washington. A companhia está em negociações para instalar em outras regiões do país.
Fonte:
A SES detém o recorde em matéria de eficácia de conversão de energia solar.
Stirling Engine Systems
602-957-1818
Bruce Osborn, CEO
ou Robert Liden, Vice-Presidente Executivo, Gerente Geral
Edison International
Comunicações Corporativas, 626-302-2255
A maior instalação do mundo utilizando a tecnologia dos motores Stirling
É o resultado de 20 anos de trabalhos da Southern California Edison Company e da Stirling Energy Systems, Inc. O projeto consiste em cobrir 4500 acres de terreno com 20.000 espelhos, produzindo 500 megawatts de eletricidade. Mais que todos os sistemas atualmente em funcionamento no território dos EUA.
"Somos competitivos no mercado, embora não desejemos indicar a quantidade de dólares que investimos nesta operação. Não precisamos de nenhuma subvenção para levar a cabo este trabalho", declara-nos Gil Alexander em 11 de agosto de 2005".
Observação
:
Situemos a superfície dos espelhos entre 100 e 120 metros quadrados. Vinte e quatro mil unidades para 500 megawatts, isso dá 20 kW por peça. Com 1 kW por metro quadrado (no Novo México) isso nos dá uma potência solar coletada entre 100 e 120 kW. Com um rendimento bruto de 16 a 20 %. Isso parece muito honesto, dada a simplicidade do dispositivo. Observações dos leitores bem-vindas &&. Na verdade, esses rendimentos podem nos parecer baixos. Mas que sentido isso tem na medida em que a energia convertida (solar) é ... gratuita. Quando se acopla turbinas a gás nos queimadores de uma central térmica, está-se muito atento aos rendimentos. Cada ponto ganho representa uma economia enorme concernente à fatura das importações de petróleo. No caso presente, cada ponto de rendimento perdido (mudando de modo de conversão) impõe simplesmente aumentar a superfície do espelho coletor. O trabalho feito pelas pessoas dos laboratórios de Sandia consistiu em melhorar o funcionamento do sistema Stirling, negligenciado até aqui por rendimentos "relativamente baixos". Mas essa fórmula encontra-se particularmente bem adaptada para essa coleta de energia solar, que se acomoda de baixos rendimentos. Acoplando os conversores desenvolvidos pelos americanos a espelhos de Fresnel, parece-me que se chegaria a um conceito muito interessante, em relação à simplicidade de construção, à resistência ao vento, à facilidade de limpeza (na região de Albuquerque onde foram feitos os testes, a poluição não é, creio, uma preocupação maior. Em outros lugares, sim. Limpar um espelho côncavo de 12 metros: não é fácil).
ROSEMEAD, Califórnia, EUA
Em 8 de agosto de 2005, o Presidente Bush visitou o conjunto das instalações testando a capacidade de conversão de energia solar, situadas na base da Força Aérea de Kirkland, em Albuquerque (Novo México).
Notar-se-á o tamanho dos espelhos de 12 metros de diâmetro, em relação ao das pessoas presentes.
Com base em um contrato assinado pela Société Edison, uma subsidiária da Southern California Edison (SCE), o país está agora pronto para se situar como um líder em matéria de energias renováveis. Uma convenção acabou de ser assinada, sujeita à aprovação da comissão de projetos de interesse público da Califórnia, concernente ao desenvolvimento de uma instalação de 500 megawatts situada a 70 milhas a nordeste de Los Angeles, utilizando essa combinação motor Stirling-espelhos solares. Isso seria suficiente para alimentar em energia meio milhão de moradias. O projeto seria de estender esse projeto a 850 MW. A construção se estenderia por um período de quatro anos, partindo de 2008. Se a instalação for levada a 850 MW, isso elevaria o número de espelhos a 34.000.
Observação
:
O custo dos espelhos é muito provavelmente importante no orçamento total. Estes devem ser motorizados. São sensíveis ao vento. Espelhos de Fresnel poderiam ter dimensões muito maiores e apresentar um custo unitário de fabricação e manutenção mais baixo. Além disso, parece-nos mais simples deslocar o captador de energia do que o conjunto da instalação em si.
Continuação: Blá blá blá......
Líderes em matéria de rentabilidade dos sistemas Stirling acoplados à energia solar.
Os sistemas foram objeto de 26.000 horas de testes. Um sistema com seis espelhos funciona atualmente no laboratório Sandia. Claro, isso não constitui a primeira aplicação dos sistemas Stirling. Assim, os submarinos suecos utilizam motores desse tipo para sua propulsão.
A sociedade SCE entregou mais de 13.000 gigawatts-hora de energia renovável em 2004, mais que qualquer sistema fonte de energia de uso militar e suficiente para alimentar dois milhões de lares durante um ano inteiro.
Em 2004, mais de 18 % da energia entregue aos 13 milhões de californianos pela sociedade SCE se traduziram pela exploração de energias renováveis.
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1,021 MW de energia eólica
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892 MW em geotermia
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354 MW solares
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226 MW a partir da biomassa
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95 MW de pequenas instalações hidroelétricas.
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Nas próximas semanas, a SCE lançará seu nono programa de chamada a produtores independentes, utilizando energias renováveis. Essa política se traduz por contratos que abrangem uma potência de 1.630 MW.
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A Southern California Edison Company é uma das mais importantes do país, alimentando 13 milhões de pessoas. Conta com 4,6 milhões de clientes repartidos em uma área de 50.000 milhas quadradas.
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A Stirling Energy Systems (SES) desenvolve sistemas de energia renovável. Suas atividades incluem o desenvolvimento de aparelhos destinados a submarinos (Kockums Submarine Systems), e se traduzem por vínculos com os Laboratórios NASA-Glenn, o departamento americano de energia (DOE) e a sociedade Boeing. No futuro, a SES será parte interessada em projetos utilizando biomassa e motores de hidrogênio.
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Além de suas instalações de Sandia, a SES possui laboratórios em Huntington Beach; UNLV, Nevada; e perto de Johannesburgo, África do Sul, que representa a instalação mais importante implantada na África. Sistemas solares Stirling estão também implantados no estado de Washington. A companhia está em negociações para instalar em outras regiões do país.
Fonte:
A SES detém o recorde em matéria de eficácia de conversão de energia solar.
Stirling Engine Systems
602-957-1818
Bruce Osborn, CEO
ou Robert Liden, Vice-Presidente Executivo, Gerente Geral
Edison International
Comunicações Corporativas, 626-302-2255
Uma última observação : Em nossa época, a limitação de consumo de petróleo, a de rejeição de CO2 são problemas cruciais. Daí a necessidade de dirigir o interesse para energias tanto renováveis como não poluentes como aquela que nos entrega tão generosamente o Sol e da qual não fazemos nada. Nessa ótica, o trabalho feito pelos americanos parece muito interessante e penso que, optando por espelhos fixos, tipo Fresnel, com sistema de coleta de energia móvel, perderíamos talvez um pouco em rendimento, mas ganharíamos em simplicidade de construção e manutenção. Não é simples mover todo o conjunto espelho mais conversor, mantendo o eixo do sistema apontado para o Sol. Não é simples limpar espelhos esféricos. Teria que dotá-los de limpadores de para-brisa com vaporização de água. Com um espelho fixo, colado em uma simples estrutura de concreto, não há mais problema de resistência aos ventos mais violentos. Em caso de tempestade, basta esconder o conversor e seu braço em um abrigo protetor (o que pode se operar automaticamente, quando o vento ultrapassa uma certa força). Onde o laboratório de Sandia trouxe sem dúvida um mais é no aperfeiçoamento do sistema Stirling.
Vê-se surgir então um problema politicamente bobo. Esses sistemas poderiam permitir trazer energia elétrica, em total autonomia, nas regiões mais remotas do globo. Com 20 quilowatts de energia elétrica pode-se fazer enormemente coisas, como permitir que uma unidade hospitalar ou uma pequena oficina de mecânica funcione. Pode-se também recarregar as baterias de veículos elétricos, etc. O gesto político forte consistiria em colocar essa realização no domínio público, em vez de buscar tirar lucro. Ora, isso não está na mentalidade americana, onde ao contrário a busca do lucro é quase um "princípio moral". Na verdade, os americanos deveriam implantar sistemas desse tipo no Iraque, no Afeganistão, em muitos lugares do mundo. A eletricidade pode prestar serviços.. em toda parte, e não há retombada negativa. Não se pode transformar tais sistemas em armamentos.
Em vez de buscar assegurar o futuro econômico do país desenvolvendo um turismo de luxo, os emires de Dubai deveriam se concentrar nessas soluções, cobrindo o deserto ao qual o país se apoia com tais sistemas de conversão de energia solar em eletricidade. Que orgulho, quando se tem os meios, de poder dizer:
*- Estamos na vanguarda do progresso. Nossas cidades, nossas instalações são as primeiras a ser alimentadas em energia utilizando aquela que nos envia o sol. *
Para instalar esses captadores, é preciso espaço, muito espaço. Paradoxalmente, eles combinam muito bem com as regiões desérticas. Através deste dossiê, vê-se que soluções, há.

**Motor Stirling ( Como
funciona ) **
**As explicações no site em questão são excelentes e muito claras. Vá dar uma olhada. **


**
Vantagens e desvantagens do motor Stirling
As vantagens
-
o silêncio de funcionamento: não há expansão à atmosfera como no caso de um motor de combustão interna, a combustão é contínua na exterior do ou dos cilindros. Além disso, sua concepção é tal que o motor é fácil de equilibrar e gera poucas vibrações.
-
o rendimento elevado: função, é verdade, das temperaturas das fontes quentes e frias. Como é possível fazê-lo funcionar em cogeração (potências mecânica e calórica), o rendimento global pode ser muito elevado.
Pode-se, por exemplo, acoplar duas energias: a eólica e a solar (quando o céu está coberto, o vento pode assumir o relevo e quando o vento cai, o Sol pode assegurar).
- a multitude de "fontes quentes" possíveis: combustão de gases diversos, de madeira, serragem, resíduos, energia solar ou geotérmica...
Sem contar, creio, as fontes quentes e frias que representam a superfície de um oceano (ou de um lago) e as águas profundas, mesmo se o rendimento baixa. Essa energia é, ela também, inesgotável. Por outro lado, em regiões costeiras, alojando geradores desse tipo a vinte metros de profundidade, coloca-se à abrigo das mais fortes tempestades. Não há poluição "ambiental". Tais geradores seriam ... invisíveis. A fonte quente: o oceano (ou a água de um lago) na superfície. A fonte fria: a água profunda.
Em nossas regiões, os lagos têm uma temperatura elevada, no verão, enquanto a uma profundidade moderada essa pode cair a 4°. De energia, basta se abaixar para recolher.
-
a aptidão ecológica para responder da melhor forma possível às exigências ambientais em matéria de poluição atmosférica. É mais fácil realizar nesse tipo de motor uma combustão completa dos combustíveis.
-
a confiabilidade e a manutenção fácil: a relativa simplicidade tecnológica permite ter motores de uma muito grande confiabilidade e necessitando pouca manutenção.
-
a vida útil importante devido a sua "rusticidade".
-
as utilizações muito diversas devido a sua autonomia e sua adaptabilidade à necessidade e à natureza da fonte quente (do mW ao MW).
As desvantagens
- o preço: o freio a seu desenvolvimento é hoje provavelmente seu custo, não ainda competitivo em relação a outros meios bem implantados. Uma generalização de seu emprego deveria palliar esse problema inerente a toda novidade.
(é o que os americanos parecem ter realizado: a possibilidade de sair um conversor em grande série)
- o desconhecimento desse tipo de motor pelo grande público. Apenas alguns apaixonados conhecem sua existência.
Mais agora....
- a variedade de modelos impede uma padronização e, por consequência, uma baixa dos preços.
Cf. a observação sobre o avanço yankee.
-
os problemas tecnológicos a resolver:
-
os problemas de estanqueidade são difíceis de resolver desde que se deseja ter pressões de funcionamento elevadas. A escolha do gás "ideal", a saber, o hidrogênio por sua leveza e sua capacidade de absorber as calorias, se choca com sua faculdade de difundir através dos materiais.
-
as trocas de calor com um gás são delicadas e necessitam muitas vezes de aparelhos volumosos (conseguindo alojar um sistema produzindo 20 kW em um espaço tendo o volume de um galão de óleo, os americanos ainda marcaram pontos.
É aí que se jogou o investimento americano. Quanto mais as moléculas de um gás são leves, mais sua condutividade térmica é elevada, a uma temperatura dada. Essa condutividade é proporcional à velocidade de agitação térmica das moléculas (a energia se transfere a uma velocidade próxima a essa).

Portanto, transferência rápida de energia: moléculas leves, portanto hidrogênio. Mas esse hidrogênio não é perigoso: um motor Stirling trabalha totalmente em circuito fechado. O problema é que as muito pequenas moléculas atravessam mais facilmente as barreiras das juntas. É ainda aí que os americanos devem ter marcado pontos.
Vantagens e desvantagens do motor Stirling
As vantagens
:
-
o silêncio de funcionamento: não há expansão à atmosfera como no caso de um motor de combustão interna, a combustão é contínua na exterior do ou dos cilindros. Além disso, sua concepção é tal que o motor é fácil de equilibrar e gera poucas vibrações.
-
o rendimento elevado: função, é verdade, das temperaturas das fontes quentes e frias. Como é possível fazê-lo funcionar em cogeração (potências mecânica e calórica), o rendimento global pode ser muito elevado.
Pode-se, por exemplo, acoplar duas energias: a eólica e a solar (quando o céu está coberto, o vento pode assumir o relevo e quando o vento cai, o Sol pode assegurar).
- a multitude de "fontes quentes" possíveis: combustão de gases diversos, de madeira, serragem, resíduos, energia solar ou geotérmica...
Sem contar, creio, as fontes quentes e frias que representam a superfície de um oceano (ou de um lago) e as águas profundas, mesmo se o rendimento baixa. Essa energia é, ela também, inesgotável. Por outro lado, em regiões costeiras, alojando geradores desse tipo a vinte metros de profundidade, coloca-se à abrigo das mais fortes tempestades. Não há poluição "ambiental". Tais geradores seriam ... invisíveis. A fonte quente: o oceano (ou a água de um lago) na superfície. A fonte fria: a água profunda.
Em nossas regiões, os lagos têm uma temperatura elevada, no verão, enquanto a uma profundidade moderada essa pode cair a 4°. De energia, basta se abaixar para recolher.
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a aptidão ecológica para responder da melhor forma possível às exigências ambientais em matéria de poluição atmosférica. É mais fácil realizar nesse tipo de motor uma combustão completa dos combustíveis.
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a confiabilidade e a manutenção fácil: a relativa simplicidade tecnológica permite ter motores de uma muito grande confiabilidade e necessitando pouca manutenção.
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a vida útil importante devido a sua "rusticidade".
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as utilizações muito diversas devido a sua autonomia e sua adaptabilidade à necessidade e à natureza da fonte quente (do mW ao MW).
As desvantagens
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- o preço: o freio a seu desenvolvimento é hoje provavelmente seu custo, não ainda competitivo em relação a outros meios bem implantados. Uma generalização de seu emprego deveria palliar esse problema inerente a toda novidade.
(é o que os americanos parecem ter realizado: a possibilidade de sair um conversor em grande série)
- o desconhecimento desse tipo de motor pelo grande público. Apenas alguns apaixonados conhecem sua existência.
Mais agora....
- a variedade de modelos impede uma padronização e, por consequência, uma baixa dos preços.
Cf. a observação sobre o avanço yankee.
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os problemas tecnológicos a resolver:
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os problemas de estanqueidade são difíceis de resolver desde que se deseja ter pressões de funcionamento elevadas. A escolha do gás "ideal", a saber, o hidrogênio por sua leveza e sua capacidade de absorber as calorias, se choca com sua faculdade de difundir através dos materiais.
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as trocas de calor com um gás são delicadas e necessitam muitas vezes de aparelhos volumosos (conseguindo alojar um sistema produzindo 20 kW em um espaço tendo o volume de um galão de óleo, os americanos ainda marcaram pontos.
É aí que se jogou o investimento americano. Quanto mais as moléculas de um gás são leves, mais sua condutividade térmica é elevada, a uma temperatura dada. Essa condutividade é proporcional à velocidade de agitação térmica das moléculas (a energia se transfere a uma velocidade próxima a essa).
Portanto, transferência rápida de energia: moléculas leves, portanto hidrogênio. Mas esse hidrogênio não é perigoso: um motor Stirling trabalha totalmente em circuito fechado. O problema é que as muito pequenas moléculas atravessam mais facilmente as barreiras das juntas. É ainda aí que os americanos devem ter marcado pontos.
Pessoas dizem: o que nos faltaria, é uma nova revolução. Conhece-se a frase "apenas a verdade é revolucionária!". Perfeito. Tendo realizado isso, todas as pessoas descem à rua e começam a se matar, cada um brandindo sua verdade. Mas a revolução contemporânea oferece outro rosto. Chama-se dom, comunicação, ajuda, partilha. É tão simples que isso. Se as pessoas de Sandia quisessem colocar no domínio público os planos de seu conversor a motor Stirling, em vez de buscar tirar lucro, iriam nessa direção.
Pode-se sempre sonhar. Mas apenas os sonhos fazem realmente progredir as coisas. Em outras palavras:
Seja realista, imagine o impossível ---
17 de outubro de 2005: Na França:

17 de agosto de 2005: M. Stéphane Roussel me sinaliza que não sou o único a ter imaginado utilizar espelhos de Fresnel para captar a energia solar. O movimento está em marcha:
http://www.klimaschutz.com/synth/sfc021001.htm
****O texto em francês
: Conversores solares com espelhos de Fresnel
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