univers gêmeo massa faltante cosmologia
*O problema da massa faltante (p7) *.
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Seção 3: Na Relatividade Geral, estabelece-se uma ligação entre a equação de campo e a equação de Poisson realizando um desenvolvimento em série (11) da métrica em torno de uma métrica lorentziana, esta última, assim como o termo de perturbação, sendo elementos independentes do tempo. A mesma operação é repetida, desta vez com duas populações de densidades r e r*. Essas questões são tratadas com mais precisão no artigo:
J.P. Petit e P. Midy: Matéria fantasma na astrofísica. 1: O quadro geométrico. A era da matéria e a aproximação newtoniana. [Neste site: Física Geométrica A, 4, 1998, seção 4.]
Seção 4: A solução de Eddington surge de uma técnica emprestada da teoria cinética dos gases (equação de Vlasov). Embora os detalhes dos cálculos não sejam fornecidos, a técnica que envolve duas "soluções conjuntas", estacionárias, é a mesma.
Seção 5: Quando Pierre Midy realizou essas primeiras simulações computacionais, ele tratou o problema das condições de contorno de maneira clássica, questão que será retomada no artigo:
J.P. Petit, P. Midy e F. Landsheat: Matéria fantasma na astrofísica. 5: Resultados de simulações numéricas 2D. VLS. Sobre um possível esquema para a formação de galáxias. [Neste site: Física Geométrica A, 8, 1998, figura 15].
...Ele usou aqui um programa "lento", sem "cortes" nas velocidades, nem amostragem do tipo Monte Carlo. Assim, as interações n² são calculadas, laboriosamente, mas o resultado é então confiável. Concretamente, o programa parava sempre que uma interação entre dois pontos-massa envolvia uma curvatura de trajetória muito acentuada. O passo de cálculo era então reduzido em conseqüência, até que esse problema fosse resolvido. Em seguida, o cálculo reiniciava com velocidade normal. A figura 8 mostra as primeiras "emulsões" obtidas com essas duas populações que se repelem.
Seção 7: O problema da invisibilidade das "estruturas gêmeas" estava então colocado. Neste artigo, havíamos tomado isso como um axioma. Na relatividade geral clássica, supõe-se que os objetos materiais são visíveis. Mas, na equação de campo, nenhuma partícula aparece. É uma descrição macroscópica do meio. O astrônomo pode então dizer: "A hipótese é boa. A prova é que posso observar os objetos ópticamente". Neste estágio, contentamo-nos em dizer, de certa forma, que a invisibilidade das estruturas gêmeas também poderia ser tomada como uma hipótese, nem mais nem menos válida, acrescentando: "Se essas estruturas existirem, a 'prova' de que essa hipótese é funcional é... que não as vemos!".
Mas, posteriormente, uma descrição geométrica mais precisa do problema (revestimento de duas folhas de uma variedade) transformou essa "hipótese física" em "hipótese geométrica". Os fótons, supostamente se movendo ao longo das geodésicas de comprimento nulo de cada folha, como estas são disjuntas, não podem passar de uma folha para a outra. Ver artigo:
J.P. Petit e P. Midy: Matéria fantasma na astrofísica. 1: O quadro geométrico. A era da matéria e a aproximação newtoniana. [Neste site: Física Geométrica A, 4, 1998. Seção 3.]
Crítica a este trabalho.
Segundo este primeiro modelo, o universo deveria ser fechado. Espacialmente, seria então uma esfera S3. Os desenhos das figuras 12 e 13 sugerem que a matéria poderia se constituir, de longe em longe, alternadamente sob forma de aglomerados e de um "tecido lacunar", com zonas de transição. Crítica imediata de um observador:
- Nessas condições, a observação a grande distância deveria revelar tal estrutura. Se as galáxias formam, em uma vasta região, um tecido lacunar (Estrutura Muito Grande), essa tendência deveria então inverter-se para grandes deslocamentos para o vermelho, onde as galáxias deveriam se agrupar em grandes aglomerados, o que não é observado.
Objetiva rejeitada.

