universo gêmeo astrofísica e cosmologia Matéria fantasma matéria astrofísica. 5 : Resultados de simulações numéricas 2D.
VLS. Sobre um esquema possível para a formação das galáxias. (p3)
Se colocarmos uma distribuição uniforme de matéria em uma tal esfera, o comportamento do sistema depende do valor inicial da velocidade "térmica" média 2D Vth. Se esta for fraca ou nula, a matéria forma um aglomerado (figura 9-a). Se esta velocidade for muito grande, o aglomerado não se forma e o meio permanece uniforme. A transição corresponde a um certo valor crítico Vth cr.
Fig.9a : **Instabilidade de Jeans 2D em uma esfera **S2. Matéria sozinha : V th = 0.2 V th cr
. Fig. 9b : Matéria sozinha. V th = 10 V th cr
Quando um aglomerado de matéria se forma (figura 9a), quanto maior for o valor inicial de Vth, maior será sua extensão final. Isso se parece com o problema de Jeans. Podemos calcular um tipo de comprimento de Jeans 2D e dizer que o aglomerado se forma quando este comprimento característico é menor que o perímetro 2p R da esfera. Se for maior, a agitação térmica tende a dissipar qualquer concentração de massa. Quando um aglomerado se forma, como na instabilidade de Jeans 3D, quanto maior for a densidade inicial de massa r, mais rápido será o processo. Agora, consideramos uma mistura de duas espécies, matéria normal (que simplesmente chamamos de matéria) e matéria fantasma, de acordo com o esquema de interação definido acima. Começamos com condições iniciais uniformes definidas pelos quatro parâmetros:
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r r* Vth Vth*
Se escolhermos (r = r* ; Vth = Vth* ), o resultado depende do valor comum inicial Vth. Mais uma vez, encontramos algum valor crítico Vcr. Temos duas configurações extremas, correspondentes às figuras 10-a e 10-b.
Fig.10a : Mistura matéria mais matéria fantasma V th = 0.25 V th cr : Instabilidade gravitacional conjunta.
. Fig.10b : Mistura matéria mais matéria fantasma V th = 15 V th cr** . As duas espécies permanecem fortemente misturadas.**
