Descrição geométrica da antimatéria de Dirac e Feynman

En résumé (grâce à un LLM libre auto-hébergé)

  • A página explora uma descrição geométrica da matéria antimatéria segundo Dirac, utilizando simetrias como a simetria C e a simetria PT.
  • Ela explica como as transformações de grupo influenciam as propriedades da matéria e da antimatéria, especialmente modificando as cargas e os sinais das componentes.
  • O texto menciona trabalhos de J.P. Petit e P. Midy sobre a geométrização da matéria e da antimatéria através da ação coadjuvante de um grupo sobre o espaço das quantidades de movimento.

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Descrição geométrica da antimatéria de Dirac.

...Vemos que l = –1 muda os sinais dos cᵢ, o que corresponde a uma conjugação de carga, uma simetria C.

Isso fornece uma descrição geométrica da antimatéria após Dirac (antimatéria com energia positiva, massa positiva).

...Naturalmente, a simetria C não modifica o fóton, pois todas as suas cargas são essencialmente nulas. Ele se identifica com sua própria antipartícula.

Descrição geométrica da antimatéria de Feynman.

...Este é suposto ser simétrico sob PT. Como introduzir a simetria PT no grupo?

Ver: J.P. Petit e P. Midy: « Geometrização da matéria e da antimatéria via a ação coadjoinda de um grupo sobre seu espaço impulsional. 3: Descrição geométrica da antimatéria de Dirac. Primeira interpretação geométrica da antimatéria após Feynman e do suposto teorema CPT». Física Geométrica B, 3, 1998.

A modificação posterior do grupo é a seguinte:
(388)

...Torna-se um grupo de oito componentes, pois a parte ortocrona do grupo de Lorentz possui duas componentes conexas, resultando em 2 × 2 × 2 = 8.

Isso significa que adicionamos os elementos anticronos:
(389)

Acima: adicionamos os elementos anticronos ao grupo.

Abaixo: adicionamos o semissector correspondente do espaço impulsional, associado aos movimentos com energia negativa.

Em uma palavra: ampliamos o campo de ação, que passa a ser:
(390)

Em (388), vemos que os elementos (m = –1) invertem o espaço-tempo, realizam a simetria PT e correspondem a:
(391) Lst = – Ln Lt = – Ls

Obtemos as seguintes simetrias no espaço impulsional:
(392)

O cálculo da ação coadjoinda do grupo (388) sobre seu espaço impulsional conduz a:
(393)

...Torna-se então fácil examinar o efeito de cada componente sobre o impulso e o movimento. Consideraremos um movimento e um impulso de referência J+1, correspondente à matéria com energia positiva (o efeito sobre os fótons com energia positiva será analisado posteriormente). O setor do grupo no qual o elemento é escolhido ficará cinza.

Em seguida, os movimentos da matéria ordinária.

l = +1, m = +1
l m = +1

As cargas permanecem inalteradas. O movimento M2 corresponde à matéria ortocrona com massa positiva (E > 0).
(394)

Movimentos da matéria ordinária. Ação dos elementos ortocronos do grupo, com l = 1. Cargas inalteradas. (395)

Ação coadjoinda de um elemento do grupo (l = –1; m = +1) sobre o impulso associado ao movimento da matéria normal: o novo movimento corresponde à antimatéria de Dirac.

...O elemento é escolhido no setor cinza. Trata-se de um "anti-elemento", que transforma a matéria em antimatéria: l = –1 inverte os sinais das dimensões adicionais, o que constitui nossa definição geométrica da antimatéria.

Índice da Teoria dos Grupos Dinâmicos