Simetrias e antimatéria no universo fantasma

En résumé (grâce à un LLM libre auto-hébergé)

  • O artigo explora as propriedades da matéria do segundo universo, que é C-simétrica, enantiomorfa e T-simétrica retrocrônica.
  • Ele descreve as diferenças entre matéria e antimateria, especialmente suas energias e massas negativas, bem como seu comportamento em um universo anticronológico.
  • O texto apresenta um grupo dinâmico de oito componentes atuando sobre um espaço decadimensional de dois folhos, com simetrias PT, C e E.

f4127

27

A matéria do segundo universo possui um certo número de propriedades (em relação à nossa):

  • É C-simétrica. Os prótons desse universo são carregados negativamente.

  • É enantiomórfica (as estruturas dessa matéria são, em relação às nossas, "em espelho"). Consequência da simetria P.

  • É T-simétrica retrograda, evolui no "sentido contrário ao tempo".

  • É E-simétrica: sua energia e sua massa são negativas.

Duas partículas fantasma se atraem segundo Newton. Por outro lado, se for considerada uma interação entre folhas, uma partícula e uma partícula fantasma se repelem segundo o "Anti-Newton".

(256)

Resta analisar os movimentos ligados ao último setor (l = -1; lm = -1).

  • Temos z-simetria. Trata-se, portanto, de antimatéria.

  • Temos simetria T, logo simetria E. O movimento ocorre no segundo universo, o universo fantasma.

  • Temos simetria PT.

É "a antimatéria segundo Feynman", mas revisitada. O movimento ocorre no universo onde ocorrem movimentos com energia negativa.

(257)

Esse grupo se escreve, utilizando as notações anteriores:

(258)

Atua sobre um espaço decadimensional com duas folhas (introduz-se um índice de folha f = ±1).

O cálculo da ação coadunta dá o mesmo resultado:

(259) c'i = l m c i (i variando de 1 a 6)

Mais uma vez, assimilamos os escalares adicionais c i do momento às cargas das partículas. Temos, portanto:

(260) C = l m

Se C = -1, temos uma simetria (inversão das cargas).

A matriz proposta traduz todas as propriedades descritas graficamente acima.

Em resumo:

Propõe-se um grupo dinâmico com oito componentes, atuando sobre um espaço com duas folhas, que é o quociente desse grupo pelo seu subgrupo ortocrono.

  • O grupo atua sobre um espaço decadimensional com duas folhas, correspondente a valores do índice de folha ±1.

  • Existem diferentes simetrias. A simetria z (l = -1), afetando todas as dimensões adicionais, é tomada como definição da dualidade matéria-antimatéria. A simetria PT (m = -1). A simetria PT implica a simetria F (simetria de folha), que por sua vez é sinônimo de simetria E (simetria entre movimentos com E > 0 e movimentos com E < 0).

  • O grupo contém componentes ortocronas e componentes anticronas, associadas a movimentos com energia e massa negativas.

  • A análise da ação coadunta permite evidenciar a simetria C (inversão de todas as cargas), condicionada pela simetria z e pela simetria PT: C = l m

  • Existem quatro tipos fundamentais de movimentos, logo de matérias.

  • Dois ocorrem em uma folha ortocrona e correspondem aos movimentos da matéria e da antimatéria no sentido de Dirac, C-simétricos, com a mesma massa e energia que a matéria simétrica.

  • Os outros dois ocorrem na folha anticrona, onde, portanto, caminham partículas com energia e massa negativas. São partículas de matéria e partículas de antimatéria. A dualidade matéria-antimatéria existe no segundo universo.

  • Como essas duas folhas são disjuntas, as partículas com energia positiva e as partículas com energia negativa já não podem se encontrar e aniquilar-se.

  • A matéria do universo anticrona tem massa e energia negativas. É CPT-simétrica em relação à nossa. Essa é nossa interpretação do "Teorema CPT". Uma partícula CPT-simétrica de uma partícula de matéria não é idêntica a essa partícula. É a matéria do outro universo, retrograda, enantiomórfica, com massa negativa. Nesse outro universo, as cargas estão invertidas (simetria C), de modo que os prótons são negativamente carregados e os elétrons positivamente.

  • A antimatéria do outro universo, anticrona, é PT-simétrica em relação à nossa. Essa é nossa interpretação da "antimatéria segundo Feynman". É verdadeiramente antimatéria, mas não é idêntica à antimatéria no sentido de Dirac. Caminha no segundo universo, anticrona e enantiomórfica. Sua massa e energia são negativas. Possui as mesmas cargas que as partículas do nosso universo. Assim, um antieletrão do universo anticrona é negativamente carregado e um antipróton desse universo é positivamente carregado.

  • O segundo universo sendo P-simétrico em relação ao nosso, as estruturas análogas às do nosso universo são enantiomórficas, em espelho.

Observação sobre as métricas.

Os grupos dinâmicos das duas folhas são construídos a partir dos mesmos elementos iniciais (os elementos ortocronos do grupo de Lorentz). As matrizes

(261) L = m Lo, com m = ± 1

que aparecem em todas as matrizes do grupo, satisfazem o axioma

(262) com:

(263)

As folhas F e F* têm, portanto, as mesmas assinaturas ( - - - - + ).

Sobre as massas.

Vimos que o sinal da massa e da energia está diretamente ligado ao sentido do tempo. Toda transformação que inverte o tempo também inverte a massa m e a energia E. Trata-se de uma inversão totalmente relativa, em relação a um observador situado em uma folha dada. Assim, a matéria e a antimatéria do universo fantasma, evoluindo em uma folha F* onde a seta do tempo está invertida, se comportarão, em relação à nossa matéria de referência, como se esses elementos tivessem massa e energia negativas. Daí a justificativa do sistema de duas equações de campo:

(264) S = c ( T - T* )

(265) S* = c ( T* - T )