Geometrização
da matéria e da antimatéria através da
ação coadjunta
de um grupo sobre o seu espaço de momento. 3:
Descrição
geométrica da antimatéria de Dirac.
Uma primeira
interpretação geométrica da antimatéria
segundo Feynmann e
o chamado teorema CPT. (p2)
setores de energias negativas.
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Fig.2: Simetrias subsequentes
.

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Fig.3): O grupo dos oito componentes
os seus espaços de momento e de movimento.
...Torna-se fácil examinar
o impacto de cada componente sobre o momento e o movimento. Consideraremos um
movimento e momento de referência J+1
, referindo-se à matéria de energia positiva (o impacto sobre os fotões de energia positiva
será analisado numa segunda etapa). O setor do grupo no qual o
elemento é escolhido será a cinzento.
A seguir, os movimentos da matéria ordinária.
l = +1 m
= +1
l
m = +1
As cargas ficam inalteradas. O movimento M2
refere-se a (E>0), massa positiva, matéria ortócrona.

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Fig.4: Movimentos da
matéria ordinária.
Ação dos elementos ortócronos do grupo, com l
= 1**.
Cargas inalteradas.

Fig. 5:
Ação coadjunta de um elemento** ( l
= -1 ; m = 1 ) do grupo sobre o momento associado ao
movimento da matéria normal: o novo movimento
corresponde à antimatéria de Dirac.
...Na figura 5 a linha
M1 representa o movimento da matéria normal, ortócrona. Representamos
linhas retas porque o nosso grupo não tem em conta campos de força, como
o campo gravitacional ou eletromagnético. Ele apenas rege o comportamento
de partículas isoladas, pontos materiais carregados.
...Escolhemos um elemento na
zona cinzenta, correspondente a uma matriz ( l
= -1 ; m = 1 ).
O valor ( l = - 1 )
muda os sinais de todos os zi. Eles tornam-se negativos. O novo caminho situa-se no segundo setor,
correspondente à antimatéria. Como l
m = - 1 as cargas são
invertidas. Mas como o tempo não é invertido, a energia e a massa da partícula
permanecem positivas. Esta é uma descrição geométrica da antimatéria (ortócrona)
segundo Dirac.
