Interpretações dinâmicas Logotron

En résumé (grâce à un LLM libre auto-hébergé)

  • O Logotron é um programa desenvolvido em JavaScript por Daniel Oddon, capaz de gerar neologismos e interpretar palavras de maneira criativa.
  • Ele permite que os usuários contribuam para uma base de dados de interpretações e ofensas, com aplicações possíveis em diversos campos, como automóveis ou telefones celulares.
  • Inventado em 1977, o Logotron foi apresentado em um programa de televisão e gerou grande interesse, especialmente por seu aspecto humorístico e linguístico.

O Logotron

O Logotron

Programado em Javascript por Daniel Oddon


Observação: Seria possível modificar este programa de forma a que o interpretador semântico fornecesse um comentário mais corretamente sintático.

Por exemplo:

ZOODIDACTE, dando ENSEIGNE ANIMAL, poderia produzir ensino relacionado ao mundo animal.

Haveria outra fórmula. Ao chamar I o índice de início da palavra e J o índice de fim da palavra, poderíamos criar um arquivo S$(I, J) contendo uma string. Para um I e um J dados, se o registro estivesse vazio, o programa criaria a interpretação. Caso contrário, se o registro não estivesse vazio, o programa apresentaria essa interpretação. Isso permitiria, com o tempo, armazenar grandes quantidades de interpretações divertidas, que poderiam ser aprimoradas pelos leitores. O programa então exibiria o nome do autor dessa interpretação. Um arquivo, sob solicitação, apresentaria os nomes dos membros dessa Academia de Logotronique, com o número de interpretações adotadas e integradas ao programa. Após um certo número de interpretações, os leitores poderiam ser incorporados à Academia de Logotronique e, por sua vez, selecionar as melhores descobertas. Ao longo dos anos, poderíamos dispor de uma massa de interpretações hilariantes. Para informação, um logotron padrão tem um potencial de 90.000 neologismos (300 por 300).

Quem saberia modificar o programa de Daniel Oddon para lhe dar essa capacidade? Eu não conheço pessoalmente o Javascript.

STATODYNAMIQUE: Estudo da evolução dos estados estacionários

EPISCODROME: Área de pouso para bispos

PANSCAPHE: Veículo para ir a qualquer lugar.

PANGAME: Pessoa que tem tendência a casar com todos

HEMIGAME: Meio casado

COSMOTOPE: O lugar onde se encontra o universo

CHRONOGENE: Diz-se de uma situação em que o tempo só espera para aparecer.

STEREODOXE: Que tem opiniões firmes

MESOGRAPHE: Sistema para escrever entre as linhas

BRADYCERQUE: Com cauda curta

GERONTOMACHIE: Combate de velhos

Lembro-me de que havia concebido (num de meus livros de informática) um programa chamado INSULTOGRAPHE, que gerava automaticamente insultos. Poderia facilmente recuperar os arquivos. A sequência de caracteres é então:

Vá embora, hein ........

O insulto era automaticamente exibido. Sugeri que esse dispositivo fosse integrado aos automóveis, nas traseiras, com uma exibição adequada. Versão de escritório com sintetizador de som, para masoquistas. Outra versão integrada ao telefone celular, com botão de comando.

Qual fabricante de gadgets se decidirá por produzir (com um simples display em cristal líquido) um Logotron de escritório, para integrar a qualquer coisa? Prever Logotrons alimentados por sensores solares para lápides. Por que não um Logotron gigante, integrado a uma escultura? Sugiro Logotrons nos trens do metrô ou nos banheiros, para entreter as pessoas.

Há anos, imaginei um jogo LOGOTRON, extensão do Scrabble. Em vez de letras, as pessoas teriam começos e fins de palavras e comporiam suas descobertas, que seriam então pontuadas pelos outros jogadores.

Inventei o LOGOTRON em 1977, num domingo chuvoso. Ele permitiu uma passagem memorável em um programa chamado "Temps X", com meus dois amigos, Igor e Grichka, os famosos irmãos Bogdanoff. Com um par de óculos de escamas, apresentava o "Logotron" (na verdade um Apple II, mas naquela época poucas pessoas conheciam a existência dos microcomputadores). O aparelho sintetizava palavras aleatoriamente com o som de uma máquina de escrever. De tempos em tempos, o aparelho parava em uma palavra e a tela começava a piscar.

  • E aí, o que acontece, professor?
  • Bem, entrou no campo do interpretador semântico do aparelho.
  • E então, o que fazemos nesse caso?

Fazia sinal para um "técnico de bata branca" (na verdade um de meus alunos da faculdade de letras, onde eu lecionava).

  • Sr. Arondel, poderia ativar o módulo semântico...

O "técnico" digitava algumas teclas. A tela então exibia montes de coisas, gráficos, qualquer coisa. Depois aparecia:

Neologismo: PANPHOBE

Significado calculado: Que tem horror a tudo. - Impressionante. E se os telespectadores estiverem interessados em suas pesquisas, o que devem fazer?

  • Bem, escrevem para o Instituto de Logotronique, Faculdade de Letras de Aix-en-Provence, avenida Robert Schuman, e chega.

Enquanto isso, o LOGOTRON descobre seu próprio nome, graças ao sufixo "TRON".

Uma brincadeira que teve oito milhões de vítimas. O reitor da universidade na época me chamou ao seu escritório.

  • Ei, pegue sua sacola de correspondência, aí...

O telefone não parava de tocar. Linguistas queriam saber como havíamos construído nosso interpretador semântico. Havia até um laboratório farmacêutico que havia criado uma nova molécula e pedia um orçamento para que criássemos um nome para esse novo produto.

Uma anedota à parte. Um sedativo costuma terminar com o sufixo "NAL" (como o Belladénal, extraído da belladona). Em um laboratório farmacêutico, os pesquisadores se esforçavam para encontrar um nome para um novo sedativo. No final do dia, o diretor soltou:

  • Invente qualquer coisa, mas mantenha "NAL".

Assim nasceu o GARDENAL

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Contador inicializado em 3 de março de 2004. Número de visualizações: