Política história atualidade governo

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En résumé (grâce à un LLM libre auto-hébergé)

  • O documento menciona um incidente envolvendo George W. Bush em 2005, no qual falas eram decoradas, sugerindo uma manipulação midiática.
  • Menciona a eleição de Mahmoud Ahmadinejad no Irã e suas declarações controversas sobre o desaparecimento de Israel, refletindo uma tensão geopolítica.
  • O texto aborda as relações tensas entre o Irã e o Ocidente, especialmente em relação ao programa nuclear iraniano e às ameaças percebidas por Israel.

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14 de outubro de 2005: Bush pego em flagrante.

O trecho

**

ste é um trecho do jornal da TF1 de 14 de outubro de 2005. Nele se vê o Presidente dos Estados Unidos da América conversando com uma dezena de soldados e soldadas do corpo expedicionário presente no Iraque. Infelizmente (e isto foi visto por todas as televisões dos Estados Unidos) os técnicos deixaram passar no fim da emissão uma sequência onde figuravam os ensaios dessa sequência, completamente falsa. Os textos tinham sido compostos pelo serviço de relações exteriores dos EUA. As falas tinham sido decoradas, tanto por George Bush quanto pelos soldados envolvidos nessa operação midiática.

O Pentágono apresentou suas desculpas aos cidadãos americanos.....

Pergunta: como se pode recuperar, politicamente, de uma gafe dessas?

enham bem em mente que não se trata de um acidente excepcional. Todas as frases pronunciadas por George Bush são decoradas por ele e compostas por outros. Se duvidam, vejam a sequência que se encontra no início do filme de Michael Moore "Farenheit 911", onde se vê Bush, numa escola primária, a quem acabam de informar que as torres do World Trade Center tinham acabado de ser atingidas por aviões. Ele é pego de surpresa, incapaz de tomar a menor iniciativa. Na verdade, deviam ter-lhe dito "grandes acontecimentos se preparam, nos quais você desempenhará um papel importante". Mas ele não sabia exatamente do que se tratava. Não imaginava que isto pudesse tomar tais proporções. Ele está, portanto, um pouco perdido, espera as ordens, as falas.

ste é um trecho do jornal da TF1 de 14 de outubro de 2005. Nele se vê o Presidente dos Estados Unidos da América conversando com uma dezena de soldados e soldadas do corpo expedicionário presente no Iraque. Infelizmente (e isto foi visto por todas as televisões dos Estados Unidos) os técnicos deixaram passar no fim da emissão uma sequência onde figuravam os ensaios dessa sequência, completamente falsa. Os textos tinham sido compostos pelo serviço de relações exteriores dos EUA. As falas tinham sido decoradas, tanto por George Bush quanto pelos soldados envolvidos nessa operação midiática.

O Pentágono apresentou suas desculpas aos cidadãos americanos.....

Pergunta: como se pode recuperar, politicamente, de uma gafe dessas?

enham bem em mente que não se trata de um acidente excepcional. Todas as frases pronunciadas por George Bush são decoradas por ele e compostas por outros. Se duvidam, vejam a sequência que se encontra no início do filme de Michael Moore "Farenheit 911", onde se vê Bush, numa escola primária, a quem acabam de informar que as torres do World Trade Center tinham acabado de ser atingidas por aviões. Ele é pego de surpresa, incapaz de tomar a menor iniciativa. Na verdade, deviam ter-lhe dito "grandes acontecimentos se preparam, nos quais você desempenhará um papel importante". Mas ele não sabia exatamente do que se tratava. Não imaginava que isto pudesse tomar tais proporções. Ele está, portanto, um pouco perdido, espera as ordens, as falas.

26 de outubro de 2005: O primeiro Presidente-Suicida da história.

Há notícias que é difícil reproduzir, de tão incríveis que parecem. Tendo encontrado esta nas minhas mensagens, esta manhã, esperei o meio do dia e a confirmação para reproduzi-la. Tínhamos os comandos-suicidas. Eis que surge um novo conceito, o de Presidente-Suicida. Sabe-se que o antigo presidente "moderado" iraniano tinha perdido as eleições porque se soubera que, sob sua roupa de modesto Mollah, ele representava a terceira fortuna do Irã. Mau cálculo eleitoral. Foi, portanto, substituído por "um pequeno professor", ultraconservador, chamado:

Mahmoud Ahmadinejad, o primeiro Presidente-Suicida da história
Tradução do texto abaixo "O mundo sem o sionismo"
****

TEERÃ, 26 out (AFP)

O presidente ultraconservador iraniano Mahmoud Ahmadinejad apelou abertamente na quarta-feira para que o Estado de Israel seja "riscado do mapa".

É a primeira vez em anos que um dirigente iraniano tão bem colocado preconiza publicamente o desaparecimento do Estado de Israel, mesmo que este faça parte da propaganda do regime. "Como disse o imã (Khomeini), Israel deve ser riscado do mapa", disse o presidente num discurso pronunciado por ocasião de uma conferência intitulada "O mundo sem o sionismo". Essas declarações, feitas num período de tensão nas relações com os ocidentais, suscitaram rapidamente uma condenação de Paris. "Se essas declarações foram efetivamente pronunciadas, nós as condenamos com a maior firmeza", declarou o porta-voz do ministério francês das Relações Exteriores, Jean-Baptiste Mattéi. "A nação muçulmana não permitirá que seu inimigo histórico viva no seu próprio coração", insistiu o presidente iraniano nesse discurso, aliás fortemente antiamericano, feito diante de quatro mil estudantes radicais.

Quando os estudantes, todos vestidos de negro, gritaram "morte a Israel" à sua aparição na tribuna, o sr. Ahmadinejad lhes disse que tal slogan devia ser proferido ainda mais alto. O sr. Ahmadinejad, cuja posse em agosto, na sequência do reformador Mohammad Khatami, cantor do "diálogo das civilizações", coincidiu com um nítido endurecimento do regime islâmico, preconizou a unidade dos palestinos para alcançar "o ponto de aniquilamento do regime sionista". Antigo oficial dos Guardiões da Revolução, o exército ideológico, o sr. Ahmadinejad defendeu a luta armada dos palestinos e cobriu de impropérios os dirigentes regionais que reconhecem ou reconheceriam Israel.

"Os combates travados na terra ocupada fazem parte de uma guerra por seu destino. O desfecho de centenas de anos de guerra se joga na terra palestina", disse o sr. Ahmadinejad. "Os dirigentes da nação muçulmana que reconhecerem Israel queimarão nas chamas da ira de seu próprio povo", prometeu. Denunciou Israel como criação das "forças de opressão mundiais", designação quase oficial dos Estados Unidos e do Ocidente, e falou de uma "guerra histórica de vários séculos entre o opressor e o mundo islâmico",

A ruptura das relações com Israel foi um dos primeiros atos diplomáticos da República islâmica instituída em 1979. Israel se considera o alvo designado do programa nuclear iraniano, que a República islâmica proclama puramente civil mas que deixa o Irã a apenas alguns anos de deter a arma atômica. Essas inquietações são reforçadas pelas atividades balísticas iranianas, que colocam Israel ao alcance de mísseis iranianos. O regime exibe regularmente mísseis com o slogan: "Israel deve ser riscado do mapa". As especulações nunca cessaram sobre a possibilidade de um ataque preventivo israelense. A diplomacia iraniana tinha considerado em 2002 a coexistência de um Estado israelense e de um Estado palestino. Mas o programa governamental do sr. Ahmadinejad anunciava a cor ao preconizar uma política externa de distensão "com todos os países, com exceção do regime usurpador de Qods (Jerusalém) para sempre", e dos Estados Unidos. A negação do Estado de Israel é um dos maiores entraves a uma normalização das relações iranianas com o Ocidente. Os Estados Unidos acusam o Irã de armar os movimentos radicais anti-israelenses. O xeque Hassan Nasrallah, chefe do movimento do Hezbollah xiita libanês, fez ler na conferência de Teerã uma mensagem dizendo: "reuniremos todos os meios para aniquilar o regime que ocupa Qods". O representante no Irã do movimento palestino Hamas, os embaixadores da Síria e da Autoridade palestina, estavam presentes. Grandes manifestações anti-israelenses estão previstas para sexta-feira em todo o país.

TEERÃ, 26 out (AFP)

O presidente ultraconservador iraniano Mahmoud Ahmadinejad apelou abertamente na quarta-feira para que o Estado de Israel seja "riscado do mapa".

É a primeira vez em anos que um dirigente iraniano tão bem colocado preconiza publicamente o desaparecimento do Estado de Israel, mesmo que este faça parte da propaganda do regime. "Como disse o imã (Khomeini), Israel deve ser riscado do mapa", disse o presidente num discurso pronunciado por ocasião de uma conferência intitulada "O mundo sem o sionismo". Essas declarações, feitas num período de tensão nas relações com os ocidentais, suscitaram rapidamente uma condenação de Paris. "Se essas declarações foram efetivamente pronunciadas, nós as condenamos com a maior firmeza", declarou o porta-voz do ministério francês das Relações Exteriores, Jean-Baptiste Mattéi. "A nação muçulmana não permitirá que seu inimigo histórico viva no seu próprio coração", insistiu o presidente iraniano nesse discurso, aliás fortemente antiamericano, feito diante de quatro mil estudantes radicais.

Quando os estudantes, todos vestidos de negro, gritaram "morte a Israel" à sua aparição na tribuna, o sr. Ahmadinejad lhes disse que tal slogan devia ser proferido ainda mais alto. O sr. Ahmadinejad, cuja posse em agosto, na sequência do reformador Mohammad Khatami, cantor do "diálogo das civilizações", coincidiu com um nítido endurecimento do regime islâmico, preconizou a unidade dos palestinos para alcançar "o ponto de aniquilamento do regime sionista". Antigo oficial dos Guardiões da Revolução, o exército ideológico, o sr. Ahmadinejad defendeu a luta armada dos palestinos e cobriu de impropérios os dirigentes regionais que reconhecem ou reconheceriam Israel.

"Os combates travados na terra ocupada fazem parte de uma guerra por seu destino. O desfecho de centenas de anos de guerra se joga na terra palestina", disse o sr. Ahmadinejad. "Os dirigentes da nação muçulmana que reconhecerem Israel queimarão nas chamas da ira de seu próprio povo", prometeu. Denunciou Israel como criação das "forças de opressão mundiais", designação quase oficial dos Estados Unidos e do Ocidente, e falou de uma "guerra histórica de vários séculos entre o opressor e o mundo islâmico",

A ruptura das relações com Israel foi um dos primeiros atos diplomáticos da República islâmica instituída em 1979. Israel se considera o alvo designado do programa nuclear iraniano, que a República islâmica proclama puramente civil mas que deixa o Irã a apenas alguns anos de deter a arma atômica. Essas inquietações são reforçadas pelas atividades balísticas iranianas, que colocam Israel ao alcance de mísseis iranianos. O regime exibe regularmente mísseis com o slogan: "Israel deve ser riscado do mapa". As especulações nunca cessaram sobre a possibilidade de um ataque preventivo israelense. A diplomacia iraniana tinha considerado em 2002 a coexistência de um Estado israelense e de um Estado palestino. Mas o programa governamental do sr. Ahmadinejad anunciava a cor ao preconizar uma política externa de distensão "com todos os países, com exceção do regime usurpador de Qods (Jerusalém) para sempre", e dos Estados Unidos. A negação do Estado de Israel é um dos maiores entraves a uma normalização das relações iranianas com o Ocidente. Os Estados Unidos acusam o Irã de armar os movimentos radicais anti-israelenses. O xeque Hassan Nasrallah, chefe do movimento do Hezbollah xiita libanês, fez ler na conferência de Teerã uma mensagem dizendo: "reuniremos todos os meios para aniquilar o regime que ocupa Qods". O representante no Irã do movimento palestino Hamas, os embaixadores da Síria e da Autoridade palestina, estavam presentes. Grandes manifestações anti-israelenses estão previstas para sexta-feira em todo o país.

Nos corredores da Casa Branca se prepara um 11 de setembro bis que permitiria justificar o esmagamento do Irã sob um dilúvio nuclear. Depois das declarações do presidente iraniano, onde será preciso ir se esconder neste maldito planeta para evitar de levar em breve bombas na cabeça?

Inútil se iludir: vivemos no ritmo de um verdadeiro dilúvio de catástrofes. Os ciclones se encadeiam aos ciclones. Ultimamente, tínhamos um terremoto por semana. Da próxima vez, vai ser o quê?


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