Tecnologia de OVNIs de Hidrodinâmica Magnética (MHD) e Antimatéria
Carta aberta de um grupo de cientistas franceses ao fundador do projeto Disclosure.
Introdução.
Somos um grupo de cientistas franceses. Leímos o texto do Dr. Greer no site Disclosure e ficamos impressionados com suas observações. Estamos convencidos, como ele, que algumas nações, principalmente os Estados Unidos, conseguiram extrair informações dos arquivos de OVNIs, das recuperações de OVNIs que se espatifaram e dos possíveis contatos com extraterrestres, que levaram a novos conhecimentos científicos. Vamos discutir mais adiante a avaliação dos progressos realizados com base nesses dados. A questão é: "até onde eles chegaram?" Temos informações precisas sobre os programas secretos americanos relacionados a aviões hipersônicos, seja o navio espionagem satelital Aurora ou um bombardeiro hipersônico de longo alcance, do qual o B2 é apenas uma fachada. Os dados técnicos de que dispomos nos permitem, nesse caso específico, apoiar nossas afirmações. Essas tecnologias foram diretamente derivadas da análise dos destroços recuperados em Roswell, que era um veículo espacial hipersônico e não um veículo interestelar. Lamentamos que essa engenharia inversa tenha sido aplicada apenas para fins militares, pois essas técnicas poderiam ter uma utilização muito melhor: por um lado, um lançador espacial totalmente reutilizável, muito mais eficiente e barato que os foguetes convencionais; por outro lado, um avião comercial hipersônico.
Síntese possível de antimatéria.
Além disso, é altamente provável que os americanos tenham dominado uma técnica de produção em massa de antimatéria, o que - e não a "energia do vácuo" - constitui a futura energia quase mágica, inesgotável, vinda de nenhum lugar; a menos que se considere a transformação da matéria em antimatéria por compressão termonuclear como um meio de "extrair energia do vácuo". Esclareço que, uma vez produzida a antimatéria dessa forma, ela pode ser usada para produzir mais. Nenhuma explosão nuclear é necessária a cada início. No entanto, essa tecnologia coloca nas mãos da humanidade bombas incrivelmente destrutivas, muito mais poderosas que as armas termonucleares mais potentes disponíveis atualmente. Ela também gera um risco de guerra direta e imediata, pois quantidades muito pequenas de antimatéria podem ser armazenadas em cristais sob confinamento eletrostático muito estável; isso permite a fabricação de pequenas bombas - "bolas de buckminsterfullereno" - do tamanho de um ovo, incluindo o escudo térmico, com uma potência de 40 toneladas de TNT. Graças à sua potência relativamente limitada e ao fato de que nenhum resíduo é produzido, essas bombas poderiam ser facilmente usadas. Em vez de largar bombas de alta potência em alvos isolados, o que faria subir grandes quantidades de poeira na atmosfera superior e causaria efeitos de inverno nuclear, seria possível espalhar um grande número dessas pequenas bombas de antimatéria e causar danos equivalentes, evitando que a poeira suba para altas altitudes e desencadeie um inverno nuclear. Acreditamos que os Estados Unidos já possuem um número considerável dessas armas, permitindo que reduzam totalmente países a cinzas, e temos medo de que esses dispositivos sejam usados em breve de forma discreta em escala menor. Isso nos afasta muito das aplicações positivas com as quais a humanidade poderia se beneficiar com essa tecnologia, que produziria, como diz corretamente o Dr. Greer, "desertos em flor".
Problema do material bruto e resíduos.
Acreditamos que os veículos extraterrestres que nos visitam utilizem antimatéria, armazenada a bordo ou sintetizada, como fonte principal de energia. Essa energia básica poderia ser usada de maneira muito variada. Uma das aplicações mais úteis seria dominar a transmutação de materiais, permitindo assim sintetizar qualquer tipo de átomo a vontade. Associada a uma nanotecnologia muito avançada, isso permitiria sintetizar os sistemas mais complexos sem intervenção humana, ou seja, sem "trabalho". Ao contrário, qualquer sistema composto por átomos poderia ser convertido em resíduos neutros, como o hélio, o resíduo típico ideal. Se sobrevivermos ao século que vem, essa será nossa tecnologia futura. Se um conjunto dessas técnicas for completado por uma abordagem biológica mais completa do que a praticada atualmente na Terra, o ser humano teria as chaves de uma era dourada ao alcance das mãos.
Estado atual da tecnologia na Terra.
Não sabemos até que ponto essas tecnologias foram desenvolvidas na Terra. Até hoje, podemos apenas suspeitar fortemente que a síntese de antimatéria por compressão termonuclear foi realizada nos Estados Unidos no final dos anos sessenta; voltaremos a isso mais adiante. Outro problema levantado pelo Dr. Greer é a redução, anulação ou até inversão (anti-gravidade) do peso das máquinas. Consideramos isso possível. É a técnica usada pelos OVNIs quando planam sem mover o ar. Acreditamos que isso só pode ser compreendido através de uma mudança de paradigma importante, uma maneira diferente de conceber o espaço e a matéria. Mas isso ainda é especulativo, e sugerimos voltar a isso mais tarde. O controle da anti-gravidade poderia claramente ser aplicado ao transporte civil, mas muito além disso, acreditamos que abriria caminho para viagens espaciais distantes. Novamente, deixamos essa questão para o final deste artigo.
Nossos comentários sobre os Sistemas de Acesso à Energia Espacial.
Embora o sentimento que motivou esse projeto seja louvável, duvidamos de suas chances de sucesso. Acreditamos que suas aplicações (produção de energia ilimitada, anti-gravidade), embora fisicamente concebíveis, exigiriam tecnologias avançadas extremamente caras. Em comparação, poderíamos imaginar a Fundação oferecendo uma bolsa cheia de ouro a quem conseguisse fazer um avião transportando três passageiros voar acima de seis milhas. Somos céticos quanto à compatibilidade dessas técnicas com tecnologias suaves acessíveis a amadores ou laboratórios de tamanho moderado. Acreditamos que tais desenvolvimentos só poderiam ser considerados por grandes laboratórios com fundos consideráveis, para os quais um prêmio de um milhão de dólares pareceria uma quantia desimportante em comparação com o custo dessas pesquisas. Portanto, tais laboratórios inevitavelmente estariam ligados aos lobbies militares-industriais. No melhor dos cenários, os defensores de um projeto como esse seriam recompensados com ideias teóricas interessantes, mas sem resultados práticos aproveitáveis. Essa é nossa opinião, claro, poderíamos estar errados.
Nossa resposta ao Manifesto de Disclosure.
Embora não possamos submeter ao Dr. Greer planos para uma máquina produzindo energia ilimitada ou capaz de anular a força da gravidade, podemos, no entanto, apresentar sólidos argumentos a favor de sua campanha contra a desvio das tecnologias pelos complexos militares-industriais, inacessíveis ao poder político americano e dedicados a servir alguns que buscam dominar o mundo pela força. Os elementos que podemos produzir estão relacionados à propulsão subaquática de alta velocidade e à construção de aviões hipersônicos de longo alcance, essas duas técnicas baseadas no que é chamado de magneto-hidrodinâmica, ou MHD.
Comentários gerais sobre a MHD.
A MHD foi objeto de pesquisas intensas nos anos sessenta, com o setor civil obviamente inacessível ao público. O objetivo na época era produzir eletricidade por conversão direta MHD, usando como fonte primária combustíveis fósseis - "ciclos abertos" - ou energia produzida por reatores de alta temperatura (HTR). Em ambos os casos, as equipes de pesquisa se depararam com o fato de que os gases a temperaturas "tecnológicas", mesmo semeados com substâncias de baixo potencial de ionização, como o césio, não eram suficientemente condutores. Abaixo de 3000 K, sua condutividade elétrica era muito baixa. Os russos levaram essa técnica de produção de eletricidade MHD o mais longe possível com seu gerador U-25, que queima uma mistura de hidrocarbonetos e oxigênio puro. Mas essa pesquisa orientada para o civil foi finalmente abandonada. Outra tentativa foi feita com gases de duas temperaturas (em que o gás de elétrons tem uma temperatura mais alta que o gás de átomos). Isso não era possível em um ambiente molecular contendo muita dióxido de carbono (resultado da combustão). De fato, essa molécula se excita facilmente pelos choques com os elétrons. O resultado foi uma grande perda de energia por radiação (desexcitação radiativa). Esse sistema de duas temperaturas foi limitado aos ciclos fechados, onde o fluido de conversão era um gás raro: o hélio, semeado com césio, usado para resfriar o núcleo de um reator funcionando a alta temperatura (1500 K). Observamos que esses reatores nunca foram construídos nem testados. Os cientistas atômicos pensavam apenas na sua possível construção, e graças ao céu, nunca foram construídos.
Essa pesquisa se deparou com algo que totalmente anulou o desempenho dos geradores tornando o plasma muito heterogêneo: era uma instabilidade descoberta em 1964 pelo russo Velikhov. Esses preliminares podem parecer estranhos, mas explicam por que a pesquisa civil em MHD foi abandonada em muitos países, exceto nos Estados Unidos e na Rússia, onde a MHD militar foi desenvolvida em segredo. Na Rússia, o pai da MHD militar era Andrei Sakharov. Seu aluno era ninguém menos que Velikhov, inovador da guerra das estrelas estilo soviético, e conselheiro principal de Putin para armas de ponta.
Descrição das torpedos MHD hipersônicas americanas e russas.
Há muito tempo, os Estados Unidos e a URSS tinham provas indiscutíveis de que os OVNIs eram de origem extraterrestre. Os Estados Unidos haviam recuperado pelo menos um veículo hipersônico que se espatifou em Roswell, e é muito provável que os russos também tivessem recuperado uma quantidade equivalente. Foi apenas a partir da década de 1970 que os americanos compreenderam que um dos elementos-chave do funcionamento do navio de Roswell era a MHD. Eles também compreenderam que a MHD militar tinha uma importância estratégica primordial, e lançaram uma intensa campanha de desinformação, dentro e fora do país, para afastar os pesquisadores do que declaravam ser um assunto sem saída. Tenho essa informação porque estive estreitamente envolvido, desde 1965, em projetos civis franceses de MHD. Construí um gerador linear de Faraday, baseado em um tubo de choque de combustão, produzindo potência de vários megawatts durante 200 microsegundos, com um campo magnético de dois teslas. Com a instabilidade de Velikhov superada, conseguimos obter as primeiras condições estáveis a duas temperaturas, o que foi apresentado no congresso internacional de Varsóvia em 1967. Mas, apesar desse sucesso, no início da década de 1970, em nosso próprio país e em outros, essa pesquisa foi abandonada. É notável que nossa equipe tenha obtido um ganho de velocidade do jato gasoso de 5.500 m/s em uma distância inferior a 4 polegadas, com fluxos de argônio a 10.000 K injetados em um acelerador de Faraday a 2.750 m/s sob uma pressão de um bar. Mas na época, ninguém na França compreendeu a implicação militar do que se tornaria, em outros lugares, uma propulsão MHD de alto rendimento específico.
Se bem me lembro, viajei para os Estados Unidos em 1984 para participar de uma reunião internacional sobre MHD em Boston. Os russos apresentaram seu gerador Pavlovsky, uma das muitas versões dos geradores de compressão de fluxo testados desde os anos 50 pela equipe de Sakharov, que mais tarde se tornaria o sistema de alimentação típico de suas armas de energia direcionada (feixes de elétrons e lasers). Além dessa novidade, representantes de diversos países, incluindo pesquisadores americanos (o colóquio foi organizado por J.F. Louis da AVCO), lamentaram a perda de interesse de seus governos. E, no entanto, ignorávamos que três anos antes, os americanos já haviam implementado suas primeiras torpedos MHD a 1.000 nós; tivemos notícias disso anos depois. Hoje, nos países que possuem tecnologia de ponta, as torpedos de hélice foram abandonadas há exatamente trinta anos. A propulsão a foguete com pó se revelou mais eficaz e deu origem a veículos como o Supercav americano ou o Sqwal russo.


Torpedo de foguete russo Sqwal (250 nós)
Os britânicos possuem hoje uma arma semelhante, o Spearfish. Nesses torpedos, um gás quente é ejetado pela proa do aparelho e vaporiza a água do mar vizinha. O torpedo então se move em uma envoltória de vapor d'água; a redução da fricção resultante permite velocidades de 200 a 250 nós. O controle de trajetória é obtido pelo pólo que sai da proa após o lançamento. A direção é assegurada modulando os fluxos das bocais ao redor da proa principal de propulsão, alimentados pelo gerador de gás localizado na frente. Hoje, essas máquinas são obsoletas, mesmo que países como a França ainda não as tenham. Os torpedos MHD americanos e russos também possuem um motor de foguete com propelente sólido. O divergente atua como um conversor MHD, produzindo uma grande quantidade de energia elétrica. Essa energia alimenta um acelerador de parede cuja descrição principal é adicionada aqui para reduzir o peso. Esse sistema aspira fortemente a água; assim, o conceito de arrasto viscoso não é mais apropriado, pois a traseira não é apenas eliminada, mas até invertida; o que abre caminho para velocidades muito altas. Essas velocidades, estimadas hoje em torno de 1.600 a 1.900 nós, permitem que os torpedos atinjam seus alvos em alguns segundos. É fácil compreender a vantagem estratégica principal trazida a toda nação que possui esses torpedos, pois poderia destruir em alguns segundos os submarinos nucleares estratégicos inimigos, as armas mais perigosas de todas. Eles geralmente são posicionados o mais perto possível de seus alvos potenciais para reduzir o alcance do voo balístico, portanto as chances de interceptação. Na realidade, a destruição desses submarinos carregados de mísseis provavelmente seria o primeiro ato de guerra de qualquer nação dotada de tecnologia avançada. Os chineses ainda não possuem esse tipo de equipamento. Em 1996, os russos tentaram demonstrar sua máquina apelidada de "O Gordo", de um metro de diâmetro, pois esperavam vendê-la. Um tal transferência tecnológica, a longo prazo, constituiria uma grande ameaça à segurança mundial, e informados das transações, os americanos embarcaram e afundaram o Koursk, que deveria, na presença de um general chinês, fazer a demonstração. Temendo que isso fosse descoberto, os russos fecharam todas as escotilhas do submarino (por ordem a distância por sinal sonar emitido a partir do cruzador Pedro, comandante da manobra), deixando toda a tripulação perecer e recuperando mais tarde o naufragado.
O torpedo MHD e sua propulsão por acelerador de parede constituem, assim, uma das primeiras aplicações da MHD militar derivada da análise aprofundada dos destroços de Roswell.

Máquinas hipersônicas americanas. Aurora e o bombardeiro hipersônico antipodal.
As máquinas de transporte aéreo permaneceram a conceber. A partir de Mach 3, a compressão do ar atrás do choque gera calor significativo. Passando ao estator, é possível atingir níveis de Mach mais altos. Pode-se então considerar, em torno de Mach 6, um motor scramjet funcionando (combustão hipersônica), onde o combustível e o oxidante (hidrogênio e oxigênio líquido) circulam na aresta dianteira para o resfriamento. Mas a análise do veículo de Roswell permitiu encontrar uma solução muito melhor, que levou à máquina Aurora, que realizou seu primeiro voo em 1990 em Groom Lake. Esse engenho muito inteligente pode decolar por seus próprios meios, acelerar, ganhar altitude, atingir 6.000 nós a 180.000 pés, e depois ser satelizado com foguetes convencionais. Dois modos operacionais muito diferentes são então necessários. Inicialmente, Aurora - cuja versão russa, Ajax, concebida por Fraistadt, nunca foi construída devido à falta de financiamento - se parece com um caça convencional. Quatro turbojatos sem pós-combustão são suspensos sob uma asa fortemente curvada, com uma parte superior perfeitamente plana e uma cauda de pato fortemente elevada.

Aurora em voo subsônico e a Mach moderado
Aurora atinge então Mach 3 e o fluxo de ar no motor muda. As entradas de ar inferiores se fecham. O avião voa em ar de baixa pressão, mais facilmente ionizável. Uma entrada de ar se abre na parte superior, diante da qual um conjunto de eletrodos paralelos forma um gerador MHD de parede. Como essa seção funciona como um gerador, o ar é reduzido e recomprimido (pelas forças de Lorentz). Uma redução contínua ocorre, sem onda de choque e com aquecimento moderado, até que o gás possa ser direcionado para a entrada de ar de um turbojato convencional, mesmo
Os americanos conseguiram separar a antimatéria produzida da matéria e confiná-la em "botijões magnéticos". Eles a utilizaram finalmente para propulsão, especialmente em um drone em forma de disco, operacional desde 2000, capaz de voar a Mach 10 no ar denso, e que tentam manter em segredo. Esse objeto funciona segundo os princípios descritos na seção &&&. A menos que o voo estacionário sem fluxo aerodinâmico (relativo à "antigravidade") e as curvas em ângulo agudo, parece que os americanos quase conseguiram reproduzir, por meio da HDm, o comportamento dos OVNIs cruzando entre as atmosferas. Eles estão agora tentando desenvolver mais essa tecnologia, que lhes daria acesso aos viagens interestelares. Não sabemos se fizeram progressos significativos nessa direção, embora alguns acreditem. Se for o caso, isso comprometeria o futuro da humanidade, pois os extraterrestres provavelmente não tolerariam que bárbaros como nós pudessem incomodar civilizações vizinhas.
Enquanto isso, os americanos usam pequenas quantidades de antimatéria para acelerar vapor de silício até 500 km/s em aceleradores HDm usados para propulsão espacial. Graças a tais propulsores, eles conseguiram acelerar sondas espaciais até 100 km/s e realizar um mapeamento quase completo do Sistema Solar nos últimos cinco anos. Eles também testaram bombas de antimatéria, nas quais cargas muito potentes foram sintetizadas no local, no momento do impacto. Os primeiros testes dessas bombas totalmente superdimensionadas, muito potentes para serem testadas na Terra, foram realizados enviando-as ao Sol. Para isso, bombas HDm com alta impulsão específica foram lançadas em trajetórias formando um amplo ângulo com o plano da eclíptica para que entrassem em colisão com uma família conhecida de cometas. Os testes continuaram com tiros em Júpiter. Novamente, os módulos de bombas foram direcionados de forma a serem confundidos com detritos cometários. Inicialmente carregados pelo navio militar Atlantis, os módulos foram transportados ao local por um navio propulsado por HDm, que depois se autodestruiu. Os módulos criaram uma magnetosfera simulada de escoamento cometário. Eles penetraram na atmosfera alta de Júpiter a 100 km/s por meio do seu sistema de escudo HDm. A síntese termonuclear comprimida de antimatéria, seguida de uma explosão instantânea, fez com que os impactos fossem percebidos como fragmentos de cometa.
Lançamentos posteriores visaram os satélites de Júpiter, como Io e Europa. Em cada caso, a sonda Galileo, colocada em órbita precisamente para monitorar esses testes, não transmitiu as imagens à Terra, pelo menos segundo a versão oficial. Ela sofreu várias falhas que privaram os terrestres de imagens próximas dos satélites de Júpiter.
Uma questão aberta.
O objetivo desses tiros permanece misterioso: são armas anti-cometas? Alguns astrônomos acreditam que, no momento da formação do Sistema Solar, um planeta terrestre foi ejetado por efeito de maré em uma órbita muito excêntrica e de longo período (2000 a 3000 anos), em um amplo ângulo em relação ao plano da eclíptica. Esse planeta teria sido reduzido a um grande número de fragmentos ao atravessar a esfera de Roche do objeto a partir do qual foi ejetado. O retorno periódico desse nuvem de fragmentos, de tamanho cometário ou asteroide e, portanto, indetectável a qualquer distância superior à de Júpiter, poderia causar certos problemas. Os extraterrestres teriam fornecido aos americanos os meios de acelerar seus conhecimentos científicos e técnicos para que pudessem dominar a destruição desses objetos entre 2020 e 2030? O naufrágio de Roswell teria sido uma farsa, deliberadamente abandonada para desencadear essa aceleração? Toda hipótese é possível. É preciso lembrar que, se esse risco existisse, seria necessário lançar um projétil em uma trajetória de colisão com um objeto se movendo a 40 km/s; uma propulsão convencional seria inútil, pois o tiro teria que se arranjar para viajar em escolta com o alvo. Em seguida, seria necessário perfurar um caminho com um jato de antimatéria de vários quilômetros para explodir, no centro do objeto, uma carga de várias milhares de megatons, transformando-o em fragmentos cada um com menos de um metro de diâmetro, que se consumiriam na atmosfera. Os tiros feitos em Júpiter, Io e Europa fazem parte de um plano como esse?
De fato, não sabemos nada sobre nosso Sistema Solar nem sobre o futuro de nossa Terra. Na França, nosso grupo recebeu mais de um chamada telefônica alertando sobre a aproximação de cometas, os mensagens contendo sempre datas precisas de periélio, bem antes que os objetos pudessem ser detectados pelos telescópios terrestres.
Sobre a anti-gravidade.
Nossas pesquisas em cosmologia teórica, publicadas por nós, e inspiradas em informações recebidas por meio de contatos com extraterrestres, nos levaram a construir um modelo cosmológico baseado em dois universos, desenvolvendo ideias emitidas por Andrei Sakharov em 1976: a cosmologia de universos gêmeos. Acreditamos que esse último também esteve em contato com extraterrestres. Basta ler os termos estranhos de seu discurso, lido por sua amiga Helena Bonaire na Suécia durante a entrega do Prêmio Nobel. Esse modelo baseia-se em um universo duplo ou gêmeo. Os pesquisadores australianos Foot e Volkas seguem hoje uma via semelhante, falando de "universos espelhos" (artigos publicados na Physical Review). Demonstramos que a "massa aparente" do "universo gêmeo" era negativa, ou seja, a matéria gêmea repele a nossa, enquanto duas partículas de matéria gêmea se atraem mutuamente, de acordo com a lei de Newton. Essa repulsão explica a re-aceleração da expansão do nosso universo, enquanto ela reduz a expansão do universo gêmeo.
Quando naves interestelares percorrem distâncias imensas, elas usam o universo gêmeo como uma espécie de "metrô expresso". Nesse universo, extremamente rarefeito nas regiões adjacentes ao nosso, as distâncias são encurtadas e a velocidade da luz é alta. Isso torna os viagens espaciais possíveis, desde que o seguinte princípio seja seguido: "é proibido ultrapassar a velocidade da luz do universo em que se está". Uma equipe de pesquisa americana trabalha em uma ideia visando modificar localmente o valor da velocidade da luz: o conceito de "conduto de distorção" (warp drive). Nossa abordagem é diferente e muito mais avançada. Com a ajuda dos extraterrestres, levou-nos anos para começar a entender como isso funciona, e levaria várias páginas para descrevê-lo. Em princípio, a massa do veículo deve ser transferida para o universo gêmeo. Quando essa operação ocorre perto da Terra, ela se torna invisível para a nave, mas age sobre ela como uma massa negativa, repulsiva. Se as estações localizadas em nosso universo e na região adjacente do universo gêmeo forem alternadas rapidamente, isso não é detectado por um observador externo; no entanto, durante uma fase, a nave cai sob a atração terrestre, enquanto, durante a outra, ela sobe sob a repulsão terrestre. Globalmente, isso equivale a uma anulação aparente do peso da nave, independentemente de sua massa. É assim que interpretamos o que as pessoas chamam de anti-gravidade. Não sabemos se os extraterrestres transmitiram aos terrestres os indícios dessas técnicas.
Conclusão.
Vamos nos manter nos elementos já conhecidos; nos sentimos fortemente envolvidos com o texto do Dr. Greer. Parece claro que um grupo de humanos detém elementos de ciência e tecnologia muito avançados em relação ao resto do mundo. Como eles adquiriram esse conhecimento, e por quê? Trata-se simplesmente de uma consequência do esmagamento de um navio extraterrestre em Roswell? Há algo mais complexo por trás disso? Houve contatos entre os extraterrestres e esse grupo humano? Qual é o plano de cada um? A dominação hegemônica desse grupo humano sobre toda a Terra é uma consequência de uma tentativa de ajudar a humanidade a sobreviver ao próximo passagem de um nuvem de fragmentos planetários? Gostaríamos de saber. Ao finalmente perceber que não estão sozinhos, os homens adquiririam certa sabedoria e, graças à tecnologia que o permite, transformariam seu planeta em um Éden?
De qualquer forma, acreditamos que é hora de aqueles que detêm os segredos revelarem a verdade, e é exatamente nesse sentido que se inscreve nossa participação no projeto Disclosure.
Dezembro 2002
Prof. Jean-Pierre Petit,
Diretor de Pesquisa no CNRS,
Astrofísico, especialista em HDm e cosmologia teórica.
(Traduzido por André Dufour)
Bibliografia :
(1) J.P.Petit : « O voo supersônico é possível? » Oitava Conferência Internacional sobre Produção de Energia Elétrica por HDm. Moscou, 1983.
(2) J.P.Petit & B.Lebrun : « Anulação das ondas de choque em um gás pela ação da força de Lorentz ». Nono Congresso Internacional sobre Produção de Energia Elétrica por HDm. Tsukuba, Japão, 1986.
(3) B.Lebrun & J.P.Petit : « Aniquilação das ondas de choque pela ação HDm nos escoamentos supersônicos. Análise quase unidimensional estacionária e bloqueio térmico ». European Journal of Mechanics; B/Fluids, 8, n°2, pp.163-178, 1989.
(4) B.Lebrun & J.P.Petit : « Aniquilação das ondas de choque pela ação HDm nos escoamentos supersônicos. Análise estacionária bidimensional não isentrópica. Critério anti-choque e simulações em um tubo de choque para escoamentos isentrópicos ». European Journal of Mechanics, B/Fluids, 8, pp.307-326, 1989.
(5) B.Lebrun : « Abordagem teórica da supressão das ondas de choque formadas em torno de um obstáculo afilado colocado em um escoamento de argônio ionizado ». Tese n° 233. Universidade de Poitiers, França, 1990.
(6) B.Lebrun & J.P.Petit : « Análise teórica da aniquilação das ondas de choque pela força de Lorentz ». Colóquio internacional HDm, Pequim, 1990.
Apêndice 1: HDm Apêndice
2 (outras armas) Apêndice
3 (torpedo HDm)
Versão original (inglês)
Tecnologia de OVNIs e antimátteria MHD
Carta aberta de um grupo de cientistas franceses ao iniciador do projeto Disclosure.
Introdução.
Somos um grupo de cientistas franceses. Lemos o texto do Dr. Greer no site Disclosure e ficamos impressionados com suas observações. Estamos convencidos, como ele, que algumas nações, e principalmente os Estados Unidos, poderiam ter obtido informações dos arquivos de OVNIs, das recuperações de naves abatidas e dos possíveis contatos com extraterrestres, que levaram a novos conhecimentos científicos. Discutiremos mais adiante a avaliação dos progressos realizados com base nesses dados. A pergunta é: "até onde eles chegaram?" Temos informações precisas sobre os programas secretos americanos relacionados a aviões hipersônicos, seja o avião espia satelital Aurora ou um bombardeiro hipersônico de longo alcance, do qual o B2 é apenas um disfarce. Os dados técnicos de que dispomos nos permitem, nesse caso específico, sustentar nossas afirmações. Essas tecnologias foram diretamente derivadas da análise dos destroços recuperados em Roswell, que era um veículo espacial hipersônico e não um veículo interestelar. Lamentamos que essa engenharia inversa tenha sido aplicada apenas para fins militares, pois essas técnicas poderiam ter uma utilização muito melhor: por um lado, um lançador espacial totalmente reutilizável, muito mais eficiente e menos caro que os foguetes convencionais; por outro lado, um avião comercial hipersônico.
Síntese possível de antimátteria.
Além disso, é altamente provável que os americanos tenham dominado uma técnica de produção em massa de antimátteria, essa — e não a "energia do vácuo" — sendo a futura energia quase mágica e inesgotável proveniente de nada; a menos que se considere a transformação da matéria em antimátteria por compressão termonuclear como um meio de "extrair energia do vácuo". Esclareço que, uma vez produzida dessa forma, a antimátteria pode ser usada para produzir mais. Nenhuma explosão nuclear é necessária a cada início. No entanto, essa tecnologia coloca nas mãos da humanidade bombas incrivelmente destrutivas, muito mais poderosas que as armas termonucleares mais potentes disponíveis atualmente. Ela também gera um risco imediato de guerra, pois quantidades muito pequenas de antimátteria podem ser armazenadas em cristais sob confinamento eletrostático muito estável; isso permite a fabricação de pequenas bombas — "bolas de buckminsterfullereno" — do tamanho de um ovo, incluindo o escudo térmico, com uma potência de 40 toneladas de TNT. Graças à sua potência relativamente limitada e ao fato de que nenhum resíduo é produzido, essas bombas poderiam ser facilmente utilizadas. Em vez de soltar bombas de alta potência em alvos isolados, o que faria subir grandes quantidades de poeira fina na atmosfera superior e causaria efeitos de inverno nuclear, seria possível espalhar um grande número dessas pequenas bombas de antimátteria e causar danos equivalentes, evitando que a poeira suba para altas altitudes e desencadeie um inverno nuclear. Acreditamos que os Estados Unidos já possuem um número considerável dessas armas, capazes de reduzir totalmente países a cinzas, e temos medo de que esses dispositivos sejam usados em breve de forma discreta em escala menor. Isso nos afasta muito das aplicações positivas com as quais a humanidade poderia se beneficiar com essa tecnologia, produzindo, como diz corretamente o Dr. Greer, "desertos em flor".
O problema do material bruto e dos resíduos.
Acreditamos que as naves extraterrestres que nos visitam utilizem antimátteria, armazenada a bordo ou sintetizada, como fonte principal de energia. Essa energia básica poderia ser usada para muitas finalidades. Uma das mais úteis é dominar a transmutação de materiais e, assim, poder sintetizar qualquer tipo de átomo a vontade. Associada a uma nanotecnologia muito avançada, isso permitiria sintetizar sistemas complexos sem intervenção humana, ou seja, sem "trabalho". Inversamente, qualquer sistema composto por átomos poderia ser convertido em resíduos neutros, como o hélio, o resíduo típico ideal. Se sobrevivermos ao próximo século, essa será a tecnologia futura da humanidade. Se um conjunto dessas técnicas for completado por uma abordagem mais abrangente da biologia do que a praticada na Terra hoje, o ser humano teria as chaves de uma era dourada ao alcance das mãos.
Situação atual da tecnologia na Terra.
Não sabemos até que ponto essas tecnologias foram desenvolvidas na Terra. Até hoje, podemos apenas suspeitar fortemente que a síntese de antimátteria por compressão termonuclear foi obtida nos Estados Unidos no final dos anos sessenta; voltaremos a isso mais adiante. Outro problema levantado pelo Dr. Greer é a redução, anulação ou até inversão do peso das máquinas (antigravidade). Consideramos isso possível. É a técnica usada pelos OVNIs quando ficam suspensos sem mover o ar. Na nossa opinião, isso só pode ser compreendido através de uma mudança importante de paradigma, uma maneira diferente de conceber o espaço e a matéria. Mas isso permanece especulativo, e sugerimos também voltar a isso mais tarde. O controle da antigravidade poderia claramente ser aplicado ao transporte civil, mas muito além disso, acreditamos que abriria o caminho para viagens no espaço. Novamente, deixaremos esse assunto para o final deste artigo.
Nossos comentários sobre os Sistemas de Acesso à Energia Espacial.
Embora o sentimento que motivou esse projeto seja louvável, duvidamos de suas chances de sucesso. Acreditamos que suas aplicações (produção de energia ilimitada, supressão da força gravitacional), mesmo que fisicamente concebíveis, exigiriam tecnologias avançadas e extremamente caras. Em comparação, poderíamos imaginar a Fundação oferecendo uma bolsa cheia de ouro a quem conseguisse fazer um avião voar com três passageiros por mais de seis milhas. Somos céticos quanto à compatibilidade dessas técnicas com tecnologias suaves acessíveis a amadores e laboratórios de tamanho moderado. Na nossa opinião, tais desenvolvimentos só poderiam ser considerados por grandes laboratórios com fundos consideráveis, para os quais um prêmio de um milhão de dólares pareceria muito pequeno em comparação com o custo dessas pesquisas. Portanto, tais laboratórios inevitavelmente estariam ligados aos lobbies militares-industriais. No melhor dos casos, os defensores desse projeto seriam recompensados com ideias teóricas interessantes, mas sem resultados práticos aproveitáveis. Essa é nossa opinião, claro que podemos estar errados.
Nossa resposta ao Manifesto Disclosure.
Embora não possamos apresentar ao Dr. Greer planos para uma máquina que produza energia ilimitada ou uma máquina capaz de anular a força gravitacional, podemos, no entanto, apresentar fortes argumentos a favor de sua campanha contra a disseminação das tecnologias pelos complexos militares-industriais, inacessíveis ao poder político americano e dedicados a servir alguns que buscam dominar o mundo pela força. Os elementos que podemos
Os britânicos possuem hoje uma arma semelhante, o Spearfish. Nessas torpedos, um gás quente é expelido pela proa do aparelho e vaporiza a água do mar próxima. A torpedo então se move em uma camada de vapor d'água; a redução de atrito assim obtida permite velocidades entre 200 e 250 nós. O controle de trajetória é feito por uma haste saliente que sai da proa após o lançamento. A direção é obtida modulando os fluxos das bocais ao redor da proa principal de propulsão e alimentados por um gerador de gás localizado na frente. No entanto, tais máquinas hoje estão totalmente ultrapassadas, mesmo que países como a França ainda não as possuam. As torpedos MHD americanas e russas também possuem um motor de foguete de propelente sólido. O divergente atua como um gerador MHD, produzindo uma grande quantidade de energia elétrica. Essa energia alimenta um acelerador de parede cuja descrição principal é adicionada aqui por razões de leveza. Um sistema como esse suga fortemente a água; o conceito de arrasto viscoso, portanto, não é mais adequado, pois a trilha não é apenas eliminada, mas até invertida; o que abre caminho para velocidades muito altas. Essas velocidades, estimadas hoje em torno de 1.600 a 1.900 nós, permitem que as torpedos atinjam seus alvos em alguns segundos. É fácil compreender a importância estratégica trazida para qualquer nação que possua essas torpedos, pois permitiria a destruição, em alguns segundos, dos submarinos nucleares estratégicos inimigos, as armas mais perigosas de todas. Eles geralmente são posicionados o mais perto possível de seus alvos potenciais para reduzir o alcance do voo balístico, portanto, as chances de interceptação. Na realidade, a destruição desses submarinos carregados de mísseis provavelmente seria o ato de guerra inicial de qualquer nação com tecnologia de alto nível. Os chineses ainda não possuem esse equipamento. Em 1996, os russos tentaram demonstrar sua máquina apelidada de "O Gordo", de um metro de diâmetro, na esperança de vendê-la. Um tal transferência tecnológica, a longo prazo, teria constituído uma grande ameaça à segurança mundial, e informados das transações, os americanos embarcaram e afundaram o Koursk, que deveria, na presença de um general chinês, realizar a demonstração. Temendo que isso fosse descoberto, os russos fecharam todas as escotilhas do submarino (por ordem de sonar emitida a distância desde o cruzador Pedro, comandante da manobra), deixando toda a tripulação perecer e recuperando mais tarde o casco.
A torpedo MHD e sua propulsão por acelerador de parede é, portanto, uma das primeiras aplicações militares do MHD derivadas da análise aprofundada dos destroços de Roswell.

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Máquinas hipersônicas americanas. Aurora e o bombardeiro hipersônico antípoda.**
As máquinas voando com ar restaram a conceber a partir daí. A partir de Mach 3, a compressão do ar atrás do choque gera calor significativo. Ao passar para estático, é possível atingir níveis mais altos de Mach. Pode-se, em torno de Mach 6, considerar um motor scramjet funcionando (combustão hipersônica), onde o combustível e o oxidante (hidrogênio e oxigênio líquido) circulam na borda dianteira para o resfriamento. Mas a análise do veículo de Roswell permitiu obter uma solução muito melhor, que levou à máquina Aurora, que fez seu primeiro voo em 1990 em Groom Lake. Esse engenho muito inteligente pode decolar por seus próprios meios, ganhar velocidade e altitude, atingir 6.000 nós a 180.000 pés, e depois se tornar satelizado por foguetes convencionais. Dois modos de operação muito diferentes são então usados sucessivamente. Inicialmente, Aurora - cuja versão russa Ajax, projetada por Fraistadt, nunca foi construída devido à falta de financiamento - se parece com um caça convencional. Quatro motores turbojato sem pós-combustão são suspensos sob uma asa fortemente curvada, cuja parte superior é totalmente plana e cuja extremidade traseira é fortemente elevada, em "cauda de andorinha".

Aurora em voo subsônico e a Mach moderado
Aurora atinge então Mach 3 e o fluxo de ar para o motor muda. As entradas de ar inferiores se fecham. O avião voa então em um ar de baixa pressão, mais facilmente ionizável. Uma entrada de ar abre-se na parte superior, diante da qual um conjunto de eletrodos paralelos forma um gerador de parede MHD. Como essa seção funciona como um gerador, o ar é desacelerado e recomprimido (pelas forças de Lorentz). Uma desaceleração contínua ocorre, sem ondas de choque e com aquecimento moderado, até que o gás possa ser direcionado para a entrada de um turbojato convencional, mesmo que o avião voe a 6.000 nós a cerca de 180.000 pés de altitude. Tensões muito altas são geradas pelo efeito Hall. Nesses conversores de parede, os americanos usam sistemas supercondutores que desenvolvem 12 teslas. A instabilidade de Velikhov é controlada por confinamento magnético. A alta tensão é usada para criar um colchão de plasma que protege a borda dianteira. A energia elétrica é então usada para melhorar a impulso específico por meio de um acelerador de parede localizado atrás das saídas de tubo (sistema de desvio MHD). Trata-se então de um tipo "semi-guiado".
Aurora, voo hipersônico
Foi projetado para funcionar com um coeficiente de expansão fixo a uma altitude dada. Em altitudes mais baixas, a expansão do jato é muito forte e apresenta então uma série de nós e ondulações, típicas dos jatos "sob-pressionados".
jato clássico sob-pressionado
Isso explica a fotografia misteriosa tirada perto de Groom Lake, onde o avião, visto excepcionalmente ao meio-dia, ainda não havia atingido sua altitude de adaptação.
fotografia do jato Aurora
A sustentação da Aurora é obtida pela onda de choque gerada sobre a qual o avião "surfava"; trata-se de um "wave rider". Mas a Aurora não é destinada a funcionar assim por muito tempo, pois a formação dessa onda de choque gera arrasto que causa perda de energia. Os foguetes permitem que a máquina se torne satelizada a uma altitude de 250.000 pés, ou na fronteira da atmosfera, ou realize saltos balísticos, como uma pedra que rebota em uma superfície d'água. Nesse caso, ela se torna uma espécie de semi-satélite controlável, semelhante ao famoso "surfista prateado". A envoltória total de plasma também a torna totalmente invisível. Uma vez satelizada a uma velocidade de 15.000 nós, ela pode reentrar na atmosfera com um ângulo de incidência muito baixo, sem necessidade de escudo térmico degradável; toda a superfície atua então como um gerador MHD. A alta tensão produz um colchão de plasma protetor na frente; a energia é dissipada principalmente por radiação. Quando o avião retorna à sua base, todo o processo é invertido; e ao se aproximar, é propulsado como um avião convencional e pode aterrissar em uma pista normal.
Tudo isso foi mantido em segredo. Os americanos tentam enganar a vigilância dos outros países com informações erradas bastante grosseiras. Eles fazem os europeus acreditarem que a aventura do voo hipersônico está próxima, enquanto dominam essas técnicas há doze anos.
A sustentação da Aurora é obtida pela onda de choque gerada sobre a qual o avião "surfava"; trata-se de um "wave rider". Mas a Aurora não é destinada a funcionar assim por muito tempo, pois a formação dessa onda de choque gera arrasto que causa perda de energia. Os foguetes permitem que a máquina se torne satelizada a uma altitude de 250.000 pés, ou na fronteira da atmosfera, ou realize saltos balísticos, como uma pedra que rebota em uma superfície d'água. Nesse caso, ela se torna uma espécie de semi-satélite controlável, semelhante ao famoso "surfista prateado". A envoltória total de plasma também a torna totalmente invisível. Uma vez satelizada a uma velocidade de 15.000 nós, ela pode reentrar na atmosfera com um ângulo de incidência muito baixo, sem necessidade de escudo térmico degradável; toda a superfície atua então como um gerador MHD. A alta tensão produz um colchão de plasma protetor na frente; a energia é dissipada principalmente por radiação. Quando o avião retorna à sua base, todo o processo é invertido; e ao se aproximar, é propulsado como um avião convencional e pode aterrissar em uma pista normal.
Tudo isso foi mantido em segredo. Os americanos tentam enganar a vigilância dos outros países com informações erradas bastante grosseiras. Eles fazem os europeus acreditarem que a aventura do voo hipersônico está próxima, enquanto dominam essas técnicas há doze anos.

Modelo da Aurora X-43A suspenso sob a asa de um B-52, e posicionado diante de um poderoso lançador de pólvora

Em voo

Modelo de teste "pseudo-Aurora".
Observe que as caudas verticais contradizem a discrição. Mas o nariz cortado corresponde à Aurora real. Trata-se de uma dissimulação do progresso tecnológico. A versão civil da Aurora não seria um avião espia satelital, mas um lançador totalmente reutilizável, muito mais econômico que os foguetes convencionais que dependem exclusivamente da tração de seus motores para superar a tração associada à geração de uma onda de choque.
O que os ocidentais ignoram, e que revelarei em um livro, é que os americanos também possuem um bombardeiro hipersônico de longo alcance, capaz de voar a velocidades e altitudes semelhantes. Visto de cima, esses bombardeiros se parecem com um B2. A forma em dentes de serra de sua borda traseira é projetada para garantir estabilidade durante o pouso. A forma cria vórtices que impedem a perda de sustentação na ponta da asa de subir para a borda de ataque (pouco depois da guerra, esse fenômeno causou o acidente da asa volante projetada por Jack Northrop). Os B2 baseados em Whitman, supostamente custando 2 bilhões de dólares cada um, são apenas falsificações. O verdadeiro avião não é subsônico e não possui cockpit nem capôs acima dos quatro motores. Eles estão totalmente integrados à asa, para evitar que as pás das turbinas sejam detectadas pelo radar.
Bombardeiro hipersônico americano.
Os conversores de parede são colocados nas partes dianteiras das asas, diante dos motores. Esses sistemas permitem recomprimir o ar incidente sem gerar ondas de choque e canalizá-lo para as entradas dos turbojatos convencionais. O aparelho é uma combinação sutil de regiões onde o conversor de parede MHD é usado para desacelerar o gás (como gerador elétrico) e outras onde, ao contrário, o gás é acelerado. Esse sistema permite o controle completo do fluxo de gás e a eliminação de qualquer onda de choque, e, portanto, da tração de onda. Se essa persistisse, o avião não poderia voar por muito tempo, considerando a energia desperdiçada para criá-la. A eliminação das ondas de choque foi realizada em 1997 e abriu caminho para os primeiros voos antípodas. Na verdade, em vários pontos, esse bombardeiro é mais sofisticado que a Aurora. Por exemplo, a descarga elétrica na borda dianteira tem uma geometria melhor controlada, resultando em um "borda dianteira virtual" real.
Bombardeiro hipersônico de longo alcance
Assim, o aparelho que o B2 esconde é capaz de decolar dos Estados Unidos, atingir qualquer ponto do planeta, e depois voltar e aterrissar nos Estados Unidos em uma noite e quatro horas, mesmo que o alvo esteja no antípoda, a 10.800 milhas náuticas. Missões de bombardeio foram planejadas na Europa e no Afeganistão, este último sendo mencionado como voos subsônicos de 40 horas, exigindo seis reabastecimentos em voo, a maioria dos quais ocorreu acima da Rússia, que os aviões precisavam atravessar. Considerando a vulnerabilidade de um avião durante o reabastecimento, quem poderia acreditar em tal versão? Observe também que os B2 mostrados não têm nenhuma cabine que permita aos tripulantes descansar. Um piloto poderia ficar sentado por quarenta horas em um assento de emergência? Consulte no meu site http://www.jp-petit.com um arquivo sobre o B2.
Em muitos aspectos, os Estados Unidos tentam disfarçar seus avanços tecnológicos militares. Eles possuem um drone hipersônico cuja entrada de ar é controlada por um processo semelhante. Nas fotos que eles mostram, as entradas de ar discretas não poderiam funcionar se o avião precisasse se mover a velocidades supersônicas.
O X-47A
Os documentos americanos geralmente são silenciosos sobre as velocidades desses aviões, mas mesmo que fossem discretos, é difícil imaginar os americanos construindo drones de combate subsônicos!
Esses poucos elementos (mas existem muitos outros, especialmente sobre armas de micro-ondas, sistemas de controle de multidões, etc.) podem atrair a atenção do leitor para o fato de que os Estados Unidos poderiam realmente ter adquirido uma vantagem considerável em termos de armamento ao usar informações obtidas das observações de OVNIs e da engenharia inversa dos destroços recuperados.
Estou de acordo com o Dr. Greer. Acredito que assim que os Estados Unidos tiveram armas de energia direcionada, eles deliberadamente abateram OVNIs para analisá-los.
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Por que os Estados Unidos são suspeitos de possuir bombas de antimátteria.**
Os geradores de fluxo de compressão, como os testados por Sakharov nos anos 50, são agora conhecidos pelo público. São os geradores que equipavam as bombas E e os mísseis de cruzeiro usados durante a Guerra do Golfo. Os especialistas sabem que esses geradores (ver anexo &&&) também podem ser usados para comprimir objetos a altas pressões (25 megabares em 1952) e acelerá-los a altas velocidades (50 km/s em 1952). No final dos anos 60, os americanos consideraram usar esses sistemas usando bombas atômicas de baixa potência (1 kt de TNT) como explosivo. As pressões atingidas foram tão altas que eles conseguiram, nesse tipo de "laboratório", reproduzir condições semelhantes ao Big Bang, onde a matéria se transformava em antimátteria. A produção de energia provou ser cem vezes maior do que o esperado. Isso foi mantido em segredo. Os russos e os chineses tentaram depois recriar esses experimentos, mas falharam devido à falta de supercondutores de qualidade adequada.
Os americanos conseguiram separar a antimátteria produzida da matéria e confiná-la em garrafas magnéticas. Eles a usaram finalmente para propulsão, por exemplo, para um drone em forma de disco, operacional desde 2000, que pode se mover a Mach 10 no ar denso, e que tentam manter em segredo. Esse objeto funciona de acordo com as linhas descritas no anexo &&&. À exceção do voo estacionário sem fluxo de ar, que se refere à "antigravidade", e das curvas em ângulo agudo, parece que os americanos quase conseguiram, graças ao MHD, reproduzir o comportamento dos OVNIs em voo interatmosférico. Eles estão agora tentando desenvolver mais essa tecnologia, o que lhes daria acesso à viagem entre as estrelas. Não sabemos se progressos significativos foram feitos nessa direção, embora alguns acreditem que sim. Se for o caso, isso colocaria em risco o futuro da humanidade, pois os extraterrestres provavelmente não tolerariam que bárbaros como nós causassem problemas às civilizações vizinhas.
Enquanto isso, os americanos usam pequenas quantidades de antimátteria para acelerar o vapor de silício até 500 km/s em aceleradores MHD usados para propulsão espacial. Graças a esses propulsores, eles conseguiram acelerar sondas espaciais até velocidades de até 100 km/s e realizar uma exploração quase completa do Sistema Solar nos últimos cinco anos. Eles testaram bombas de antimátteria nas quais cargas muito potentes foram sintetizadas in situ, no momento do impacto. Os primeiros testes dessas bombas totalmente superdimensionadas, muito potentes para serem testadas na Terra, foram feitos enviando-as ao Sol. Para isso, bombas com alta impulso específico propulsadas por MHD foram lançadas em trajetórias com grande ângulo em relação ao plano da Eclíptica para se fundirem em uma família conhecida de cometas. Os testes foram continuados com tiros em Júpiter. Nesse caso, os módulos de bomba foram direcionados de forma a serem confundidos com detritos cometários. Inicialmente carregados pelo ônibus espacial militar Atlantis, os módulos foram transportados ao local por um navio propulsado por MHD, e depois auto-destruídos. Os módulos criaram uma magnetosfera que simulava o degaseamento cometário. Eles penetraram a atmosfera alta de Júpiter a 100 km/s graças ao seu sistema de escudo MHD. A síntese de antimátteria por compressão termonuclear, seguida de uma explosão instantânea, fez com que os impactos fossem confundidos com fragmentos de cometas.
Os lançamentos posteriores foram direcionados para os satélites de Júpiter, como Io e Europa. Em cada caso, Galileo, que havia sido
Acreditamos que os veículos extraterrestres que nos visitam utilizam matériais anti-materia, armazenados a bordo ou sintetizados, como fonte principal de energia. Essa energia básica poderia ser usada de maneira muito variada. Uma das aplicações mais úteis seria dominar a transmutação dos materiais, permitindo assim sintetizar a vontade qualquer tipo de átomo. Associada a uma nanotecnologia muito avançada, isso permitiria sintetizar os sistemas mais complexos sem intervenção humana, ou seja, sem "trabalho". Ao contrário, qualquer sistema composto por átomos poderia ser convertido em resíduos neutros, como o hélio, o resíduo tipicamente ideal. Se sobrevivermos ao século que vem, essa será nossa tecnologia futura. Se um conjunto dessas técnicas fosse completado por uma abordagem biológica mais completa do que a praticada atualmente na Terra, o ser humano teria as chaves de uma era dourada ao alcance das mãos.
Estado atual da tecnologia na Terra.
Não sabemos quão avançadas essas tecnologias estão na Terra. Até hoje, podemos apenas suspeitar fortemente que a síntese de antimateria por compressão termonuclear foi realizada nos Estados Unidos por volta do final dos anos sessenta; voltaremos a isso mais adiante. Outro problema levantado pelo Dr. Greer é a redução, anulação ou até mesmo inversão (anti-gravidade) do peso das máquinas. Consideramos isso realizável. É a técnica usada pelos OVNI quando planam sem deslocar o ar. Na nossa opinião, isso só pode ser compreendido através de uma mudança de paradigma importante, uma maneira diferente de conceber o espaço e a matéria. Mas isso permanece especulativo, e sugerimos voltar a isso mais tarde. O controle da anti-gravidade poderia obviamente ser aplicado ao transporte civil, mas muito além disso, acreditamos que abriria caminho para viagens espaciais distantes. Novamente, deixamos essa questão para o final deste artigo.
Nossos comentários sobre os Sistemas de Acesso à Energia Espacial.
Embora o sentimento que motivou esse projeto seja louvável, duvidamos de suas chances de sucesso. Acreditamos que suas aplicações (produção de energia ilimitada, anti-gravidade), embora fisicamente concebíveis, exigiriam tecnologias avançadas extremamente caras. Em comparação, poderíamos imaginar a Fundação oferecendo uma bolsa cheia de ouro a quem conseguisse fazer voar um avião com três passageiros acima de seis milhas. Somos céticos quanto à compatibilidade dessas técnicas com tecnologias suaves acessíveis a amadores ou laboratórios de tamanho moderado. Na nossa opinião, tais desenvolvimentos só poderiam ser considerados por grandes laboratórios com fundos consideráveis, para os quais um prêmio de um milhão de dólares pareceria uma quantia desimportante em comparação com o custo dessas pesquisas. Portanto, tais laboratórios inevitavelmente estariam ligados aos lobbies militar-industriais. No melhor dos casos, os defensores de um tal projeto seriam recompensados com ideias teóricas interessantes, mas sem resultados práticos exploráveis. Essa é nossa opinião, claro, poderíamos estar errados.
Nossa resposta ao Manifesto de Disclosure.
Embora não possamos submeter ao Dr. Greer planos para uma máquina produzindo energia ilimitada ou capaz de anular a força da gravidade, podemos, no entanto, apresentar sólidos argumentos a favor de sua campanha contra a desvio das tecnologias pelos complexos militar-industriais, inacessíveis ao poder político norte-americano e dedicados a servir alguns que buscam dominar o mundo pela força. Os elementos que podemos produzir estão relacionados à propulsão subaquática de alta velocidade e à construção de aviões hipersônicos de longo alcance, essas duas técnicas baseadas no que é chamado de magnetohidrodinâmica, ou MHD.
Comentários gerais sobre a MHD.
A MHD foi objeto de pesquisas intensas nos anos sessenta, o setor civil não tendo, é claro, sido acessível ao público. O objetivo na época era produzir eletricidade por conversão direta MHD, usando como fonte primária combustíveis fósseis - "ciclos abertos" - ou energia produzida por reatores de alta temperatura (HTR). Em ambos os casos, as equipes de pesquisa se depararam com o fato de que os gases a temperaturas "tecnológicas", mesmo semeados com substâncias de baixo potencial de ionização como o césio, não eram suficientemente condutores eletricamente. Abaixo de 3000 K, sua condutividade elétrica era muito baixa. Os russos levaram essa técnica de produção de eletricidade MHD o mais longe possível com seu gerador U-25, que queima uma mistura de hidrocarbonetos e oxigênio puro. Mas essa pesquisa orientada para o civil foi finalmente abandonada. Outra tentativa foi feita com gases de duas temperaturas (nos quais o gás de elétrons tem uma temperatura mais alta que o gás de átomos). Isso não era possível em um ambiente molecular contendo muita dióxido de carbono (resultado da combustão). De fato, essa molécula se excita facilmente com choques com elétrons. O resultado foi uma grande perda de energia por radiação (desexcitação radiativa). Esse sistema de duas temperaturas foi, portanto, limitado aos ciclos fechados onde o fluido de conversão era um gás raro: o hélio, semeado com césio, usado para resfriar o núcleo de um reator operando a alta temperatura (1500 K). Observamos que esses reatores nunca foram construídos nem testados. Os cientistas atômicos só pensavam em sua possível construção, e graças ao céu, nunca foram construídos.
Essa pesquisa se deparou com algo que totalmente anulou o desempenho dos geradores tornando o plasma muito heterogêneo: era uma instabilidade descoberta em 1964 pelo russo Velikhov. Esses preliminares podem parecer estranhos, mas explicam por que a pesquisa civil em MHD foi abandonada em muitos países, exceto nos Estados Unidos e na Rússia, onde a MHD militar era desenvolvida em segredo. Na Rússia, o pai da MHD militar era Andrei Sakharov. Seu aluno era ninguém menos que Velikhov, inovador da Guerra das Estrelas estilo soviético, e conselheiro principal de Putin para armas avançadas.
Descrição das torpedos MHD hipersônicas americanas e russas.
Há muito tempo, os Estados Unidos e a URSS tinham provas indiscutíveis de que os OVNI eram de origem extraterrestre. Os Estados Unidos haviam recuperado pelo menos um veículo hipersônico que caiu em Roswell, e é muito provável que os russos também tivessem recuperado uma quantidade equivalente. Foi apenas a partir dos anos setenta que os americanos entenderam que um dos elementos-chave do funcionamento do navio de Roswell era a MHD. Eles também entenderam que a MHD militar tinha uma importância estratégica primordial e lançaram uma intensa campanha de desinformação, dentro e fora do país, para afastar os pesquisadores do que eles diziam ser um assunto sem saída. Tenho essa informação porque estive envolvido estreitamente, desde 1965, em projetos franceses civis de MHD. Construí um gerador linear de Faraday, baseado em um tubo de choque de combustão, produzindo uma potência de vários megawatts durante 200 microsegundos, com um campo magnético de dois teslas. A instabilidade de Velikhov tendo sido superada, conseguimos obter as primeiras condições estáveis de duas temperaturas, o que foi apresentado no colóquio internacional de Varsóvia em 1967. Mas, apesar desse sucesso, no início dos anos setenta, em nosso próprio país e em outros lugares, essa pesquisa foi abandonada. É notável que nossa equipe tenha obtido um ganho de velocidade do jato gasoso de 5.500 m/s em uma distância inferior a 4 polegadas, com fluxos de argônio a 10.000 K injetados em um acelerador de Faraday a 2.750 m/s sob uma pressão de um bar. Mas na época, ninguém na França compreendeu a implicação militar do que se tornaria, em outros lugares, uma propulsão MHD de alto rendimento específico.
Se eu me lembrar bem, viajei para os Estados Unidos em 1984 para participar de uma reunião internacional sobre MHD em Boston. Os russos apresentaram seu gerador Pavlovsky, uma das muitas versões dos geradores de compressão de fluxo testados desde os anos cinquenta pela equipe de Sakharov, que mais tarde se tornaria o sistema de alimentação típico de suas armas de energia direcionada (feixes de elétrons e lasers). Além dessa novidade, representantes de diversos países, incluindo pesquisadores americanos (o colóquio foi organizado por J.F. Louis da AVCO), lamentaram a perda de interesse de seus governos. E, no entanto, ignorávamos que três anos antes, os americanos já haviam implementado suas primeiras torpedos MHD a 1.000 nós; tivemos notícia disso anos depois. Hoje, nos países que possuem tecnologia de ponta, as torpedos de hélice foram abandonadas há exatamente trinta anos. A propulsão a foguete com pó revelou-se mais eficaz e deu origem a veículos como o Supercav americano ou o Sqwal russo.


Torpedo a foguete russo Sqwal (250 nós)
Os britânicos possuem hoje uma arma semelhante, o Spearfish. Nesses torpedos, um gás quente é expelido pela proa do aparelho e vaporiza a água do mar próxima. O torpedo então se move em uma envoltória de vapor d'água; a redução da fricção resultante permite velocidades de 200 a 250 nós. O controle de trajetória é obtido pelo polo que sai da proa após o lançamento. A direção é assegurada modulando os fluxos das bocais ao redor da proa principal de propulsão, alimentados pelo gerador de gás localizado na frente. Hoje, essas máquinas são obsoletas, mesmo que países como a França ainda não as tenham. Os torpedos MHD americanos e russos também possuem um motor-foguete a propelente sólido. O divergente atua como um conversor MHD, produzindo uma grande quantidade de energia elétrica. Essa energia alimenta um acelerador de parede cuja descrição principal é adicionada aqui para reduzir o peso. Esse sistema aspira fortemente a água; assim o conceito de arrasto viscoso não é mais apropriado, pois a traseira não é apenas eliminada, mas até invertida; o que abre caminho para velocidades muito altas. Essas velocidades, estimadas hoje em torno de 1.600 a 1.900 nós, permitem que os torpedos atinjam seus alvos em alguns segundos. É fácil compreender a vantagem estratégica principal oferecida a qualquer nação que possua esses torpedos, pois poderia destruir em alguns segundos os submarinos nucleares estratégicos inimigos, as armas mais perigosas de todas. Eles geralmente são posicionados o mais perto possível de seus alvos potenciais para reduzir o alcance do voo balístico, portanto as chances de interceptação. Na realidade, a destruição desses submarinos carregados de mísseis provavelmente seria o primeiro ato de guerra de qualquer nação dotada de tecnologia avançada. Os chineses ainda não possuem esse tipo de equipamento. Em 1996, os russos tentaram demonstrar sua máquina apelidada de "O Gordo", de um metro de calibre, pois esperavam vendê-la. Um tal transferência tecnológica, a longo prazo, constituiria uma grande ameaça à segurança mundial, e informados das transações, os americanos embarcaram e afundaram o Koursk, que deveria, na presença de um general chinês, fazer a demonstração. Temendo que isso fosse descoberto, os russos fecharam todas as escotilhas do submarino (por ordem a distância por sinal sonar emitido a partir do cruzador Pedro, comandante da manobra), deixando toda a tripulação perecer e recuperando mais tarde o naufragado.
O torpedo MHD e sua propulsão por acelerador de parede constituem, assim, uma das primeiras aplicações da MHD militar derivada da análise aprofundada dos destroços de Roswell.

Máquinas hipersônicas americanas. Aurora e o bombardeiro hipersônico antipodal.
As máquinas de transporte aéreo permaneceram a conceber. A partir de Mach 3, a compressão do ar atrás do choque gera calor significativo. Passando ao estator, é possível atingir níveis de Mach mais altos. Pode-se então considerar, em torno de Mach 6, um motor scramjet funcionando (combustão hipersônica), onde o combustível e o oxidante (hidrogênio e oxigênio líquido) circulam na aresta dianteira para o resfriamento. Mas a análise do veículo de Roswell permitiu encontrar uma solução muito melhor, que levou à máquina Aurora, que realizou seu primeiro voo em 1990 em Groom Lake. Esse engenho muito inteligente pode decolar por seus próprios meios, acelerar, ganhar altitude, atingir 6.000 nós a 180.000 pés, e depois ser satelizado com foguetes convencionais. Dois modos operacionais diferentes são então necessários. Inicialmente, Aurora - cuja versão russa, Ajax, concebida por Fraistadt, nunca foi construída devido à falta de financiamento - se parece com um caça convencional. Quatro motores turbojato sem pós-combustão são suspensos sob uma asa fortemente curvada, com uma parte superior perfeitamente plana e uma cauda de pato fortemente elevada.

Aurora em voo subsônico e a Mach moderado
Aurora atinge então Mach 3 e o fluxo de ar no motor muda. As entradas de ar inferiores se fecham. O avião voa então em ar de baixa pressão, mais facilmente ionizável. Uma entrada de ar abre-se na parte superior, diante da qual um conjunto de eletrodos paralelos forma um gerador MHD de parede. Como essa seção funciona como um gerador, o ar é reduzido e recomprimido (pelas forças de Lorentz). Um desaceleração contínua ocorre, sem onda de choque e com aquecimento moderado, até que o gás possa ser direcionado para a entrada de ar de um turbojato convencional, mesmo que o avião voe a 6
Assim, a máquina que o B2 esconde é capaz de decolar dos Estados Unidos, atingir qualquer ponto do planeta e voltar para lá em uma noite e quatro horas, mesmo que o alvo esteja nos antípodas, a 10.800 milhas náuticas. Missões de bombardeio foram executadas na Europa e no Afeganistão, este último sendo mencionado como envolvendo voos subsônicos de 40 horas, exigindo seis reabastecimentos em voo, a maioria dos quais ocorreu acima da Rússia, que os aviões tiveram que atravessar. Considerando a vulnerabilidade de um avião durante um reabastecimento em voo, que poderia ser suficientemente crédulo para acreditar em tal versão? Observamos também que os B2 apresentados não possuem nenhuma cabine que permita à tripulação descansar. Um piloto pode ficar sentado por quarenta horas em um assento ejetável? Veja no meu site http://www.jp-petit.com um arquivo dedicado ao B2.
Em muitos campos, os Estados Unidos tentam esconder seus avanços tecnológicos militares. Eles possuem um drone hipersônico cuja entrada de ar é controlada por um processo semelhante. Nas fotos que eles mostram, as entradas de ar projetadas para reduzir a assinatura radar não poderiam funcionar se o avião se movesse a velocidades supersônicas.
O X-47A
Os documentos americanos geralmente são silenciosos sobre as velocidades desses aviões, mas mesmo que fossem furtivos, é difícil imaginar que os americanos tenham construído drones de combate subsônicos!
Esses poucos elementos (mas existem muitos outros, especialmente sobre armas de micro-ondas, sistemas de controle de multidões, etc.) devem chamar a atenção do leitor para o fato de que os Estados Unidos poderiam realmente ter adquirido uma vantagem considerável em armamento, graças a informações extraídas das observações de OVNI e ao reverse engineering de destroços recuperados.
Estou de acordo com o Dr. Greer. Acredito que assim que os Estados Unidos tiveram armas de energia direcionada, eles deliberadamente derrubaram OVNI para analisá-los.
Por que os Estados Unidos são suspeitos de possuir bombas de antimátteria.
Os geradores de compressão de fluxo, como os testados por Sakharov no início dos anos 50, são agora conhecidos pelo público em geral. São esses geradores que equipavam as bombas-E e os mísseis de cruzeiro usados durante a Guerra do Golfo. Os especialistas sabem que esses geradores (ver anexo &&&) também podem ser usados para comprimir objetos a pressões muito altas (25 megabares em 1952) e acelerá-los a velocidades muito altas (50 km/s em 1952). Para o final dos anos 60, os americanos consideraram usar pequenas bombas atômicas (1 kt de TNT) como explosivo para acionar esses sistemas. As pressões atingidas eram tão consideráveis que, nesse tipo de "laboratório", conseguiram reproduzir condições semelhantes às do Big Bang, a matéria se transformando então em antimátteria. A produção energética se provou cem vezes superior ao que era esperado. Esse fato foi mantido em segredo. Os russos e os chineses tentaram depois reproduzir essas experiências, mas falharam devido à falta de supercondutores de qualidade adequada.
Os americanos conseguiram separar a antimátteria produzida da matéria e a confinar em "baldes magnéticos". Eles a usaram finalmente para propulsão, especialmente em um drone em forma de disco, operacional desde 2000, capaz de voar a Mach 10 no ar denso, e que tentam manter em segredo. Esse objeto funciona segundo os princípios descritos no anexo &&&. A menos do voo estacionário sem fluxo aerodinâmico (relacionado à "anti-gravidade") e as curvas em ângulo agudo, parece que os americanos quase conseguiram reproduzir, graças à HDm, o comportamento dos OVNI cruzando entre as atmosferas. Eles estão agora tentando desenvolver mais essa tecnologia, que lhes daria acesso às viagens interestelares. Não sabemos se fizeram progressos significativos nessa direção, embora alguns acreditem que sim. Se for o caso, isso comprometeria o futuro da humanidade, pois os extraterrestres provavelmente não tolerariam que bárbaros como nós pudessem incomodar civilizações vizinhas.
Enquanto isso, os americanos usam pequenas quantidades de antimátteria para acelerar vapor de silício até 500 km/s em aceleradores HDm usados para propulsão espacial. Graças a tais propulsores, conseguiram acelerar sondas espaciais até 100 km/s e realizar um mapeamento quase completo do Sistema Solar nos últimos cinco anos. Eles também testaram bombas de antimátteria, nas quais cargas muito potentes foram sintetizadas no local, no momento do impacto. Os primeiros testes dessas bombas totalmente exageradas, muito potentes para serem testadas na Terra, foram realizados enviando-as ao Sol. Para isso, bombas HDm com alta impulsão específica foram lançadas em trajetórias formando um amplo ângulo com o plano da eclíptica para que entrassem em colisão com uma família conhecida de cometas. Os testes continuaram com tiros em Júpiter. Nesse caso, os módulos de bomba foram direcionados de forma a serem confundidos com detritos cometários. Inicialmente carregados pelo navio militar Atlantis, os módulos foram transportados para o local por um navio propulsado por HDm, que depois se autodestruiu. Os módulos criaram uma magnetosfera simulada de liberação cometária. Eles penetraram na atmosfera alta de Júpiter a 100 km/s graças ao seu sistema de escudo HDm. A síntese termonuclear comprimida de antimátteria, seguida de uma explosão instantânea, fez com que os impactos fossem percebidos como fragmentos de cometa.
Lançamentos posteriores visaram os satélites de Júpiter, como Io e Europa. Em cada caso, a sonda Galileo, colocada em órbita precisamente para monitorar esses testes, não transmitiu as imagens à Terra, pelo menos de acordo com a versão oficial. Ela sofreu várias falhas que privaram os terrestres de imagens próximas dos satélites de Júpiter.
Uma pergunta em aberto.
O objetivo desses tiros permanece misterioso: são armas anti-cometa? Alguns astrônomos acreditam que, no momento da formação do Sistema Solar, um planeta terrestre foi ejetado por efeito de maré em uma órbita muito excêntrica e de longa duração (2000 a 3000 anos), em um amplo ângulo em relação ao plano da eclíptica. Esse planeta teria sido reduzido a um grande número de fragmentos ao atravessar a esfera de Roche do objeto a partir do qual foi ejetado. O retorno periódico desse nuvem de fragmentos, de tamanho cometário ou asteroide e, portanto, indetectável a qualquer distância além de Júpiter, poderia causar certos problemas. Os extraterrestres teriam fornecido aos americanos os meios para acelerar seus conhecimentos científicos e técnicos para que pudessem dominar a destruição desses objetos entre 2020 e 2030? O naufrágio de Roswell teria sido uma farsa, deliberadamente abandonada para desencadear essa aceleração? Toda hipótese é possível. É preciso lembrar que, se esse risco existisse, seria necessário lançar um projétil em uma trajetória de colisão com um objeto se movendo a 40 km/s; uma propulsão convencional seria inútil, pois o tiro depois teria que se arranjar para viajar em escolta com o alvo. Em seguida, seria necessário perfurar um caminho com um jato de antimátteria de vários quilômetros para explodir, no centro do objeto, uma carga de vários milhares de megatons, para transformá-lo em detritos cada um com diâmetro inferior a um metro, que se consumiriam na atmosfera. Os tiros feitos em Júpiter, Io e Europa fazem parte de um plano como esse?
De fato, não sabemos nada sobre nosso Sistema Solar nem sobre o futuro da Terra. Na França, nosso grupo recebeu mais de uma ligação telefônica alertando sobre a aproximação de cometas, os mensagens contendo sempre datas precisas de periélio, bem antes que os objetos pudessem ser detectados pelos telescópios terrestres.
Sobre a anti-gravidade.
Nossas pesquisas em cosmologia teórica, publicadas por nós, e inspiradas em informações recebidas por meio de contatos com extraterrestres, nos levaram a construir um modelo cosmológico baseado em dois universos, desenvolvendo ideias emitidas por Andrei Sakharov em 1976: a cosmologia de universos gêmeos. Acreditamos que esse último também teve contato com extraterrestres. Basta ler os termos estranhos de seu discurso, lido por sua amiga Helena Bonaire na Suécia durante a entrega do Prêmio Nobel. Esse modelo se baseia em um universo duplo ou gêmeo. Os pesquisadores australianos Foot e Volkas seguem hoje uma via semelhante, falando de "universos espelhos" (artigos publicados na Physical Review). Demonstramos que a "massa aparente" do "universo gêmeo" era negativa, ou seja, a matéria gêmea repeliria a nossa, enquanto duas partículas de matéria gêmea se atraíram mutuamente, de acordo com a lei de Newton. Essa repulsão explica a reaceleração da expansão do nosso universo, enquanto a do universo gêmeo é reduzida.
Quando naves interestelares percorrem distâncias imensas, elas usam o universo gêmeo como uma espécie de "metrô rápido". Nesse universo, extremamente rarefeito nas regiões adjacentes ao nosso, as distâncias são encurtadas e a velocidade da luz é elevada. Isso torna os viajens espaciais possíveis, desde que o seguinte princípio seja seguido: "é proibido ultrapassar a velocidade da luz do universo em que se está". Uma equipe de pesquisa americana trabalha em uma ideia visando modificar localmente o valor da velocidade da luz: o conceito de "conduta de distorção" (warp drive). Nossa abordagem é diferente e muito mais avançada. Graças à ajuda dos extraterrestres, levou-nos anos para começar a entender como isso funciona, e levaria várias páginas para descrevê-lo. Em princípio, a massa do veículo deve ser transferida para o universo gêmeo. Quando essa operação ocorre perto da Terra, ela se torna invisível para a nave, mas age sobre ela como uma massa negativa, repulsiva. Se as estações localizadas em nosso universo e na região adjacente do universo gêmeo forem alternadas rapidamente, isso não é detectado por um observador externo; no entanto, durante uma fase, a nave cai sob a atração terrestre, enquanto, durante a outra, ela sobe sob a repulsão terrestre. Globalmente, isso equivale a uma anulação aparente do peso da nave, independentemente de sua massa. É assim que interpretamos o que as pessoas chamam de anti-gravidade. Não sabemos se os extraterrestres transmitiram aos terrestres os indícios dessas técnicas.
Conclusão.
Vamos nos manter nos elementos já conhecidos; nos sentimos fortemente envolvidos com o texto do Dr. Greer. Parece claro que um grupo de humanos detém elementos de ciência e tecnologia muito avançados em relação ao resto do mundo. Como eles adquiriram esse conhecimento, e por quê? Trata-se simplesmente de uma consequência do esmagamento de um navio extraterrestre em Roswell? Há algo mais complexo por trás disso? Houve contatos entre os extraterrestres e esse grupo humano? Qual é o plano de cada um? A dominação hegemônica desse grupo humano sobre toda a Terra é uma consequência de uma tentativa de ajudar a humanidade a sobreviver ao próximo passo de um nuvem de fragmentos planetários? Gostaríamos de saber. Ao finalmente perceber que não estão sozinhos, os homens adquiririam alguma sabedoria e, graças à tecnologia que o permite, transformariam seu planeta em um Éden?
De qualquer forma, acreditamos que é hora de aqueles que detêm os segredos revelarem a verdade, e é exatamente nesse sentido que se inscreve nossa participação no projeto Disclosure.
Dezembro 2002
Prof. Jean-Pierre Petit,
Diretor de Pesquisa no CNRS,
Astrofísico, especialista em HDm e cosmologia teórica.
(Traduzido por André Dufour)
Bibliografia :
(1) J.P.Petit : « O voo supersônico é possível? » Oitava Conferência Internacional sobre a produção de energia elétrica por HDm. Moscou, 1983.
(2) J.P.Petit & B.Lebrun : « Anulação das ondas de choque em um gás pela ação da força de Lorentz ». Nonna Conferência Internacional sobre a produção de energia elétrica por HDm. Tsukuba, Japão, 1986.
(3) B.Lebrun & J.P.Petit : « Anulação das ondas de choque pela ação HDm nos fluxos supersônicos. Análise quase unidimensional estacionária e bloqueio térmico ». European Journal of Mechanics; B/Fluids, 8, n°2, pp.163-178, 1989.
(4) B.Lebrun & J.P.Petit : « Anulação das ondas de choque pela ação HDm nos fluxos supersônicos. Análise estacionária bidimensional não isentrópica. Critério anti-choque e simulações em um tubo de choque para fluxos isentrópicos ». European Journal of Mechanics, B/Fluids, 8, pp.307-326, 1989.
(5) B.Lebrun : « Abordagem teórica da supressão das ondas de choque formadas em torno de um obstáculo afilado colocado em um fluxo de argônio ionizado ». Tese n° 233. Universidade de Poitiers, França, 1990.
(6) B.Lebrun & J.P.Petit : « Análise teórica da anulação das ondas de choque pela força de Lorentz ». Colóquio internacional HDm, Pequim, 1990.
Anexo 1: HDm Anexo
2 (outras armas) Anexo
3 (torpedo HDm)
Versão original (inglês)
Ufologia tecnologia antimatéria MHD
Carta aberta de um grupo de cientistas franceses ao Iniciador do Projeto de Revelação. Introdução. Nós somos um grupo de cientistas franceses. Leemos o texto do Dr. Greer no site de Revelação e ficamos impressionados com suas observações. Estamos convencidos, como ele, que certos países, e principalmente os Estados Unidos, conseguiram obter, a partir dos arquivos de OVNIs, da recuperação de OVNIs acidentados e de possíveis contatos com alienígenas, informações que levaram a novos conhecimentos científicos. Discutiremos a seguir a avaliação dos desenvolvimentos alcançados com base nesses dados. A pergunta é: "até onde eles chegaram?". Temos informações precisas sobre os programas secretos americanos ligados a aviões hipersônicos, seja a aeronave espia Aurora, que pode ser colocada em órbita, ou um bombardeiro hipersônico de longo alcance, do qual o B2 é apenas uma desculpa. Os dados técnicos que possuímos permitem, nesse caso específico, sustentar nossas afirmações. Essas tecnologias foram diretamente derivadas da análise do destroço recuperado em Roswell, que era um ônibus espacial hipersônico e não um veículo interestelar. Lamentamos o fato de que essa engenharia reversa tenha sido aplicada apenas para fins militares, pois essas técnicas poderiam ter um uso muito melhor, um como um lançador espacial completamente reutilizável - muito mais eficiente e barato que os foguetes convencionais - o outro como um avião comercial hipersônico.
Síntese possível de antimatéria.
Além disso, é altamente provável que os americanos tenham dominado uma técnica de produção em massa de antimatéria, isso - e não a "energia do vazio" - sendo a futura energia mágica e inesgotável que surge do nada; a menos que se considere a transformação da matéria em antimatéria por compressão termonuclear como um meio de "extração de energia do vazio". Direi que uma vez que a antimatéria tenha sido produzida dessa forma, ela pode ser usada para produzir mais. Nenhuma explosão nuclear é necessária a cada início. No entanto, essa tecnologia está nas mãos da humanidade de forma incrivelmente mais destrutiva que as armas termonucleares mais poderosas disponíveis atualmente. Ela também gera um potencial risco direto de guerra, pelo fato de que pequenas quantidades de antimatéria podem ser armazenadas em cristais sob confinamento eletrostático muito estável; isso permite a produção de pequenas bombas - "bolas de bucky" -, do tamanho de um ovo, incluindo o escudo térmico, com poder de 40 toneladas de TNT. Graças à sua potência relativamente limitada e ao fato de que não há resíduos produzidos, essas bombas poderiam ser facilmente utilizadas. Em vez de lançar bombas de alta potência em alvos isolados, o que lançaria grandes quantidades de matéria pulverizada na alta atmosfera e geraria efeitos de inverno nuclear, seria possível espalhar um grande número dessas bombas de antimatéria miniatura e causar danos iguais, enquanto evitando que o pó subisse a altas altitudes e gerasse um inverno nuclear. Acreditamos que os Estados Unidos já possuem um número considerável dessas armas com as quais seriam capazes de reduzir países inteiros a cinzas, e tememos que esses dispositivos sejam brevemente utilizados em escalas mais restritas. Isso nos afasta muito da aplicação positiva que a humanidade poderia obter com essa tecnologia e, assim, produzir, como o Dr. Greer certamente diz, "desertos florescentes".
O problema da matéria-prima e resíduos.
Acreditamos que os veículos extraterrestres que nos visitam utilizem antimatéria, armazenada a bordo ou sintetizada, como fonte primária de energia. Essa energia básica poderia ser utilizada para uma ampla gama de aplicações. Uma das mais úteis é dominar a transmutação de materiais e, assim, sintetizar qualquer tipo de átomo a vontade. Combinada com uma tecnologia nanométrica muito avançada, isso permitiria a síntese de sistemas complexos sem intervenção humana, ou seja, sem "trabalho". Inversamente, qualquer sistema composto por átomos poderia ser convertido em resíduos neutros, como hélio, o resíduo típico ideal. Se sobrevivermos ao próximo século, esta é a imagem do nosso futuro tecnológico. Se esse conjunto de técnicas for completado com uma abordagem mais abrangente da biologia do que a praticada na Terra hoje, o ser humano teria as chaves de uma Era Dourada ao alcance das mãos.
Estado atual da tecnologia na Terra.
Não sabemos até que ponto essas tecnologias foram desenvolvidas na Terra. Até agora, podemos apenas suspeitar fortemente que a síntese de antimatéria por compressão termonuclear foi obtida nos Estados Unidos no final da década de 1960; voltaremos a isso. Outro problema levantado pelo Dr. Greer é a redução do peso das máquinas, supressão ou até inversão (anti-gravidade). Consideramos isso viável. É a técnica usada pelos OVNIs quando eles se mantêm em suspensão sem deslocamento de ar. Na nossa opinião, isso só pode ser compreendido por meio de uma mudança importante no paradigma, uma forma diferente de compreender o espaço e a matéria. Mas isso ainda é especulativo e sugerimos voltar a ele mais adiante. O controle da anti-gravidade poderia obviamente ser aplicado ao transporte civil, mas muito além disso, acreditamos que abriria o caminho para a viagem espacial. Aqui também, deixaremos o assunto para o final deste artigo.
Nossos comentários sobre os Sistemas de Acesso à Energia Espacial.
No entanto, embora o sentimento que inspira esse projeto seja louvável, temos dúvidas sobre suas chances de sucesso. Acreditamos que suas aplicações (produção de energia ilimitada, anti-gravidade), embora fisicamente concebíveis, exigiriam tecnologias avançadas muito caras. Em comparação, poderíamos imaginar a Fundação oferecendo a homens da Antiguidade um saco cheio de ouro a quem conseguisse voar com um avião com três passageiros por mais de seis milhas. Somos céticos quanto à compatibilidade dessas técnicas com tecnologias suaves acessíveis a amadores e laboratórios de tamanho moderado. Esses desenvolvimentos, segundo nossa opinião, só poderiam ser imaginados por grandes laboratórios com fundos consideráveis, para os quais um prêmio de um milhão de dólares pareceria uma quantia despretensiosa em comparação com o custo dessas pesquisas. Consequentemente, laboratórios desse porte inevitavelmente estariam envolvidos nos lobbies militar-industriais. No máximo, os apoiadores desse projeto seriam recompensados com ideias teóricas interessantes, mas sem resultados práticos exploráveis. Essa é nossa opinião, mas é claro que poderíamos estar errados.
Nossa resposta ao Manifesto de Revelação.
Enquanto não estamos em condições de apresentar ao Dr. Greer planos para uma máquina que produza energia ilimitada ou que suprima a força da gravidade, por outro lado, somos capazes de apresentar fortes argumentos em apoio à sua campanha contra a desvio de tecnologias pelos complexos militar-industriais que escapam ao poder político americano e dedicam-se a servir a poucos que buscam dominação mundial por força. Os elementos que somos capazes de produzir estão relacionados à propulsão de alta velocidade subaquática e à construção de aviões hipersônicos de longo alcance, ambas as técnicas baseadas no que é chamado de magneto-hidrodinâmica, ou MHD.
Comentários gerais sobre MHD.
O MHD foi objeto de pesquisas contínuas na década de 1960, com o setor civil obviamente acessível ao público. O objetivo na época era produzir eletricidade por meio de conversão MHD direta, usando como energia primária combustíveis fósseis - chamados de "ciclos abertos" -, ou energia produzida por reatores de alta temperatura (HTR). Em ambos os casos, as equipes de pesquisa se depararam com o fato de que gases a temperaturas "tecnológicas", mesmo quando semeados com substâncias de baixo potencial de ionização, como o césio, não eram suficientemente condutores. Abaixo de 3000 K, sua condutividade elétrica era muito baixa. Os russos levaram essa técnica de produção de eletricidade MHD o mais longe possível com seu gerador U-25, que queima uma mistura de hidrocarbonetos e oxigênio puro. Mas essa pesquisa orientada para o setor civil foi finalmente abandonada. Outra tentativa foi realizada utilizando gases de duas temperaturas (em que o gás eletrônico tem uma temperatura mais alta que o gás atômico). Isso não era possível em um ambiente molecular que continha muita dióxido de carbono (como resultado da combustão). De fato, essa molécula é facilmente excitada pelos choques com elétrons. O resultado foi uma grande perda de energia por radiação (desexcitação radiativa). Esse sistema de duas temperaturas foi, assim, limitado a ciclos fechados onde o fluido de conversão era um gás raro: hélio, semeado com césio, usado para resfriar o núcleo de um reator trabalhando a alta temperatura (1500 K). Devemos salientar que esses reatores nunca foram construídos nem testados. Os cientistas atômicos só pensaram que poderiam ser construídos e, graças a Deus, nunca foram.
Essa pesquisa se deparou com algo que completamente anulou o desempenho dos geradores, tornando o plasma muito não homogêneo: era uma instabilidade descoberta em 1964 pelo russo Velikhov. Essas preliminares podem parecer estranhas, mas explicam por que a pesquisa civil MHD foi abandonada em muitos países, exceto nos Estados Unidos e Rússia, onde o MHD militar era desenvolvido em segredo. Na Rússia, o pai do MHD militar foi Andrei Sakharov. Seu aluno foi ninguém menos que Velikhov, inovador do estilo soviético da guerra das estrelas, e consultor-chefe de Poutine para armas de ponta.
Descrição dos torpedos MHD de alta velocidade dos EUA e da Rússia.
Há muito tempo, os EUA e a URSS possuíam evidências indubitáveis de que os OVNIs eram de origem extraterrestre. Os EUA recuperaram pelo menos um veículo hipersônico acidentado em Roswell e é altamente provável que os russos também tenham coletado uma quantidade igual. Foi só na década de 1970 que os americanos entenderam que um dos elementos-chave do ônibus de Roswell era o MHD. Eles também compreenderam que o MHD militar era de importância estratégica primária e lançaram uma intensa campanha de desinformação, dentro e fora do país, para desviar os pesquisadores de um assunto que declararam ser um beco sem saída. Tenho essa informação pelo fato de que, desde 1965, estou envolvido de perto em projetos civis franceses de MHD. Construí um gerador linear de Faraday, baseado em um tubo de choque de combustão, produzindo uma potência de vários megawatts durante 200 microsegundos; com um campo magnético de dois teslas. Após superar a instabilidade de Velikhov, conseguimos obter as primeiras condições estáveis de duas temperaturas, e isso foi apresentado no colóquio internacional de Varsóvia de 1967. Mas apesar desse sucesso, no início dos anos 70, em nosso próprio país e em outros, essa pesquisa foi abandonada. Vale a pena mencionar que nossa equipe obteve um ganho de velocidade de jato de 5.500 m/s em uma distância inferior a 4 polegadas, com fluxos de argônio a 10.000 K entrando em um acelerador de Faraday a 2.750 m/s sob uma pressão de 1 bar. Mas na época ninguém na França percebia as implicações militares do que se tornaria, em outros lugares, um propulsão MHD com impulso específico elevado.
Se eu me lembrar corretamente, viajei para os Estados Unidos em 1984, para participar de uma reunião internacional de MHD em Boston. Os russos apresentaram seu gerador Pavlovsky, uma das várias versões dos geradores de compressão de fluxo testados na década de 1950 pela equipe de Sakharov, que mais tarde se tornaria o sistema de alimentação típico para suas armas de energia direcionada (feixes eletrônicos e laser). Além dessa novidade, representantes de vários países, incluindo os americanos, (o colóquio foi organizado por J.F. Louis da AVCO), lamentaram a perda de interesse de seus governos. E ainda assim, estávamos ignorando o fato de que, três anos antes, os americanos haviam operado seus primeiros torpedos MHD a 1.000 nós; descobrimos isso muitos anos depois. Hoje, em países que possuem tecnologia de ponta, os torpedos de hélice foram abandonados há exatamente trinta anos. A propulsão a foguete de pó foi rapidamente encontrada mais eficiente e deu origem a máquinas como o Supercav americano ou o Sqwal russo.

O torpedo de foguete russo Sqwal (250 nós)
Os britânicos possuem hoje uma arma semelhante, o Spearfish. Nesses torpedos, o gás quente é ejetado da frente da máquina e vaporiza a água do mar vizinha. O torpedo então se move em uma camada de vapor d'água; a redução da fricção resultante permite velocidades de 200 a 250 nós. O controle de curso é obtido através do polo proeminente que se estende da frente após o lançamento. A direção é obtida modulando os jatos dos bicos que cercam o bico principal de propulsão e são alimentados pelo gerador de gás situado à frente. Hoje, no entanto, essas máquinas estão bastante ultrapassadas, mesmo que países como a França ainda não as tenham. Os torpedos MHD americanos e russos também têm um motor de foguete de propelente sólido. O divergente funciona como um conversor MHD, produzindo uma grande quantidade de energia elétrica. Essa energia alimenta um acelerador de parede, cuja descrição principal é anexada por razões de leveza. Esse sistema suga fortemente a água; portanto, o conceito de arrasto viscoso já não é apropriado, pois a traseira não só é suprimida, mas até invertida; o que abre o caminho para velocidades muito altas. Essas velocidades, calculadas hoje para atingir cerca de 1.600 a 1.900 nós, permitem que os torpedos alcancem os alvos em poucos segundos. É fácil ver o grande ativo estratégico trazido para qualquer nação que possua esses torpedos, pois permitiria a destruição, em alguns segundos, dos submarinos nucleares estratégicos do inimigo, que são as armas mais perigosas de todas. Eles geralmente são posicionados o mais próximo possível de seus alvos potenciais para reduzir o alcance do voo balístico, aumentando assim as chances de interceptação. Na verdade, a destruição desses submarinos carregados de mísseis provavelmente seria o primeiro ato de guerra de qualquer nação com equipamentos de alta tecnologia. Os chineses ainda não possuem esse equipamento. Em 1996, os russos tentaram demonstrar sua máquina apelidada de "A Gorda", de um calibre de um metro, porque esperavam vendê-los os torpedos. Essa transferência de tecnologia, no longo prazo, significaria uma grande ameaça à segurança mundial e, informados das transações, os americanos abordaram e afundaram o Koursk, que estava prestes, na presença de um general chinês, a fazer a demonstração. Temendo que isso fosse descoberto, os russos fecharam todas as portas do submarino (por ordem remota de sonar emitida pelo cruzador Pedro, comandante das manobras), deixando toda a tripulação morrer e recuperando o destroço mais tarde.
O torpedo MHD e seu sistema de propulsão por acelerador de parede é, assim, uma das primeiras aplicações do MHD militar derivado da análise detalhada do destroço de Roswell.

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Máquinas hipersônicas americanas. Aurora e o bombardeiro hipersônico antípoda.**
Máquinas de viagem aérea permaneceram, a partir daí, para serem projetadas. A partir de Mach 3, a compressão do ar atrás da onda de choque gera um aquecimento importante. Ao mudar para stato, é possível subir nos níveis Mach. Pode-se, em torno de Mach 6, considerar um motor scramjet funcionando (combustão hipersônica), onde combustível e oxidante (hidrogênio e oxigênio líquido) circulam na borda de ataque para resfriá-la. Mas a análise do veículo de Roswell iria dar uma solução muito melhor, que levaria à máquina Aurora, que fez seu primeiro voo em 1990 em Groom Lake. Essa aeronave muito inteligente pode decolar por seus próprios meios, ganhar velocidade e altitude, atingir 6.000 nós a 180.000 pés, e depois se tornar satelizada com foguetes convencionais. Dois modos de operação diferentes e sucessivos são então chamados. No início, a Aurora - cuja versão russa, Ajax, projetada por Fraistadt, nunca foi construída por falta de financiamento - parece um avião convencional. Quatro turborreatores sem pós-combustão são suspensos sob uma asa muito curvada com uma parte superior completamente plana e uma cauda "de pato" levantada.

Aurora em voo subsônico e em Mach moderado
Aurora atinge Mach 3 e a alimentação do motor muda. As entradas de ar de baixo fecham. O avião voa em ar de baixa pressão que se ioniza mais facilmente. Uma entrada de ar abre-se no lado superior, diante da qual um conjunto de eletrodos paralelos forma um gerador de parede MHD. Como esta seção funciona como um gerador, o ar é reduzido e recomprimido (pelas forças de Lorentz). Uma redução contínua ocorre, sem ondas de choque e com aquecimento moderado, até o ponto em que o gás pode ser direcionado para a entrada de ar do turborreator convencional, mesmo que o avião voe a 6.000 nós a cerca de 180.000 pés de altitude. Tensões muito altas são geradas pelo efeito Hall. Nesses conversores de parede, os americanos usam sistemas supercondutores que desenvolvem 12 teslas. A instabilidade de Velikhov é dominada pelo confinamento magnético. A alta tensão é usada para criar um colchão de plasma que protege a borda de ataque. A energia elétrica é então usada para aumentar o impulso específico graças a um acelerador de parede localizado após os bicos de saída (sistema MHD de desvio). Isso é então do tipo "semi-guiado".
Aurora, voo hipersônico
Foi projetado para funcionar com um coeficiente de expansão fixo em uma altitude dada. Em altitudes mais baixas, a expansão do jato é muito forte e então exibe uma sequência de nós e saliências, típica de jatos "subdeprimidos".
jato clássico subdeprimido
Isso explica a fotografia misteriosa tirada perto de Groom Lake, onde a aeronave, vista excepcionalmente em plena luz do dia, ainda não havia atingido sua altitude de adaptação.
fotografia do jato Aurora
A sustentação da Aurora é obtida através da onda de choque gerada na qual a aeronave navega; é um "wave rider". Mas a Aurora não é destinada a funcionar dessa forma por muito tempo porque a formação dessa onda de choque gera uma arrasto que implica um desperdício de energia. Foguetes permitem que a máquina se torne satelizada a uma altitude de 250.000 pés, ou seja, o limite da atmosfera, ou execute saltos balísticos, como uma pedra que pula em um lago. Sob essas condições, ela se torna um tipo de semissatélite pilotável, como o bem conhecido "surfista prateado". O envelope total de plasma também a torna completamente invisível. Uma vez satelizada a uma velocidade de 15.000 nós, ela pode reentrar com um ângulo muito pequeno de incidência sem a necessidade de um escudo térmico degradável; toda a superfície então funciona como um gerador MHD. A alta tensão produz um colchão de plasma protetor à frente; a energia é dissipada principalmente por radiação. Quando o avião retorna à sua base, todo o processo é feito na ordem inversa; e ao se aproximar, é impulsionado como um avião convencional e pode pousar em uma pista normal.
Isso tudo foi mantido em segredo. Os americanos tentam acalmar a consciência de outros países com informações enganosas bastante óbvias. Eles levam os europeus a acreditar que a aventura do voo hipersônico está próxima, enquanto na verdade eles dominaram essas técnicas há doze anos.
A sustentação da Aurora é obtida através da onda de choque gerada na qual a aeronave navega; é um "wave rider". Mas a Aurora não é destinada a funcionar dessa forma por muito tempo porque a formação dessa onda de choque gera uma arrasto que implica um desperdício de energia. Foguetes permitem que a máquina se torne satelizada a uma altitude de 250.000 pés, ou seja, o limite da atmosfera, ou execute saltos balísticos, como uma pedra que pula em um lago. Sob essas condições, ela se torna um tipo de semissatélite pilotável, como o bem conhecido "surfista prateado". O envelope total de plasma também a torna completamente invisível. Uma vez satelizada a uma velocidade de 15.000 nós, ela pode reentrar com um ângulo muito pequeno de incidência sem a necessidade de um escudo térmico degradável; toda a superfície então funciona como um gerador MHD. A alta tensão produz um colchão de plasma protetor à frente; a energia é dissipada principalmente por radiação. Quando o avião retorna à sua base, todo o processo é feito na ordem inversa; e ao se aproximar, é impulsionado como um avião convencional e pode pousar em uma pista normal.
Isso tudo foi mantido em segredo. Os americanos tentam acalmar a consciência de outros países com informações enganosas bastante óbvias. Eles levam os europeus a acreditar que a aventura do voo hipersônico está próxima, enquanto na verdade eles dominaram essas técnicas há doze anos.

Modelo da Aurora X-43A pendurado sob as asas de um B-52, e posicionado diante de um grande foguete de pó

Em voo

**O modelo de teste da "pseudo-Aurora". **
Note que as caudas verticais contradizem a invisibilidade. Mas o nariz cortado corresponde à verdadeira Aurora. É uma desculpa para o progresso tecnológico. A versão civil da Aurora não seria um avião espia satelizável, mas um lançador completamente reutilizável, muito mais barato que os foguetes clássicos que dependem exclusivamente do empuxo de seus motores para superar o arrasto ligado à geração de uma onda de choque.
O que os ocidentais ignoram, e que revelarei em um livro, é que os americanos também têm um bombardeiro hipersônico de longo alcance que pode voar a velocidades e altitudes semelhantes. Vistos de cima, esses bombardeiros parecem um B2. A forma dentada da sua cauda é projetada para dar estabilidade ao pouso. A forma causa vórtices que impedem que a perda de sustentação nas pontas das asas suba para a borda de ataque (logo após a guerra, esse fenômeno causou o acidente do asa voadora projetada por Jack Northrop). Os B2 baseados em Whitman, supostamente custando 2 bilhões de dólares cada, são apenas distrações. O avião real não é subsônico e não tem cockpit nem nenhuma cobertura acima dos quatro motores. Eles estão completamente incluídos na asa, para evitar que as pás das turbinas sejam detectadas pelo radar.
Bombardeiro hipersônico americano.
Conversores de parede estão localizados nas partes dianteiras das asas, à frente dos motores. Esses sistemas permitem que o ar incidente seja recomprimido sem a geração de ondas de choque e canalizado para as entradas dos turborreatores convencionais. A máquina é uma combinação sutil de regiões onde o conversor de parede MHD é usado para reduzir o gás (como um gerador de energia elétrica) e outras onde, ao contrário, o gás é acelerado. Esse sistema permite o controle total do fluxo de gás e a supressão de qualquer onda de choque e, portanto, o arrasto por onda. Se essas ondas de choque permanecessem, o avião não poderia voar por muito tempo, considerando a energia desperdiçada na sua criação. Essa eliminação das ondas de choque foi obtida em 1997 e abriu o caminho para os primeiros voos antípodas. De fato, em mais de um item, esse bombardeiro é mais sofisticado que a Aurora. Por exemplo, a descarga elétrica na borda de ataque tem uma geometria melhor dominada, que dá origem a uma verdadeira "borda de ataque virtual".
Bombardeiro de longo alcance hipersônico
Assim, a máquina, que o B2 disfarça, é capaz de decolar dos EUA, atingir qualquer ponto do globo e voltar e pousar novamente nos EUA em uma noite e quatro horas, mesmo que o alvo esteja no antípoda a 10.800 milhas náuticas. As missões de bombardeio foram estabelecidas na Europa e no Afeganistão, o último mencionado como voos subsônicos de 40 horas, exigindo seis reabastecimentos em voo, a maioria dos quais ocorreu sobre a Rússia, que os aviões precisavam atravessar. Considerando a vulnerabilidade de um avião durante o reabastecimento, quem seria ingênuo o suficiente para acreditar nessa versão? Observe também que os B2 mostrados não têm nenhum tipo de compartimento para que os tripulantes possam descansar. Poderia algum piloto ficar sentado por quarenta horas em um assento de ejeção? Veja no meu site http://www.jp-petit.com um arquivo sobre o B2.
Em numerosos aspectos, os EUA tentam disfarçar seus avanços tecnológicos militares. Eles possuem um drone hipersônico cuja entrada de ar é controlada pelo mesmo processo. Nas fotografias que mostram, as entradas de ar que induzem invisibilidade absolutamente não funcionariam se o avião se movesse a velocidades supersônicas.
O X-47A
Documentos americanos geralmente são mudos sobre as velocidades desses aviões, mas mesmo que fossem invisíveis, dificilmente se pode imaginar os americanos construindo drones de combate subsônicos!
Esses poucos elementos (mas há muitos outros, especialmente sobre armas a micro-ondas, sistemas de controle de multidões, etc.), podem atrair a atenção do leitor para o fato de que os EUA podem realmente ter adquirido uma vantagem considerável em termos de armas, usando informações obtidas a partir da observação de OVNIs e da engenharia reversa dos destroços recuperados.
Concordo com o Dr. Greer. Acredito que assim que os Estados Unidos dispuseram de armas de energia direcionada, eles deliberadamente derrubaram OVNIs para analisá-los.
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Por que os EUA são suspeitos de possuir bombas de antimatéria.**
Os geradores de compressão de fluxo, como aqueles testados por Sakharov na década de 1950, estão agora ganhando conhecimento público. Eles são os geradores que equiparam as bombas E e mísseis de cruzeiro usados durante a Guerra do Golfo. Especialistas sabem que esses geradores (ver anexo &&&) também podem ser usados para comprimir objetos sob altas pressões (25 megabares em 1952) e acelerá-los a altas velocidades (50 km/s em 1952). Para o final da década de 1960, os americanos consideraram trabalhar esses sistemas usando bombas atômicas de baixa potência (1kt de TNT) como explosivo. As pressões atingidas foram tão consideráveis que conseguiram, nesse tipo de "laboratório", reproduzir condições semelhantes ao Big Bang, com a matéria se transformando em antimatéria. A produção de energia revelou-se cem vezes maior do que o esperado. Isso foi mantido em segredo. Os russos e os chineses tentaram recriar esses experimentos posteriormente, mas falharam devido à falta de supercondutores de qualidade adequada.
Os americanos conseguiram separar a antimatéria produzida da matéria e confiná-la em garrafas magnéticas. Eles a utilizaram finalmente para propulsão, como um drone com forma de disco, operacional desde 2000, que pode viajar a Mach 10 no ar denso, e que tentam manter em segredo. Esse objeto funciona de acordo com as descrições no anexo &&&. A menos que se exclua o voo estacionário sem jato de ar, que entra na "anti-gravidade", e as curvas em ângulo agudo, parece que os americanos quase conseguiram reproduzir, graças ao MHD, o comportamento dos OVNIs de cruzeiro interatmosférico. Eles estão agora tentando desenvolver ainda mais essa tecnologia, que lhes daria acesso à viagem entre estrelas. Não sabemos se fizeram algum progresso significativo nessa direção, embora alguns acreditem que sim. Se for o caso, isso colocaria em risco o futuro da humanidade, pois os extraterrestres provavelmente não tolerariam que barbarianos como nós fossem dar problemas a civilizações vizinhas.
Enquanto isso, os americanos usam pequenas quantidades de antimatéria para acelerar o vapor de silício até 500 km/s em aceleradores MHD usados para propulsão espacial. Com esses impulsores, conseguiram acelerar sondas espaciais a velocidades de até 100 km/s e realizar uma pesquisa do Sistema Solar, quase completa desde cinco anos. Eles estão testando bombas de antimatéria nas quais cargas muito poderosas são sintetizadas no local, no momento do impacto. Os primeiros testes dessas bombas totalmente exageradas, muito poderosas para testes na Terra, foram feitos enviando-as ao Sol. Para isso, bombas propulsadas por MHD com alto impulso específico foram lançadas em trajetórias com um amplo ângulo em relação ao plano da Eclíptica para se fundirem com uma família conhecida de cometas. Os testes continuaram com tiros em Júpiter. Novamente, os módulos de bomba foram direcionados de forma a serem confundidos com detritos de cometa. Inicialmente carregados no ônibus espacial militar Atlantis, os módulos foram transportados no local por um veículo de carga propulsado por MHD, que depois se autodestruiu. Os módulos criaram uma magnetosfera que simulou a degasificação de cometas. Eles penetraram a atmosfera alta de Júpiter a 100 km/s graças ao seu sistema de escudo MHD. A síntese de antimatéria comprimida termonuclear, seguida de explosão instantânea, causou os impactos a serem confundidos com fragmentos de cometa.
Lançamentos posteriores foram direcionados aos satélites de Júpiter, como Io e Europa. Em cada ocasião, Galileo, que havia sido lançado em órbita exatamente para monitorar os testes, falhou em transmitir as imagens à Terra, pelo menos segundo a versão oficial. Sofreu uma série de falhas que privaram os terrestres de imagens próximas dos satélites de Júpiter.
Uma pergunta aberta.
O propósito desses tiros permanece misterioso; são eles pretendidos como armas anti-cometa? Alguns astrônomos acreditam que, quando o Sistema Solar foi formado, um planeta terrestre foi ejetado por efeito de maré em uma órbita muito excêntrica, de longo período (2000-3000 anos), em um amplo ângulo em relação à Eclíptica. Esse planeta teria sido reduzido a um grande número de fragmentos enquanto passava dentro da esfera de Roche do objeto do qual foi ejetado. O retorno periódico dessa nuvem de fragmentos, do tamanho de cometas ou asteroides e, portanto, indetectáveis a uma distância maior que a de Júpiter, poderia causar alguns problemas. Os alienígenas teriam entregue aos americanos meios de acelerar seu conhecimento científico e técnico para que pudessem dominar a destruição desses objetos entre 2020 e 2030? O destroço de Roswell teria sido uma farsa, abandonada intencionalmente para acelerar esse processo? Toda hipótese pode ser considerada. É necessário lembrar que, se esse risco existisse, seria necessário lançar em uma trajetória de colisão com um objeto se movendo a 40 km/s; uma propulsão convencional seria inútil porque o tiro teria que virar para seguir o alvo. Em seguida, teria que escavar um caminho com um jato de antimatéria de vários quilômetros para explodir uma carga de vários milhares de megatons no centro do objeto para transformá-lo em detritos com menos de um metro de diâmetro, que queimariam na atmosfera. Os tiros disparados contra Júpiter e Io e Europa fazem parte desse plano?
Na verdade, não sabemos nada sobre nosso Sistema Solar e o futuro da Terra. Aqui na França, nosso grupo recebeu mais de uma ligação telefônica alertando sobre cometas em aproximação, com as mensagens sempre incluindo datas de periélio precisas muito antes que os objetos pudessem ser detectados pelos telescópios terrestres.
Sobre anti-gravidade.
Pesquisa em cosmologia teórica que publicamos, inspirada nas informações recebidas por meio de contatos com alienígenas, nos levou a construir um modelo cosmológico baseado em dois universos, desenvolvendo ideias propostas por Andrei Sakharov em 1976: a cosmologia do universo gêmeo. Acreditamos que este último também teve contato com alienígenas. Basta ler os estranhos termos finais de seu discurso, que foi lido por sua amiga Helena Bonaire na Suécia ao receber o Prêmio Nobel. Este modelo consiste em um universo duplo ou universo-espelho. Pesquisadores australianos Foot e Volkas seguem hoje um caminho semelhante, chamando-o de "universos-espelho" (artigos publicados na Physics Review). Mostramos que a "massa aparente" do "universo gêmeo" era negativa, ou seja, a matéria gêmea repele a nossa enquanto dois partículas de matéria gêmea se atraem, de acordo com a lei de Newton. Esta repulsão explica a reaceleração da expansão do nosso universo, enquanto desacelera a expansão do gêmeo.
Quando navios interestelares percorrem grandes distâncias, eles usam o universo gêmeo como uma espécie de "metrô expresso". Neste universo, que é extremamente rarefeito nas regiões adjacentes ao nosso, as distâncias são encurtadas e a velocidade da luz é alta. Isso torna a viagem espacial possível, sujeita ao princípio: "é ilegal ultrapassar a velocidade da luz do universo em que se está viajando". Um grupo de pesquisa norte-americano está trabalhando em uma ideia baseada em tentar modificar localmente o valor da velocidade da luz; o conceito de "propulsão por distorção". Nossa abordagem é diferente e muito mais avançada. Com a ajuda de alienígenas, levou-nos anos apenas para começar a entender como funciona e exigiria páginas para descrevê-la. Em princípio, a massa do veículo deve ser transferida para o universo gêmeo. Quando esta operação ocorre perto da Terra, esta se torna invisível para a nave, mas atua sobre ela como uma massa negativa, repulsiva. Se as estações no nosso universo e na região adjacente ao universo gêmeo forem alternadas rapidamente, isso não é detectado por um observador, no entanto, em uma fase o veículo cai sob a atração da Terra, enquanto na outra ele sobe sob a repulsão terrestre. Globalmente, isso equivale à anulação aparente do peso do veículo, independentemente de sua massa. Esta é nossa interpretação do que as pessoas chamam de anti-gravitação. Não sabemos se os alienígenas deram dicas aos terrestres sobre essas técnicas.
Conclusão.
Vamos nos manter no que já sabemos; sentimos muito preocupação com o texto do Dr. Greer. Parece claro que um grupo de humanos detém elementos de ciência e técnicas muito avançadas em relação ao resto do mundo. Como adquiriram esse conhecimento e por quê? É apenas uma consequência do acidente de uma nave alienígena em Roswell? Existe algum plano muito mais complexo por trás disso? Houve contatos entre os alienígenas e esse grupo? Qual é a agenda de uns e dos outros? A hegemonia e dominação desse grupo de humanos sobre o restante do planeta é apenas uma consequência de um tentativa de ajudar a Humanidade a sobreviver à passagem de um enxame de fragmentos planetários? Nós queremos saber. Ao final, tornar-se consciente de que não estão sozinhos, os homens adquiririam alguma sabedoria e, usando a tecnologia que torna possível, transformariam seu planeta em um Éden?
De qualquer forma, acreditamos que chegou a hora de trazer aqueles que detêm os segredos para esclarecer e é isso o significado da nossa abordagem ao Projeto de Divulgação.
Dezembro de 2002
Pr. Jean-Pierre Petit,
Diretor de Pesquisa no CNRS,
Astrofísico, especialista em MHD e cosmologia teórica.
(André Dufour, tradutor)
Bibliografia :
(1) J.P.Petit : "Voo supersônico é possível?" Oitava Conferência Internacional sobre Geração de Energia Elétrica por MHD. Moscou 1983.
(2) J.P.Petit & B.Lebrun : "Cancelamento de ondas de choque em um gás pela ação da força de Lorentz". Nonna Conferência Internacional sobre Geração de Energia Elétrica por MHD. Tsukuba, Japão, 1986
(3) B.Lebrun & J.P.Petit : "Aniquilação de ondas de choque por ação MHD em fluxos supersônicos. Análise quase unidimensional estacionária e bloqueio térmico". Revista Europeia de Mecânica; B/Fluidos, 8, n°2, pp.163-178, 1989
(4) B.Lebrun & J.P.Petit : "Aniquilação de ondas de choque por ação MHD em fluxos supersônicos. Análise bidimensional estacionária não-isentrópica. Critério anti-onda de choque, e simulações de tubo de choque para fluxos isentrópicos". Revista Europeia de Mecânica, B/Fluidos, 8, pp.307-326, 1989
(5) B.Lebrun : "Abordagem teórica da supressão das ondas de choque formadas em torno de um obstáculo afilado colocado em um fluxo de argônio ionizado. Tese n° 233. Universidade de Poitiers, França, 1990.
(6) B.Lebrun & J.P.Petit : "Análise teórica da aniquilação de ondas de choque pelo campo de força de Lorentz". Simpósio Internacional de MHD, Pequim 1990.