f4502 Geometrização da matéria e da antimátéria através da ação coadjunta de um grupo sobre seu espaço de momentos. 4: O grupo dos gêmeos. Descrição geométrica da antimátéria de Dirac. Interpretações geométricas da antimátéria após Feynman e o teorema chamado CPT. (p2) ** **
**Fig.3 **(45f3) **: O campo de jogo : um espaço com dois dobras ( **F *e F) associado a um espaço de momentos com dois setores ( E > 0 e E < 0 ).
. **Fig.4 **(45f4) : Movimentos da matéria ordinária. Ação dos elementos ortocrônicos do grupo, com l = 1. Cargas inalteradas.
. **Fig. 5 **(45f5) **: Ação coadjunta de um elemento do grupo **( **l = -1 ; m = 1 ) sobre o momento associado ao movimento da matéria normal : o novo movimento corresponde à antimátéria de Dirac.
Na figura 5, a linha M1 representa o movimento da matéria ortocrônica normal. Representamos linhas retas porque nosso grupo não leva em conta os campos de força, como os campos gravitacionais ou eletromagnéticos. Ele descreve apenas o comportamento de partículas isoladas, pontos massivos carregados.
Escolhemos um elemento na área cinza,
correspondente a uma matriz ( l = -1 ; m = 1 ). O valor ( l = -1 ) muda os sinais de todos os z i. Eles tornam-se negativos. O novo caminho está no segundo setor, correspondente à antimátéria. Como l m = -1, as cargas são invertidas. Mas como o tempo não é invertido, a energia e a massa da partícula permanecem positivas. Esta é uma descrição geométrica da antimátéria (ortocrônica) segundo Dirac.
Devem ser explorados outros dois setores. No terceiro, examinamos o efeito do elemento ( l = -1 ; m = -1 ) sobre o momento e o movimento.
( l = -1 ) inverte os {z i}. De acordo com nossa definição geométrica, este novo movimento corresponde à antimátéria, pois ocorre no segundo setor do espaço { z 1 , z 2 , z 3 , z 4 , z 5 , z 6, x, y , z , t }.
( m = -1 ) implica uma simetria PT, que inverte os sinais de ( x, y , z , t ).
Mas ( l m = +1 ) mantém as cargas inalteradas. Trata-se de uma "antimátéria simétrica PT", o que constitui uma descrição geométrica da antimátéria segundo Feynman.
O movimento ocorre no segundo setor do espaço, no dobra F*.
. **Fig.6 **(45f6) **: Os elementos **( **l= -1 ; m = -1 ) transformam o movimento da matéria normal **em movimento de antimátéria **(simetria z) de um objeto simétrico PT, evoluindo para trás no tempo. Descrição geométrica da visão de Feynman sobre a antimátéria. Não corresponde totalmente à de Dirac: massa negativa e energia negativa.
Os últimos elementos correspondem ao setor ( l= 1 ; m = -1 )
( l = 1 ) --- > o movimento permanece no setor da matéria: nenhuma simetria z.
( m = -1 ) implica uma simetria PT. A partícula evolui para trás no tempo.
( l = -1 ) : simetria C. As cargas são invertidas.
Trata-se de matéria simétrica CPT, o que corresponde à interpretação geométrica do chamado "teorema CPT", que afirma que o simétrico CPT de uma partícula deveria ser idêntico a esta partícula. Isso não é verdadeiro. Este movimento corresponde a um movimento antícrono. A partícula evolui para trás no tempo, de forma que (ação coadjunta) sua massa e sua energia tornam-se negativas .
