Sura, o HAARP russo
A instalação HAARP russa
23 de maio de 2008
Muito semelhante à instalação americana. Além disso, é anterior a ela em mais de 10 anos:
Vista geral do campo de antenas de Sura.
A instalação de "aquecimento ionosférico" Sura está localizada perto da pequena cidade de Vasilsursk, próximo ao Volga e a 100 km de Nizhny Novgorod. É capaz de irradiar 190 megawatts na faixa de 4,5 a 9,3 MHz, o que representa a potência de uma pequena usina nuclear (...). Essa instalação teria sido inaugurada em 1981 (HAARP, nos EUA: 1993). O que me diverte é que o artigo da Wikipedia em inglês [http://en.wikipedia.org/wiki/Sura_Ionospheric_Heating_Facility] afirma que os pesquisadores de Sura descobriram que era possível modular a ionosfera em baixa frequência, como se fosse uma grande descoberta. Já expliquei isso há muito tempo nesta página. Exatamente esse é um dos objetivos desses tipos de instalação: poder usar a ionosfera como uma antena gigantesca para emitir em frequência muito baixa, a fim de se comunicar com submarinos (apenas as frequências muito baixas penetram profundamente no oceano).

http://www.haarp.alaska.edu/haarp/factSheet.html
Aqui está o que encontrei rapidamente ao navegar por esse link:
Portanto, quanto às frequências, sim, estão em MHz (aproximadamente de 3 a 10 MHz).
O sistema opera então na faixa conhecida como "ondas curtas".
Quanto à potência, indica-se um total de 3600 kW (somando todos os transmissores).
Aparentemente, trata-se da potência de saída dos transmissores, antes de atingirem as antenas.
Os 190 megawatts do SURA são a potência de saída das antenas, portanto considerando os fatores de ganho dessas antenas.
Pois, em potência de saída dos 3 transmissores do SURA, indica-se 3 vezes 250 kW.
De qualquer forma, é uma potência enorme, e os pássaros que sobrevoam a área devem se bronzearem gratuitamente... ;-)
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Portanto, quanto às frequências, sim, estão em MHz (aproximadamente de 3 a 10 MHz).
O sistema opera então na faixa conhecida como "ondas curtas".
Quanto à potência, indica-se um total de 3600 kW (somando todos os transmissores).
Aparentemente, trata-se da potência de saída dos transmissores, antes de atingirem as antenas.
Os 190 megawatts do SURA são a potência de saída das antenas, portanto considerando os fatores de ganho dessas antenas.
Pois, em potência de saída dos 3 transmissores do SURA, indica-se 3 vezes 250 kW.
De qualquer forma, é uma potência enorme, e os pássaros que sobrevoam a área devem se bronzearem gratuitamente... ;-)
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Portanto, quanto às frequências, sim, estão em MHz (aproximadamente de 3 a 10 MHz).
O sistema opera então na faixa conhecida como "ondas curtas".
Quanto à potência, indica-se um total de 3600 kW (somando todos os transmissores).
Aparentemente, trata-se da potência de saída dos transmissores, antes de atingirem as antenas.
Os 190 megawatts do SURA são a potência de saída das antenas, portanto considerando os fatores de ganho dessas antenas.
Pois, em potência de saída dos 3 transmissores do SURA, indica-se 3 vezes 250 kW.
De qualquer forma, é uma potência enorme, e os pássaros que sobrevoam a área devem se bronzearem gratuitamente... ;-)
Outra vista das antenas. As instalações russas sempre parecem de outra época, mas não se deve se enganar sobre a aparente rusticidade dessas instalações.
Tradução por Alain Lecoq-Stepanov: O domínio da física do espaço cósmico, da atmosfera, da crosta terrestre e da difusão de ondas de rádio baseia-se no uso do conjunto radiofônico versátil SURA (SURA), instalação experimental única na Federação Russa.
O projeto CKP SURA é dirigido pelo Instituto de Pesquisa Radiofísica (NIREFI), com ampla cooperação dos cientistas das universidades e dos institutos da Academia de Ciências da Rússia. Os estudos científicos realizados na base do CKP SURA serão conduzidos em colaboração com cientistas de Nijni-Novgorod, Moscou, Kazan e Ioushar-Oli.
Em:
http://english.pravda.ru/science/19/94/379/16227_hurricanes.html
Título: Estados Unidos e Rússia suspeitos de desenvolver armas meteorológicas.
Um trecho
Esforços combinados da Marinha e da Força Aérea dos EUA para construir a instalação. Fontes de informação aberta indicam que a instalação é usada para causar influência ativa na ionosfera e magnetosfera da Terra. Os resultados poderiam ser fantásticos, segundo revistas científicas. Revistas científicas afirmam que o HAARP é capaz de provocar auroras boreais artificiais, pode também interferir em radares de detecção precoce de mísseis balísticos, comunicar-se com submarinos no oceano e até detectar complexos subterrâneos secretos do inimigo. A emissão de rádiofrequência é capaz de penetrar no solo e examinar esconderijos e túneis, pode queimar circuitos eletrônicos e destruir satélites no espaço. O equipamento também pode afetar a atmosfera e, assim, causar mudanças no clima. O HAARP supostamente é usado para provocar desastres naturais semelhantes aos furacões Katrina e Rita.
A Marinha e a Força Aérea dos EUA uniram esforços para construir essa instalação HAARP. Alguns acreditam que ela poderia ser usada eficazmente para agir sobre a ionosfera e até sobre a magnetosfera. Segundo algumas revistas científicas, os resultados poderiam ser fantásticos. Já se sabe que o HAARP é capaz de criar auroras boreais artificiais, mas este texto acrescenta que instalações desse tipo poderiam interferir em radares de detecção de mísseis, permitir comunicação com submarinos (verdadeiro), detectar cavidades subterrâneas, túneis, destruir instalações eletrônicas e colocar satélites fora de funcionamento (possível). Esse equipamento também seria capaz de influenciar a atmosfera (não é de todo impossível, já que o estado da ionosfera influencia, por exemplo, a nebulosidade).
Alguns acreditam que essas instalações poderiam provocar desastres como ciclones do porte de Katrina ou Rita.
Nesse ponto, é impossível concluir negativamente. Conhecemos mal a ação da ionosfera sobre o clima. Muitos pensam, por exemplo, que a ação do bombardeio correspondente às erupções solares poderia afetar a ionosfera e, por meio disso, modificar a cobertura nuvem da Terra. Muitos cientistas acreditam que é aí que se deve procurar a causa do aquecimento global, e não nos gases de efeito estufa, e mostram, em apoio, uma forte correlação entre a atividade solar e a temperatura terrestre. Penso que esse é um debate aberto.
Tudo isso dito, se existem regiões do mundo potencialmente muito instáveis, como os locais de origem dos ciclones tropicais, agindo sobre a ionosfera isso poderia ter um efeito desencadeador devastador. Na verdade, não é a instalação em si que seria a fonte de destruição, mas o fenômeno que ela poderia desencadear e, eventualmente, "guiar com pequenas modificações".
Estamos em um domínio onde... nada é impossível. A loucura humana é tal que tudo deve ser considerado. A arma climática, disfarçando agressões sob a aparência de "fenômenos naturais", certamente é ativamente procurada pelas grandes potências. É o crime perfeito, no nível dos conflitos entre grandes potências.