Sarkozy anuncia a Nova Ordem Mundial, janeiro de 2009

En résumé (grâce à un LLM libre auto-hébergé)

  • Sarkozy afirma que a crise é global e necessita de uma resposta global.
  • Ele chama por uma cooperação internacional e um novo sistema de regulação.
  • Ele enfatiza a importância de uma ordem mundial comum e a força das forças de mudança.

Sarkozy anuncia a Nova Ordem Mundial, janeiro de 2009

Transcrição do discurso pronunciado por Sarkozy em 16 de janeiro de 2009

colocado online em 29 de janeiro de 2009

A crise é mundial. Precisamos dar a ela uma resposta mundial. E apelo a todos os governos. Nenhum de nós sairá dela fazendo sua própria política em seu canto, isolado do que os outros estão fazendo. Nenhum! Precisamos do dinamismo de cada um. Para duas coisas. A primeira, encontrar um novo sistema de regulação. Isso será o desafio do encontro de Londres. E posso dizer a vocês uma coisa: a Europa terá uma posição comum, forte. E posso dizer a vocês uma segunda coisa: não aceitaremos um encontro que não tome decisões. E posso dizer a vocês uma terceira coisa: iremos juntos para esse novo ordenamento mundial. E ninguém, repito ninguém poderá se opor a isso. Pois em todo o mundo, as forças a serviço da mudança são consideravelmente mais fortes que os conservadorismos e os imobilismos.
A crise é mundial. Precisamos dar a ela uma resposta mundial. E apelo a todos os governos. Nenhum de nós sairá dela fazendo sua própria política em seu canto, isolado do que os outros estão fazendo. Nenhum! Precisamos do dinamismo de cada um. Para duas coisas. A primeira, encontrar um novo sistema de regulação. Isso será o desafio do encontro de Londres. E posso dizer a vocês uma coisa: a Europa terá uma posição comum, forte. E posso dizer a vocês uma segunda coisa: não aceitaremos um encontro que não tome decisões. E posso dizer a vocês uma terceira coisa: iremos juntos para esse novo ordenamento mundial. E ninguém, repito ninguém poderá se opor a isso. Pois em todo o mundo, as forças a serviço da mudança são consideravelmente mais fortes que os conservadorismos e os imobilismos.

****Em vídeo, no site de Karl Zéro


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